Poltergeists: O que são? Como surgiu?

Um poltergeist, denominação que vem do alemão polter (ruído) e geist (espírito), talvez seja o evento sobrenatural mais conhecido e o mais temido também.

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As manifestações de poltergeist já foram registradas em muitas culturas e países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Japão, Austrália e a maior parte das nações europeias.

É tido como um espírito que persegue e atormenta as suas vítimas provocando sons altos, móveis em movimento, pequenos objetos que inexplicavelmente caem das prateleiras, e até mesmo pessoas sendo puxadas para fora das camas.

Há casos famosos que sustentam a ideia da existência de fantasmas, como o da família Lutz, em 1976, que foi atormentada por supostos espíritos durante os 27 dias que viveram em uma casa na pequena cidade de Amityville, nos Estados Unidos, e que posteriormente foi relatado nas telas do cinema como “Horror em Amityville”.

O caso é que um dos membros da família, George Lutz, afirmou que durante a noite ouvia o ruído de uma banda marcial tocando em sua sala de estar, no entanto, apenas ele conseguia ouvir. Este seria um poltergeist, já que, geralmente, ele deixa de se manifestar em poucas semanas. Diferente das assombrações, que acredita-se que podem ferir os seres humanos, o poltergeist tem como objetivo apenas mostrar e manifestar a sua força sobrenatural, e claro, assustar e amedrontar as pessoas.

Uma pesquisa feita em 2005 revelou que 37% dos americanos acreditam que existam casas mal assombradas, e quase a metade acredita em fantasmas.

Ninguém sabe ao certo o que são fantasmas; a existência destes fenômenos nunca foi comprovado pela ciência oficialmente, mas alguns acreditam que eles são os espíritos de mortos que por qualquer motivo se “perdem” no meio do caminho para o outro mundo. Outros, no entanto, pensam que se trata de almas das pessoas cujas mortes foram violentas ou prematuras.




Afinal, existem poltergeists ou não?

Os relatos de atividade de poltergeist são normalmente associados com a presença de crianças, levando muitos a acreditar que esses fantasmas buscam por atenção nas brincadeiras infantis. No entanto, às vezes esses eventos não passam de relatos inventados por crianças e adolescentes. Um caso bem conhecido de suposta atividade de poltergeist, em 1840, até levou à criação de uma religião americana.

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O fato aconteceu em Nova Iorque, quando um jovem vendedor ambulante foi até a casa de um casal para vender suas mercadorias. Ele foi convidado pela dona da casa, Sra. Bell, para entrar e acabou permanecendo lá por alguns dias. A empregada foi demitida, mas de repente recontratada uma semana depois. O mascate já tinha ido embora, mas muitos dos itens que ele vendia estavam agora na cozinha do casal. Demorou algum tempo até a empregada perceber que um poltergeist estava naquela cozinha, e que era na verdade o fantasma do mascate que havia sido assassinado na ausência da empregada. Folclore à parte, a existência destes supostos espíritos nunca foi comprovada de forma concreta.

Quem fez esse relato foram duas irmãs chamadas Maggie e Katie Fox, que ficaram famosas por mostrarem ao mundo a habilidade paranormal que tinham em se comunicar com os espíritos dos mortos, fato que atraiu a atenção de multidões entusiasmadas durante décadas - reforçando ainda mais a possibilidade de “invenções” em busca de fama ou dinheiro.

Anos mais tarde, entretanto, as irmãs não suportaram a pressão e admitiram a farsa, bem como o episódio do mascate morto na casa dos Bell, mas conseguiram fundar uma religião chamada Espiritualismo.

Confira alguns vídeos:

Parte mais interessante a partir dos 4 minutos:

Fonte: Jornal Ciência

Entre relatos verdadeiros ou não, será que os poltergeists existem fora do folclore e das histórias de terror? Dê sua opinião!

Reaja! Comente!
  1. Ederson Weber

    3 de março de 2016 em 17:13

    KKKKK Boas risadas com esses videos

  2. Deina Oliveira Ferreira

    27 de novembro de 2015 em 19:57

    São comuns esses tipos de acontecimentos,já ouvi vários relatos,porem aterrorizantes!

  3. André Silva

    15 de novembro de 2015 em 05:09

    Acredito. Nunca fui atormentado e agradeço por isso. Mas eu sou um baita de um medroso, quando falta energia em casa eu corro pra fora e fico com o meu cachorro até a energia voltar. Agora imagina se eu moro numa casa assombrada? Eu vendia por 1 real na esquina e me mandava. Tem muitas farsas em casos e vídeos, mas também tem muitas verdades (pelo menos eu acredito). Nossa, agora dá pra editar partes do post? Que doido, é tipo uma wikipédia, mas tem que passar por uma avaliação do modera pra saber se o cara editou algo de útil antes de ser visível a alteração, né?

  4. Baek Seung

    14 de novembro de 2015 em 19:57

    Copiaram essa matéria gostosinho de outro site, que eu já vi essa postagem em algum outro lugar.

    • André Silva

      15 de novembro de 2015 em 05:03

      Eles já citaram fonte mano.

  5. Jeff_Silveira

    14 de novembro de 2015 em 10:11

  6. Marlon de Arruda Antunes

    14 de novembro de 2015 em 06:19

    Eu não acredito… Mas mesmo assim não descarto a possibilidade de existir. É algo que espero não presenciar nunca, mas se acontecer é óbvio que passarei não a acreditar, mas sim a saber que existe.

    • Willyam Ricardo

      14 de novembro de 2015 em 15:23

      O que????

      • Marlon de Arruda Antunes

        14 de novembro de 2015 em 23:10

        O que o que?

        • André Silva

          15 de novembro de 2015 em 05:00

          “é óbvio que passarei não a acreditar, mas sim a saber que existe.” – É tipo dizer que sabe que Deus existe, mas não acredita nele. Como você não acredita em algo que sabe que existe?

          • Marlon de Arruda Antunes

            15 de novembro de 2015 em 13:11

            Acho que houve interpretação incorreta do que eu disse. A partir do momento em que eu ver uma atividade paranormal, eu não vou somente acreditar, pois crenças não exigem provas, mas sim passarei a saber que existe devido às provas. Acreditar é diferente de saber. Crença não exige provas enquanto saber exige

            • Eduardo Azrael

              18 de novembro de 2015 em 11:29

              “No creyo en brujas, pero que las hay, las hay!”

            • Willyam Ricardo

              16 de novembro de 2015 em 00:06

              Explique melhor na proxima pow,no inicio ficou confuso

            • André Silva

              15 de novembro de 2015 em 16:00

              Tu que foi confuso no comentário, mas agora entendi.

          • Willyam Ricardo

            15 de novembro de 2015 em 12:21

            Isso mesmo André . Sem lógica essa afirmação ae pow :/

  7. Lynn Rock

    13 de novembro de 2015 em 23:41

    Eu não duvido de nada. Acho q tudo isso pode existir sim. Esse mundo é mto escabroso pra descartar a possibilidade de ser tudo real, sem contar que já escutei mta história de familiares e amigos. Em alguns casos deve ser verdade.

  8. Transã1 da America

    13 de novembro de 2015 em 22:49

    Se tem um bagulho q eu acredito é nisso parsa, o bagulho é loco !

  9. chapolim do mal

    13 de novembro de 2015 em 21:47

    Que fantasmas nervosinhos, vão dormir seus bostas!

  10. Luciano Lobato

    13 de novembro de 2015 em 21:30

    Bom post 😀

19 Comentários
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