Os maiores mistérios da humanidade #113

No último post da série falamos sobre um estranho assassinato de crianças, que jamais encontrou solução, no caso que ficou conhecido como “Children of Bodom”. Hoje falaremos sobre uma maldição que levou diversas vidas:




A maldição do Faraó

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Em 1922, uma audaciosa aventura no coração do Egito, financiada por Lorde Carnavon, tinha como objetivo encontrar a tumba de um dos mais famosos faraós da antiguidade: Tutankhamon.

Durante muitos anos, Howard Carter comandou uma equipe em busca de seu sonho arqueológico. Entre 1914 e 1917, ele nada encontrou e teve que parar sua aventura devido a Primeira Guerra Mundial. Quando retomou os trabalhos, logo em 1922, ele conseguiu encontrar o “Santo Graal” nas escavações do Egito. Porém, antes que pudesse abrir o local sagrado do descanso do faraó, Carter encontrou uma placa de argila: “A morte vai atacar com seu tridente aqueles que perturbarem o sono do faraó.”

Naquela hora, a maldição escrita em um pedaço de barro não parecia importante, mas Carter, sem saber, estava abrindo a porta da morte para muitas pessoas.

Lorde Carnavon, financiador da busca, estava presente no dia de abertura da tumba, mas jamais levou a maldição a sério. Até que, quatro meses após o fatídico dia, ele foi mordido por um mosquito. A picada do inseto deixou uma pequena bolinha no rosto do Lorde e quando ele foi tirar sua barba, um corte piorou a pequena marca. Dias depois, o milionário inglês estava em uma cama de hospital, enfrentando a morte com uma febre sem precedentes. Quatro meses e sete dias depois de violar a tumba de Tuntankhamon, o financiador da pesquisa tinha encontrado seu caminho para a morte.

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Pouco mais de um mês após o falecimento de Carnavon, George Jay Gould, que havia visitado a tumba do Rei Tut, morreu de pneumonia. Alguns meses depois, o Príncipe Ali Kamel, do Egito, um dos principais incentivadores das buscas, foi assassinado por sua própria esposa.

A morte parecia perseguir todos que se metiam com a tumba de Tuntankhamon, algo que deixou até Sir Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, assustado. Ele disse que essas mortes poderiam ser causadas por “elementais” criadas pelos sacerdotes do Rei morto, que estavam ainda guardando seu corpo.

Mesmo após essa estranha declaração de Conan Doyle, as mortes não pararam de acontecer. O meio irmão de Carnavon, Coronel Aubrey Hebert ficou cego devido a uma doença e morreu logo em seguida, em um procedimento odontológico. No dia 15 de janeiro de 1924, antes do primeiro aniversário de abertura da tumba ser comemorado, o radiologista responsável pelo Raio-X da múmia morreu de uma doença misteriosa.

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A morte continuou seu caminho sinuoso por anos. Diversas pessoas ligadas a Carnvaon morreram de causas estranhas, desde seus outros irmãos, até seu secretário pessoal. Muitos que visitaram a tumba vieram a falecer nas mais estranhas circunstâncias. Conta-se que 35 pessoas envolvidas com a expedição ou que tenha ido até lá, morreram nos 3 anos após a abertura do local.

Um dos únicos a sobreviver a maldição do Rei Tuntankhamon foi Carter, o chefe da expedição, mas talvez a maldição dele tenha sido ver todos seus amigos cair em por motivos estranhos a sua volta… Enquanto ele esperava sua vez de ser atacado pela morte do faraó.

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