O Lado Negro: Contos Minilunáticos #1

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Dae galera minilunática! Saudações mórbidas, pois hoje damos segmento a nova série (espero que vocês tenham aprovado o novo título) de suspense, horror e muito mistério.

Depois do grande sucesso das creepypastas e do conto do Pedro O lado negro do Minilua, eu juntamente com alguns leitores, decidi postar semanalmente contos e histórias produzidas por vocês mesmos.

Hoje trago para vocês o fascinante conto do leitor Arthur da Costa Lima!

Para ampliarmos a sensação de suspense inserimos uma trilha para ser tocada acompanhado a leitura (não sejam covardes).

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A Vítima 57

O psicólogo, mesmo que se mostrando aparentemente tranquilo, por dentro sentia um frio inquietante no estômago, enquanto percebia as cicatrizes por todo o corpo de seu paciente. Este tremia, como se o sol, lá fora, não existisse. As unhas do mesmo estavam quebradas e amareladas enquanto que manchas escuras preenchiam a pele abaixo de seus olhos. Os curativos pareciam não ajudar os ferimentos a cicatrizarem, pois ainda sangravam, mesmo depois de dias.

          — P-Por favor, Doutor! Me ajude! Eu não aguento mais ela. Está… Está em toda parte – dizia o paciente, misturando a frase a uma respiração difícil.

O Doutor não sabia como agir. Seu pensamento agora se encontrava longe, refletindo se aquela era de fato uma escolha certa, ao se especializar na pesquisa de mentes criminosas. Este paciente, em especial, de nome Oscar Sunderland, acusado de matar 57 pessoas a sangue frio, se entregou para a polícia há pouco mais de dois meses. Assassino de aluguel, Oscar parecia um homem com não mais de 30 anos quando chegou aqui. Sua pele ainda tinha alguma cor, seus cabelos ainda não haviam sido arrancados com as próprias mãos e, no geral, parecia alguém de corpo e mente saudáveis, falando de forma aparente, claro.

08O psicólogo, Igor Balltyr, com seus apenas cinco anos de profissão, respirava profundamente, olhando o efeito que o vento tinha sobre as cortinas da sala do consultório, naquela manhã de sexta. Tentava buscar uma resposta, uma solução para aquele caso.

          — Tudo bem… Vamos voltar mais uma vez àquele dia, onde tudo começou, senhor Sunderland. Eu quero que conte novamente, concentrando-se em detalhes. Tente lembrar-se de algo mais…

Oscar baixou a cabeça, olhando para suas mãos pálidas e mal tratadas, trazendo uma respiração forte misturada à uma vontade de choro.

          — Eu acordei quase às nove horas da manhã… Havia alguns restos de comida em um prato sob o criado-mudo ao lado da cama, estava repleto de formigas e… Isso me irritou um pouco, então…

O rapaz se dirigiu à cozinha com o prato na mão, deixando-o sobre a pia. Ao caminhar até o banheiro, ele ouviu o seu celular tocar, no seu quarto, logo, procurando-o. Ao ter o aparelho na mão, percebeu que se tratava de uma chamada de número confidencial.

          — Alô? – atendeu Oscar, supondo que era um de seus principais clientes.
          — Tenho uma pessoa pra você… Eu preciso que ela esteja fora do alcance de qualquer um, até às dezessete horas. É um assunto pessoal.
          — Sabe que só faço o serviço com metade do pagamento adiantado… – prosseguiu ao perceber que era realmente quem ele pensava.
          — Cheque o envelope amarelo na caixa do correio. E não esqueça, até às dezessete horas!

O homem desligou o telefone, enquanto Oscar preparava uma resposta para se gabar de seus serviços. Olhou o visor do celular, que informava o encerramento da chamada, levantando uma de suas sobrancelhas.

Indo até a caixa de correio fora da casa, encontrou o envelope no qual o seu cliente se referia. Abrindo-o, verificou que tinha uma quantidade do dinheiro, como mencionado pelo contratado, e, junto a isso, uma ficha com foto e vários dados da vítima. Chamava-se Louise Millet, mas descuidado, não se importou em ler a descrição detalhadamente, passando a folhear as páginas sem se importar muito, prestando mais atenção apenas no endereço e prováveis horários em que a vítima estaria em casa.

Jogando as folhas sobre o sofá, e guardando o dinheiro em um cofre no piso do armário de seu quarto, Oscar foi finalmente ao seu banho e logo se preparar para o seu serviço do dia. Minutos depois, o assassino confiante saiu em um de seus carros, um comum, no qual não chamasse a atenção, colocando uma placa falsa no mesmo e algum equipamento na mala, como de costume.

A vítima morava só em uma pequena cidade vizinha, a mais ou menos trinta minutos da que Oscar residia. O endereço foi facilmente encontrado, um subúrbio, próximo a uma grande mata.

Estacionando o seu carro não muito longe da casa da vítima, passou a observar o ambiente de dentro do veículo, através do vidro fumê. Era uma área sem movimentação, numa rua sem calçamento e tudo não parecia mais que uma área esquisita.

Pouco tempo depois, o céu aos poucos foi nublando, e como esperado, iniciou-se uma chuva que não parecia ter fim.

Por muito tempo, não houve movimento algum de dentro para fora ou vice-versa na casa. Preocupado com o tempo que tinha para fazer o serviço, Oscar pegou a arma, junto a um silenciador, colocou luvas, e vestiu-se em um casaco preto com capuz. Saiu do carro no meio da chuva e vento. Pensava consigo, que nunca havia feito um serviço desse tipo, sem observar a vitima por dias ou até semanas. Parecia arriscado, mas não tinha escolha, afinal, já possuía parte do dinheiro, e perder um de seus melhores contratantes não era uma de suas opções.

Chegando à frente da casa, bateu a porta, tentando se preparar, colocando a mão sob o casaco para pegar a arma escondida. Foi então, que duas pessoas passaram ao mesmo tempo em que Louise abriu a porta. Ela estava vestida de forma descuidada em uma camisola meio suja, seus cabelos um tanto desarrumados e não parecia se importar com a chuva. Oscar, incomodado com as outras duas pessoas, fingiu passar mal para Louise. Escorou-se no muro com a mão no peito e prosseguiu com uma atuação.

01

          — Por favor, moça, me ajude, eu…
          — O que…? O que você… – disse a mulher, sem entender muito bem o que estava ocorrendo.
          — Eu estou… Estou… – falava Oscar enquanto olhava as pessoas se distanciarem e dobrarem a esquina.

Com um movimento brusco e rápido, Oscar agarrou o pescoço da mulher, empurrando-a brutalmente para dentro da casa. Segurando-a com tremenda força pelo pescoço, fechou a porta com a outra mão e retirou a arma em seu casaco.

Louise parecia tentar gritar, mas tinha seu pescoço segurado com tal força, que simplesmente não conseguia emitir som algum. Suas mãos inúteis tentavam retirar a de Oscar, arranhando o braço do mesmo, sem muita eficácia. Finalmente, o assassino a empurrou contra a parede do terraço, soltando-a. A mulher caiu sentada, na lama, tentando levantar a visão para o rapaz, enquanto colocava a mão no pescoço, talvez para aliviar a própria dor, tossindo, com falta de ar.

          — Então é assim que… Aquele covarde age quando não pode com pessoas… Como eu?! – disse Louise recuperando um pouco do fôlego.
          — Pessoas como você?! E o que você é, sua…?!
          — Eu sou aquela que vai mandá-lo ao inferno…!  — disfarçadamente, pegando a terra molhada com a mão que a apoiava sentada.
          — Ora, sua…!!!

Oscar apontou a arma para Louise, com a intenção de acabar com aquilo de uma vez, porém, foi surpreendido com a porção de terra molhada arremessada bem no seu rosto. Com a visão prejudicada, assassino atirou as cegas em direção à moça, ouviu um grito de dor e passos em direção para dentro da casa. Levando alguns segundos para se recuperar da surpresa, o homem observou que Louise havia se movido para outro local da moradia, deixando uns pingos de sangue pelo chão. Cuspindo a areia que havia entrado em sua boca, ele saiu seguindo os rastros, que levaram próximo à cozinha. Oscar estava com tal ódio agora, que mal se importava em observar o local.

De trás de uma cortina, a mulher tentou surpreender o assassino, avançando repentinamente em sua direção com uma faca. Porém, em vão. Oscar a derrubou e colocou a arma na cabeça de Louise.

          — Se acha muito esperta, não é? – disse Oscar irritado, pronto para puxar o gatilho.
          — Você vai se arrepender disso… – respondeu Louise, sabendo de seu fim.

Sem pensar duas vezes, o assassino atirou na cabeça da mulher, que teve seus miolos espalhados pelo chão, manchando o próprio Oscar de sangue no rosto.

06

Rapidamente, o homem procurou limpar o sangue, e apagar todos os tipos de pistas possíveis, mas nisto, ele já tinha prática. Limpou-se, estacionou o carro na garagem sem veículo da casa da mulher e pegou uma mala grande. Quando estava saindo com o corpo da mesma, observou a parede de relance e percebeu algo estranho. Notou que por toda a sala, havia fotos de várias pessoas, pregadas na parede, e estacas enfiadas em cada uma das imagens. Sua pressa era tremenda, que não permitiu que se entulhasse com algum atraso. Levou o corpo dentro da mala grande para o carro, colocando-o no mesmo. Ninguém parecia ter visto. Mais tarde, jogou o corpo no rio que cruzava entre as duas cidades, que afundou na correnteza. Retirou a placa falsa do carro e seguiu viajem para casa. Pronto… Estava feito… O alívio parecia vir depois de todo aquele momento de agonia. Em casa, retirou qualquer vestígio do carro e tomou um banho. A noite caiu.

Assistiu TV em sua sala, como se nada tivesse acontecido durante o dia. Levantou-se do sofá, desligou a TV e estava em direção ao quarto, quando percebeu o prato sujo que deixara de manhã na pia. Lavou-o e colocou pra enxugar.

Quando o ralo da pia sugou a água, algo lhe chamou a atenção. Havia um fio de cabelo, longo, que terminava de boiar. Pegou-o e observou seu tamanho, passando as mãos de uma ponta à outra. Ficou a imaginar de quem seria, pois ele não trazia ninguém em sua casa. Jogou aquele fio no lixo e seguiu para o quarto.

Retirou a colcha de sua cama e sentou-se. Neste mesmo instante, alguém bateu na porta de sua casa. Um acontecimento estranho, pois a casa em si, era cercada por um muro, e no portão da frente, havia um interfone. Alguém poderia ter pulado o muro, ou não…

Passando pelo corredor, percebeu que a porta de sua sala, que levava para fora da casa, estava aberta. Um vento frio de fora entrou, soprando as cortinas do local e movendo as folhas das plantas dos jarros. Oscar se aproximou da porta e a fechou de chave. Observou o local, desconfiando que alguém pudesse ter entrando.

Caminhou até o quarto, devagar, com os olhos atentos a qualquer movimento. Lá, ele pegou uma arma em seu criado mudo. Neste instante, pisadas rápidas foram ouvidas passando pelo corredor, em frente ao seu quarto. Oscar correu para olhar, apontou a arma para fora do quarto, observou o que podia, mas não viu nada.

De repente, sentiu o seu corpo ser empurrado por algo. Tamanha força o suspendeu no ar e o arremessou na parede do outro lado do quarto. Oscar caiu após o impacto, machucando-se um pouco, mas de forma alguma, largou a arma. As luzes do quarto começaram a ascender e apagar freneticamente. As janelas pareciam ser vitimas de batidas, sem parar um instante, e um grito desconhecido e horrendo de alguém era ouvido de dentro do próprio quarto.

O assassino se encolheu no canto, olhando para tudo o que estava acontecendo. Estava desesperado, com medo, sem saber pra onde apontar a arma ou o que fazer. Até que tudo parou…

Não havia mais luzes piscando, janelas batendo ou gritos. Oscar se levantou, devagar, tremendo como nunca tinha feito na vida, não de frio, mas de medo. O primeiro passo ele deu e a porta do banheiro de seu quarto se abriu, quebrando o silêncio com um rangido alto e medonho. A luz daquele ambiente também acendeu por si só.

03Caminhando lentamente até o banheiro, o homem apontava a arma tremendo. Lá, ele percebeu que não havia mais nada, nem ninguém, apenas o seu velho banheiro, como sempre. Porém, olhou para o espelho do box, e viu uma estranha imagem atrás dele. Uma mulher, banhada do sangue que escorria de um buraco em sua testa. Um arrepio correu por todo o corpo de Oscar, que sentiu todos os seus pêlos levantarem, pois na verdade, não havia ninguém ali. Sem pensar duas vezes, esmurrou o espelho. Estilhaços se espalharam pelo local, e sua mão agora sangrava. Olhando para os cacos de vidro no chão, ele ainda via aquela imagem atrás, entre os estilhaços. A mão que segurava a arma começou a se mexer sozinha, trêmula, mas com uma direção certa. Por mais que o homem colocasse força, essa não foi impedida de se posicionar frente ao estômago, com a arma apontada para o mesmo. Era a mulher, ela estava segurando a mão armada dele, ele via isso pelos estilhaços, mas fora do reflexo, ela não estava lá. Tudo o que sentia, era uma respiração fria em seu ouvido. A luz apagou e um tiro foi disparado no escuro…

O sol brilhava lá fora e o canto dos pássaros acordou Oscar, para o que parecia ser um belo dia. Estava em sua cama aconchegante. Olhava para os lados, e tudo parecia ter sido um sonho. Respirou aliviado… De qualquer forma, era hora de se levantar, mais um dia o esperava. Ao forçar o seu corpo para frente, sentiu uma enorme dor que vinha de seu tórax. Retirando as cobertas, se assustou. Havia um ferimento de bala em seu corpo e os lençóis da cama estavam banhados em sangue.

— Então você acordou com um tiro no próprio tórax? – perguntou o psicólogo, trazendo a mente concentrada do rapaz de volta a tona.
          — Sim! E ela me atormenta… Todos os dias! Eu tenho medo de dormir… Eu não quero morrer, Doutor! Eu não quero…! – dizia Oscar, entrando em prantos.

Igor terminava as anotações com a palavra ‘’Esquizofrenia’’ no canto da folha. Guardou-a e chamou o guarda que sempre ficava na frente da sala do consultório.

          — Bom, ficará tudo bem… Acredite, eu estou trabalhando nisto… – dizia o psicólogo ao acompanhar com os olhos, de sua cadeira a saída do criminoso.

Um reflexo da porta de vidro refletiu a imagem do prisioneiro saindo da sala, sendo levado pelo braço direito pelo policial. Tudo normal, se não fosse por este mesmo reflexo mostrar também uma mulher em branco, levando Oscar pelo outro braço, embora não houvesse uma terceira pessoa bem ali.

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  1. Luiza Almeida

    8 de abril de 2013 em 13:10

    Muito boa a historia,mas o final ficou meio fail ‘-‘

  2. Luciano Camara

    28 de novembro de 2012 em 18:29

    as vezes apareciam uns olhos na tela pareciam olhos de mulher tipo do nada eles apareciam mas so com a tela preta

  3. Erissa Darfis

    19 de agosto de 2012 em 13:34

    Nossa,é uma boa história.Eu realmente gosto dos contos e creepypastas  do Minilua.

  4. Emerson Cardoso Nascimento

    26 de julho de 2012 em 14:14

    Fantastico… inspirador! voltarei mais vezes… no meus favoritos ja! Parabens!

  5. Básia Frankenstein

    12 de julho de 2012 em 03:50

    não entendo por que as pessoas tem medo de ler essas coisas kkkkk

  6. Zetsu

    19 de maio de 2012 em 23:32

    historia longa e = a não vou ler

  7. Elizeu Santos

    3 de maio de 2012 em 22:01

    caramba fiquei com medo,d++++++++++,essa materia

  8. Louise Emanuele

    21 de abril de 2012 em 15:40

    meu nome é Louise e isso é meio esquisito para pessoas que tem o nome assim pois parece que esta narrando uma historia desconhecida da minha vida.

  9. Leonardo Da Vinci

    18 de abril de 2012 em 19:35

    Parece Texto de livros!
    Bem narrado!
    ???????? ??? ?????????!

  10. Rodrigo Da Silva

    29 de março de 2012 em 23:24

    Qualidade de escrita boa, estilo de escrita bem sólido, com personalidade. Você faz literatura de horror com muita propriedade! Certos momentos da sua narrativa, me sinto lendo um conto de Edgar Allan Poe, o que é muito bom, acredite. 
    A descrição dos personagens é muito interessante por ser indireta, o que faz cada leitor criar seu próprio personagem. Meu Oscar não é o mesmo dos outros, tenho certeza disso. Isso é legal, abre a possibilidade criativa de quem tá lendo. 

    Bom trabalho! No próximo conto, tenta trabalhar em deixar o leitor pensar mais, deixar a gente em dúvida, isso é bom de se ler em contos assim.

    Parabéns!

    • Artur Cipriano

      30 de março de 2012 em 12:33

      Nossa, muito obrigado =)

  11. Laiane Quirino

    27 de março de 2012 em 17:08

    Esse conto é um dos melhores que já tive o prazer de ler. Esperando muito ansiosa por uma segunda parte… e é uma pena que alguns não tiveram o prazer de ler por causa da preguiça de ler… a história é muito boa, muito bem detalhada e dá pra gente imaginar cada cena. O final foi o que mais gostei, pois me deixou muito curiosa pra saber mais dessa história! =D Parabéns Artur!   

  12. Lucas Nascimento

    26 de março de 2012 em 04:27

    Pô, legal! Curti a história e tem uma boa narração dos acontecimentos. 

  13. Milla

    25 de março de 2012 em 21:55

    Começamos bem… (Y)

  14. vish

    25 de março de 2012 em 17:58

    preguiça de ler ¬¬

  15. Kevin Abilio

    25 de março de 2012 em 17:53

    cara eu queria enviar as minhas três historinhas de horror

  16. Sasaki San

    25 de março de 2012 em 17:42

    HUEHUHUAUHEUUEHUEUHEUHEUHUEHHEUEHUHEUHEUHUEUEHUEHUEHUEHUEHUEHEUE EU RI MUITO DA PARTE QUE ELE FOI LEVANTADO COM MUITA FORÇA E JOGADO CONTRA PAREDE TAPOHA! Tah lendo mto lado negro,vendo mto filme de ficção cientifica e de terror véi…

  17. Karen Rodrigues

    25 de março de 2012 em 16:52

    Achei legal 😀 A trilha sonora é foda demais,adoro música assim desse estilo.

  18. É a Vida

    25 de março de 2012 em 12:54

    Eu estou aqui, vendo um documentário no Discovery Science sobre “as 100 maiores descobertas da humanidade”, e do nada a minha TV começou a falhar loucamente enquanto eu lia a história…
    Mas começou a falhar de um jeito que eu NUNCA vi na minha vida. Tipo, a imagem congelou na foto de um cientista gordo e bigodudo, e a voz do narrador começou a ficar acelerada e travada, tipo como se ele falasse sem pausas entre as palavras.  Tipo:
    “ODNAFOIDESCOBERTOPORRRRRRRRJAMESSSSSSSSSSSSWATSSOOOOOON….”
    Alguém aí tava assistindo o discovery science e viu isso também?
    Alguém?

    • Akuma (Original)

      25 de março de 2012 em 13:41

      Melhor você sair da sua casa e explodir tudo, tem um demônio indo te visitar O_O

      • É a Vida

        25 de março de 2012 em 13:59

        Pensei o mesmo…
        Acho que é o fantasma do cientista bigodudo.

    • Artur Cipriano

      25 de março de 2012 em 13:02

      Normal =P

  19. Guilherme

    25 de março de 2012 em 11:21

    Da hora, mas o massa mesmo é o lado negro de gente famosa

  20. La No Posto Ipiranga

    25 de março de 2012 em 11:10

    gente a música mudou para,file not found,e ta muito estranha.

    • Artur Cipriano

      25 de março de 2012 em 13:01

      Não foi a trilha que pedi pra colocarem, mas ela é muito boa também.

  21. Natanael Vieira

    25 de março de 2012 em 10:12

    Gostei
    como eu faço pra mandar um conto de terror pro minilua?
    tenho uns bons escritos!

  22. Washington Oliveira

    25 de março de 2012 em 07:08

    Legal, gostei li tudo, adoro suspense.

  23. WolfPower

    25 de março de 2012 em 01:54

    O.o Parece bem legal a história porém só faltam um pouco de suspense e mistério…
    No mais,parece ótima…

  24. Akuma (Original)

    25 de março de 2012 em 01:02

    Gostei dessa história, ficou bem foda u.u

  25. Uchiha Itachi

    24 de março de 2012 em 23:57

    Sinceramente, fique com medo mesmo, muito bom o conto.

  26. Joao Vitor

    24 de março de 2012 em 23:53

    fikei cm preguiça de ler tudo kkk

  27. Bruno Moreira

    24 de março de 2012 em 23:13

    Mto bom kra!! Gostei pra caramba! Ficou com um ar de suspense interessante!!! parabens!!!

  28. Luã Rodrigues Braga

    24 de março de 2012 em 23:08

    Muito foda o creepypasta to loko pra que chegue a part 2 e eu leio anoite sempre pra da mais um poco de suspense!!!

  29. Black King Mello

    24 de março de 2012 em 22:56

    culpa das formigas… acho que a mulher tinha que assombrar o cara que mandou matar ela, não o que matou… sei lá.

  30. Érmeson Gabriel

    24 de março de 2012 em 22:53

    Muito bom, um dos melhores que já li pra ser sincero. Estou curioso por uma segunda parte.
    o/

  31. Kawe Romero

    24 de março de 2012 em 22:46

    Muito bom, a parte que ele volta pra casa, e começa a acontecer coisas estranhas foi muito foda conseguiu fazer eu ficar com medo kkkkkkkkkkk ganhou meu selo de qualidade.

  32. Dattebayo

    24 de março de 2012 em 22:46

    Muito bom, confesso que sinto inveja por não ter tamanha criatividade para criar uma história assim, parabéns para o autor

    • Akuma (Original)

      25 de março de 2012 em 01:09

      Também tenho inveja, não sei criar histórias de terror 🙁

      • Dattebayo

        25 de março de 2012 em 11:51

        Não é somente pelo fato de ser terror mas pela criatividade, na minha opinião essa história ficou muito boa e bem elaborada, eu não conseguiria fazer uma história nesse nivel

        • Akuma (Original)

          25 de março de 2012 em 13:39

          Eu fiquei com inveja mesmo foi por causa da história assustadora. Já ganhei uma competição na escola de quem escreve a melhor história, a minha história é parecida com RPG (Tinha dragões, magos, cavaleiros e essas coisas do tipo), histórias assustadoras infelizmente não é comigo.

          • Artur Cipriano

            25 de março de 2012 em 13:50

            Eu escrevi esse conto pra participar de um evento de RPG daqui da cidade, Dia D RPG. Então ele foi escrito sob regras, como número de párginas, tamanho de fonte, etc. Foi a partir dele que comecei a escrever e receber propostas, como elaborar roteiros de HQ, em um grupo da UFCG. Uma das coisas que me ajuda a escrever é justamente o fato de jogar e narrar RPG ^^

            • Akuma (Original)

              25 de março de 2012 em 14:59

              Você ainda vai fazer uma parte 2 desse conto? Explicando porque a mulher já sabia que ia assombrar o cara, ou se ela vai parar de assombrar ele e umas coisas a mais?

              • Artur Cipriano

                25 de março de 2012 em 19:35

                Sim, na verdade eu ja tenho alguns dados no PC. Só não sei se vai rolar eu postar aqui de novo, depende do pessoal do minilua ^^

  33. Carol Nukenin

    24 de março de 2012 em 22:33

    Eu tava aqui lendo, mergulhada no texto (por sinal muito bom) imaginando essa mulé deve ser uma bruxa, as fotos que o moço viu era macumba e tudo mais… Daí eu chego na parte que ele ouve passos no corredor…

    Daí minha filha entra no quarto de uma vez e grita: “MAMÃE…” Ela disse mais coisas, mas não lembro, pq morri… huahuhuahua

    Gostei do texto. Foi um dos melhores até agora, na minha opinião… Tem que ter parte 2, da mulher assombrando o moço na cadeia, contando o que ela faz, quem são as pessoas da foto.

    Entrevista com o encosto mode:ON

  34. Nosferatu Alucard

    24 de março de 2012 em 22:19

    ta faltando o lado negro do darth vader
    #vampirobebao 

  35. Rafael

    24 de março de 2012 em 22:17

    Final meio vago…’-‘

  36. Artur Cipriano

    24 de março de 2012 em 22:02

    Muito obrigado pela leitura e comentários. Tanto críticas quanto elogios são muito bem vindos.
    =)

  37. CHUCK BARTOWSKI

    24 de março de 2012 em 22:02

    CARAMBA TO COM MEDO DO CAR*@$%@*AGORA 
    A MUSICA N PÁRA!!!!!! TA APARECENDO NOT FILE FOUND

  38. Weon Kenedi

    24 de março de 2012 em 21:55

    Tirando alguns furos do enredo… muito boa historia!

  39. Junior X

    24 de março de 2012 em 21:50

    KKKKKKKKK tem lado negro de tanta coisa imagina o proximo “Lado Negro do Orkut”

  40. Me Obrigue

    24 de março de 2012 em 21:49

    e ai galera sou novo aqui no minilua, gosto muito do site

  41. Rocky Jr.

    24 de março de 2012 em 21:38

    nuss, isso é um livro ‘-‘

  42. Pedro

    24 de março de 2012 em 21:35

    sensacional….

    gostei muito do enredo, e o final não deixou a desejar como de costume…
    vou ler de novo….

    • Pedro

      24 de março de 2012 em 21:37

      aliás que sirva de exemplo pros próximos contos, tem que ser objetivo sem perder os detalhes…

      genial….

  43. JoýCe DiaZ

    24 de março de 2012 em 21:32

    Esperava mais, mas da horiinha

  44. Jim The Pathfinder

    24 de março de 2012 em 21:30

    Texto muito bem escrito mesmo, não ficou forçado igual ao meu ‘-‘
    Só que me embolei um pouco com a tela negra e os textos grandes o_O (to cego agora)

  45. Piu Ssj

    24 de março de 2012 em 21:29

    nem curti
    =x
    não tem climáx
    os fatos tão muito escancarados.
    tinha que ter um pouco mais de ar de mistério, como as outras creepypastas…

  46. Dante

    24 de março de 2012 em 21:28

    Muito BOOOOOOOOOOOOA a creepypasta :DDDDDDDDDD
    Pramim isso é tudo coisa do capiroto, e essa mulher que atormenta o oscar é a mulher que ele foi pago para matar MUHAHAHAHAHAH kkkkk 😀

    • Lucas Mourão

      25 de março de 2012 em 10:48

      descobriu isso sozinho?

  47. Davi Rodrigues

    24 de março de 2012 em 21:25

    até q ficou legal
    mas medo, não deu nenhum um pouco

    • Joey Jordison

      24 de março de 2012 em 21:29

      Poham vc não se assustou??? Se agora fosse um puco mais tarde eu não durmiria u.u, vou ter que assistir barney pra conseguir xD

      • Davi Rodrigues

        24 de março de 2012 em 21:31

        kkkk
        essas coisas naum me assustam
        vejo coisas assim praticamente o dia todo kk
        mas ficou bem interessante

      • Jim The Pathfinder

        24 de março de 2012 em 21:31

        é porque o que geralmente aumenta a tensão da historia são as imagens
        as imagens desse não deram aquele medo…

        • Joey Jordison

          24 de março de 2012 em 21:45

          Verdade, mas eu procuro ler imaginando as cenas da pior maneira possivel, então fico assustada com essas coisas xD

          • Jim The Pathfinder

            24 de março de 2012 em 22:11

            Eu também tento fazer isso, até apaguei as luzes aqui em casa pra dar mais tensão, eu adoro sentir medo *-*

  48. Rogérioo

    24 de março de 2012 em 21:23

    Ufa! Parecia que o texto não tinha fim.
    O engraçado é que o cara segurou no pescoço da mulher na porta da casa e derrepente eles estavam no terraço kkkk

  49. Kurama Youko

    24 de março de 2012 em 21:19

    esses posts do “Lado Negro” já não tem muita graça…
    seria bom se fizessem “O Lado Negro Da Raposa Negra”…
    ;D

    • Carol Nukenin

      24 de março de 2012 em 22:25

      O lado negro da raposa negra é o lado de fora dela… O.o’

      • vitr

        24 de março de 2012 em 23:52

        Deveria ser: ”O lado Branco” da Raposa Negra

        • vitr

          24 de março de 2012 em 23:54

          ate que nao seria uma ma ideia, talvez
          o lado ”Branco” de Minilua
          meh, acho que nao daria certo
          mais uma ideia jogada fora
          eita produtividade

          • William We are anonymous

            25 de março de 2012 em 15:55

            ou o lado negro da Bun.da

      • Kurama Youko

        24 de março de 2012 em 23:14

        [img]http://ahnaomediga.files.wordpress.com/2012/01/2.jpg[/img]

  50. Um qualquer

    24 de março de 2012 em 21:11

    Bem feito, vai ter parte 2?

  51. Pinto Demoniaco

    24 de março de 2012 em 21:10

    deu dor nas vista X_X

  52. Felipe Langame

    24 de março de 2012 em 21:09

    tendi merda nhm ja de inicio ‘-‘

  53. Daniel Martins

    24 de março de 2012 em 21:08

    preguila de ler

    • Majin Ramon

      24 de março de 2012 em 21:09

      de estudar também …

      • Daniel Martins

        24 de março de 2012 em 21:26

        eu digitei errado só isso
        fala q vc nunca digito algo errado

        • Majin Ramon

          24 de março de 2012 em 21:58

          claro , tudo bem o (ç) realmente se parece com a letra L

          • Toushiro Hitsugaya

            4 de abril de 2012 em 13:56

            Não se parece mas é do lado

          • Mano Han

            25 de março de 2012 em 12:01

            sooooh

    • Daniel Martins

      24 de março de 2012 em 21:09

      preguiça

  54. Connor

    24 de março de 2012 em 21:02

    Ninguém leu ate agora

    • Mano Han

      25 de março de 2012 em 12:01

      eu nao li pq ta de dia mas é massa ?

  55. LORD GILSO MANEIRÃO

    24 de março de 2012 em 21:02

    KKK TÁ TENDO LADO NEGRO DEMAIS PRO MEU GOSTO. KKKKKKKKKK

    • Nyuu Forever Alone

      24 de março de 2012 em 21:07

      Nome : LORD GILSO MANEIRÃO
      Função : Tá sempre no minilua e fazendo comentário legal ou comentar:
      OIIII MEUS LIMDOS!

      • Artur Allen

        24 de março de 2012 em 22:54

        É Limdoz

    • Connor

      24 de março de 2012 em 21:04

      Daqui a pouco vai ter o lado negro do gilso

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