Creepypasta: Astyn, o assassino de capuz

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Creepypasta: Astyn, o assassino de capuz




Por: Guilherme Nascimento e Weslley Toff

“É assim que as crianças lidam com o terror. Adormecem e deste sono, nascem pesadelos indescritíveis.”

Tudo começa quando Astyn Philip inicia a sua vida escolar, ele era um garoto muito tímido, inteligente, educado, porém um pouco reservado, um garoto de poucas palavras, sofria bullying por parte de alguns alunos ‘populares’, e por causa de sua timidez e silêncio.

Muitos alunos comentavam que ele era um garoto estranho que morava em uma casa de loucos, marginais, drogados, bêbados, perdidos, um garoto sem futuro e que não era boa companhia para ninguém. Maldita sociedade hipócrita, que mata anjos, despertando monstros. Garoto solitário em meio a multidão que o criticava, ele caminhava em direção ao refeitório e a mesa onde sempre sentava-se sozinho.

Ele pega o seu lanche e senta-se calmamente. Dois “bullies” o viram de longe e combinariam de provocar Astyn. Os dois sentaram ao lado do garoto e perguntaram com deboche:

- Olá Astyn… Há quanto tempo não nos vemos? Há! Há! Há! Há! -Havia sarcasmo naquela risada maléfica. Astyn permanecia imóvel, sua boca não abria de jeito nenhum, parado, calado, mas ao mesmo tempo seu coração estava a mil, esperando o sofrimento rotineiro.

- Porque não nos responde seu anormal? Você é um doente mental,nem merecia viver nesse mundo e tampouco ficar nessa escola. Seu imundo, gente do seu tipo contamina essa escola. Astyn permanecia imóvel, sem dizer nenhuma palavra, enquanto o outro garoto seguia com o ataque:

-Hum… está dormindo não? - foi quando que esse garoto pegou o suco de Astyn e o jogou na cara dele, não satisfeitos, urinaram na garrafa vazia e o obrigaram a beber entre lágrimas.

Foi a pior coisa que aconteceu na vida do ‘garoto solitário’, como era chamado Astyn por parte de alguns alunos. Viu-se com todos no refeitório rindo da cara dele, ninguém o defendeu.. Astyn chegou em casa,muito triste e desanimado pois sabia que no próximo dia seria a mesma coisa ou ainda pior.

Chegou devagarzinho ao seu pai, que era um homem desempregado, bêbado, drogado e muito agressivo. Não dava a mínina para o filho, nunca.

- Papai… - disse o garoto gaguejando, com muito medo de seu pai.

- O que você quer moleque? - disse o pai gritando arrogante e impaciente.

- Uns garotos me bateram hoje na aula, o que eu faço? - disse o garoto novamente gaguejando.

- Vira HOMEM SEU BIXA!? Parece que não é homem PORR4,o que eu te ensinei garoto? Se te batem, revida! Anda vai pro seu quarto seu imbecil, você não serve para nada seu imprestável?!:

Astyn foi choramingando para o seu quarto e falou para si mesmo: - Realmente, meu pai tem razão eu não sirvo para nada mesmo!

capuz

O garoto esperou ansiosamente a vinda de sua mãe do ”trabalho”,sua mãe era muito conhecida por seus ‘clientes’, ela era uma prostituta explorada por seu marido para sustentar seus vícios, já que ele era desempregado e desocupado, com as migalhas que escondia dele, cuidava do filho. Astyn não tinha uma boa reputação por conta de seu comportamento calado e de seus problemas familiares.

Foi quando o menino ouviu uma grande discussão entre seus pais: - Onde andava, Michelle?Que ferimentos são esses? Cadê o meu dinheiro? Disse o pai furioso.

- Jack… Perdi toda a grana, eles me espancaram. - disse a mulher chorando e toda ferida.

- Michelle QUANTAS VEZES EU FALEI para você sua vadia? O que vou fazer agora?Sua vadiazinha de merda! SEMPRE tem que cobrar primeiro antes do ato sexual… Agora EU VOU FICAR AQUI DE MÃOS VAZIAS É ISSO???

- Jack, me desculpe, por favor, eu tinha recebido o dinheiro, mas um grupo de caras me cercou e roubou tudo. -disse a mulher pedindo misericórdia.

- NÃOOOO, NÃO VOU TE DESCULPAR DE MANEIRA NENHUMA, QUERO MINHA GRANA SUA DESGRAÇADA!!

A mulher chorava freneticamente. Jack socou o rosto de sua mulher, ela caiu e bateu a cabeça na quina da estante… Astyn desceu as escadas às pressas e presenciou a PIOR cena que já viu em toda sua vida,lá estava sua mãe com um corte profundo na cabeça e muito ferida e ensanguentada. Seu pai estava sentado na poltrona como se nada tivesse acontecido.

Minutos depois, Astyn acaba descobrindo que seu pai matara sua mãe.Seu pai o vê e diz:

- O que está olhando seu bixinha… Volte já para o seu quarto!

Astyn com cara de choro diz:

- Pai o que aconteceu com a mamãe? O que você fez com ela?

- Cala a boca moleque, vai para o seu quarto logo!

Astyn em um ato de desespero corre para a cozinha, pega uma faca e tira o seu cadarço. Foi quando seu pai perguntou:

-O que pensa que está fazendo seu débil mental? Astyn pula em cima de seu pai e o enforca com o cadarço de seu tênis, o pai joga Astyn com toda sua força para trás. Astyn revida ainda caído e golpeia a perna de seu pai, que caí no chão, chorando com muita dor.

- Porque fez isso,você é maluco moleque?? -disse o pai ainda se contorcendo no chão. Astyn caminhou vagarosamente em direção ao seu quarto em busca de algum objeto. O garoto volta com um taco de beisebol e diz ao seu pai:

- Agora você vai sofrer! Todos os dias eu via você batendo em minha mãe, agora é a sua vez de apanhar, seu babaca.

Astyn golpeia seu pai, quebrando pernas, costelas, braços, com uma fúria indescritível, até seu pai ficar desacordado.

- Onde estou? O que fez comigo seu débil mental?- disse Jack, pai de Astyn, ao acordar com uma luz intensa, muito forte em seu rosto. Astyn pega uma faca e começa a se “divertir” com o seu pai, cortando ele aos poucos e rindo de forma macabra.

Ele esquarteja seu pai e pendura suas tripas na sala, escrevendo com sangue ”VOU MATAR VOCÊS”
Astyn ainda busca por vingança por aqueles que maltratavam ele na escola, ele nunca foi encontrado até hoje pelas autoridades de sua pequena cidade, corriam diversos boatos referentes às mortes de seus pais: uns diziam que era normal isso acontecer com sua família pois eram marginais, viciados,já outros diziam que quem cometera o assassinato foi o ‘Assassino do Capuz” como era conhecido a lenda urbana mais popular da cidade.

Astyn um garoto muito astuto e inteligente escondeu muito bem o crime, apagou as digitais, posicionou os corpos em locais estratégicos e fez diversas artimanhas para enganar os peritos. Nenhuma autoridade desconfiou de Astyn por ser um garoto de apenas 12 anos e, segundo o jornal local sequestrado pelo possível ‘autor’ do crime.

Astyn caminhava em direção a casa de John, um dos “bullies” que o perseguia. No meio do caminho ouvia vozes ecoando em sua mente. Muitas dizendo para o garoto matar John, outra, mais serena, que lembrava bastante sua mãe dizia para ele parar, mas a verdade é que a sede de sangue de Astyn era implacável, ele continuava sem ao menos prestar atenção nas vozes que ouvia.

Ele então, chegara em frente a casa de John e ficara observando o movimento da casa. Ele vestia uma capuz preto e em sua mão direita segurava uma faca. Astyn percebeu que não havia muito movimento dentro da casa provavelmente todos estavam dormindo, foi então que a adentrou, enquanto tentava abrir a porta com sua faca, uma voz de fora falava:

- Amor,precisamos ir logo, não podemos nos atrasar para nossa noite a sós.

- E quem vai cuidar de John?- disse uma voz feminina.

-Não se preocupe querida. John sabe cuidar-se sozinho, ele já é rapazinho…tem 13 anos já. Ambos saíram felizes e despreocupados e Astyn escondeu-se em um arbusto próximo a casa, enquanto os pais de John festejavam o aniversário de casamento.

Astyn entrou na casa para executar sua vingança. John dormia calmamente em sua cama, naquela noite chuvosa e com muitos relâmpagos. John acordou repentinamente com barulhos estranhos vindo da sua sala… ele levantou-se de sua cama e foi verificar.

- Olá, alguém está ai? Mãe é você?

Ninguém respondeu, a casa estava sob silêncio total. John verificou todos os quartos e cômodos de sua casa, parecia que ninguém estava lá. Ao subir a escada, para voltar para seu quarto, teve uma surpresa em seu topo, lá estava um vulto de capuz.

- Olá, John! HÁ! HÁ! HÁ! Não sabe quanto aguardei por esse momento. Com o susto diante da situação John cai para trás e sai rolando escadaria abaixo, bate a cabeça e desmaia. Astyn vasculha o local enquanto John está ‘adormecido’ procura e procura, em vez de facas, tem uma ideia muito melhor ao encontrar garrafas,como de Vodca,uísque e outras mais fortes.

Astyn caminha em direção ao seu colega desmaiado ao chão, espera ele despertar e reconhecê-lo, vê o pavor em seus olhos e joga lentamente as bebidas na boca de John, cada segundo parece uma eternidade para ele, que se asfixia e afoga.

Astyn diz, tirando o capuz e encarando John:

- Viu como é bom jogar esses líquidos em nossa cara John! Você está provando um pouco do seu próprio veneno, seu desgraçado, aquele dia você me humilhou, pior do que fazia todos os dias, naquela escola nojenta, nunca fiz nada para vocês.

Minutos depois, e John finalmente morre. Os investigadores não suspeitariam de Astyn, o garoto escondera as provas com maestria e na autopsia de John alegariam que ele morrera pela ingestão de álcool, meramente, por escorregar da escada e bater sua cabeça no chão, engasgando com a bebida que terminava de engolir.

Depois disso, o outro “bullie” misteriosamente cairia no fosso do elevador do prédio onde morava.
Mortes estranhas, aparentemente acidentais continuam ocorrendo, vocês já imaginam o que está acontecendo?

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  1. Danilo Oliveira

    2 de outubro de 2015 em 17:28

    filme ?

  2. Ryoko

    28 de setembro de 2015 em 14:53

    Porque a minha tela não ficou preta???

  3. Leucothea a Ninfa

    28 de setembro de 2015 em 10:37

    Achei meio confuso .-.

  4. Sadrak Lacerda

    26 de setembro de 2015 em 01:59

    O único assassino de capuz que ja ouvi falar se chama: Altair

    • Ryoko

      28 de setembro de 2015 em 14:53

      E o Ezio Auditore

  5. Jeff Dantas

    25 de setembro de 2015 em 23:58

8 Comentários
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