Contos Minilua: O Caso O+ #47

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Caso O+

Por: Anataide Bezerra Netto

Noite de 27 de Julho de 2007

Pedro, Luana, Nick e Patrícia resolveram marcar um acampamento no sítio de Pedro.

Pedro e Luana formavam um jovem e belo casal, ambos com 22 anos de idade.  Um simplesmente amava o outro de corpo e alma e, não seriam capazes de fazer nada para prejudicar essa relação tão bonita.

Nick é amigo de Pedro e de Luana. Ele tem certa queda por Patrícia, que por coincidência também é amiga do casal. Só que, Patrícia não pode nem ouvir falar em Nick. Ela faz questão de menosprezá-lo, pois não acredita que esse amor que ele diz que sente por ela, seja realmente verdadeiro.

Chegaram ao sítio por volta das 19h00 e, logo trataram de armar as barracas a alguns metros da casa, para dormirem, mas na verdade não iriam dormir, mas divertir-se-iam a noite toda. Porém, logo que terminam com as barracas, Luana diz:

-Patrícia, eu preciso urgentemente ir ao banheiro, você me acompanha, pois já está escuro e tenho medo de ir sozinha?

-Claro que sim Lu, vamos lá.

E saem da barraca deixando os rapazes sozinhos.

-E aí cara, como anda o namoro? – Pergunta Nick a Pedro.

-Ah cara, está ótimo, a Luana é perfeita, eu acho que fomos feitos um para o outro, sabe!

-Mas… Nick e, aquele lance que você me contou sobre a Patrícia?  

-Ih, está feia a coisa. Ela só me esnoba, por mais que eu tente agradá-la, só recebo patadas. Não sei mais o que fazer!

E antes que Pedro respondesse alguma coisa, eles escutam gritos de socorro, vindos na direção deles.

-O que aconteceu? Porque você está gritando assim Patrícia? – Pergunta Pedro assustado.

 -Lá! Tem um cara vestido inteirinho de preto, com o rosto coberto, e o pior é que…

-O pior é o quê, Patrícia? Cadê a Luana, ela não estava com você? Ela é minha vida, você sabe e você está me deixando maluco… Fala garota!!!

 -Venham comigo e vocês vão entender, ela responde com a voz já rouca de tanto chorar e gritar.

Ao chegarem ao banheiro que fica fora da casa, eles se deparam com aquela cena terrível. Na parede havia sangue e ao abrir a porta, ali estava o corpo de Luana sem vida, todo ensanguentado.

-“NÃO!!! LUANA MEU AMOR!!! Eu prometo… Prometo… Que vou pegar quem fez isso com você… E vou fazê-lo pagar.” Grita seu namorado, agarrado em seu corpo, aos prantos.

-Espere Pedro, veja ali, não é um bilhete? – Grita Nick.

Pedro responde: Sim, é um bilhete, só que… Esperem… Foi escrito com… SANGUE

-Ah! Meu Deus… Ande Pedro, leia para gente. - Fala Patrícia em desespero.

-Deus do céu, diz: “Essa vadia mereceu morrer, ela pagou pelas suas escolhas erradas!”.

-Escolhas erradas? Como assim? O que ele quis dizer?

-Não sei Pat, mas vou descobrir quem foi e por que fez isso. Eu juro que não terei paz enquanto isso não acontecer. Lu, meu amor, não vou deixar isso que fizeram com você, sem justiça!

Após isso, todos entristecidos resolveram voltar para o lugar onde estavam as barracas, desarmaram-nas, pegaram tudo e foram para a casa do sítio. Ligaram para a polícia, relataram o ocorrido. Cerca de 30 minutos, os policiais estavam na cena do crime para fazer uma vistoria e levar o corpo de Luana até IML, para o médico fazer a autópsia e investigarem a morte da jovem. E todos voltam juntos para a cidade.

Manhã de 28 de Julho de 2007

Pedro levanta ao amanhecer e resolve ligar para seu melhor amigo, Tom, e contar o ocorrido com Luana.

-Tom, aqui é o Pedro.

-E aí cara, tudo bem?

-Não Tom, não está nada bem.

-O que aconteceu? – Pergunta Tom assustado.

E entre soluços e palavras, responde:

-A Luana, ela morreu ontem à noite. Foi encontrada morta no banheiro do meu sitio!

-Nossa, mas como isso, meu amigo? Morta como? Fica calmo, já avisou a polícia, estão trabalhando para resolver o caso? – Diz Tom apavorado.

-Não sei, não sei! Sim, avisamos a polícia, mas infelizmente eu acho que ainda vai demorar um tempo para descobrirmos quem é o assassino.

-Meu Deus do céu, Pedro que coisa horrível, você sabe que pode contar sempre comigo, né? Afinal, somos melhores amigos!

-Sim, obrigado cara. Agora eu vou tentar dormir um pouco mais, porque estou com muita dor de cabeça.

-Ok cara, até mais, fica bem.

-Até.

Daí em diante a vida de Pedro se transformou totalmente. Ele passou duas semanas trancado em sua casa, sem falar com ninguém, sem ver ninguém. Ninguém tinha noticias de Pedro. Até que um dia ele recebeu uma ligação de um dos policiais, dizendo que eles tinham notícias.

Manhã de 11 de Agosto de 2007

Chegando à Delegacia, Pedro dispara ansiosamente a pergunta:

-Bom dia, eu recebi ligação de um de vocês e, vim voando para saber quais são as noticias sobre a Luana?

-Então, o detetive Camargo lhe responde: “Olha, meu rapaz, tenho duas noticias para lhe dar. A primeira é que quem fez isso com a sua namorada, sabe exatamente como se manuseia um bisturi, pois os cortes são precisos e estratégicos. E o tipo de sangue que foi escrito no papel, não bate com o tipo de sangue de sua namorada. Ela é A+, o sangue que se encontra no papel é O+. Por acaso ela tinha alguma rivalidade, ou você tinha alguma rivalidade com alguém?

-Não, não tínhamos rivalidades com ninguém, vivíamos um para o outro em paz com todos.

-Ok, Pedro, assim que obtivermos mais informações, o avisaremos!

-Está bem detetive Camargo, muito obrigado!

Pedro agradece e vai embora.

Sabendo dessas notícias, Pedro ficou inconformado, pois o sangue que estava no papel não era o mesmo da Luana, então que tipo de coisa o assassino estava tramando? Algum joguinho para deixá-los sem pistas, para não conseguirem chegar até ele?

Pedro estava tão confuso que chegou a desconfiar de seus próprios amigos, mas logo percebeu a bobagem que estava pensando e desviou seus pensamentos.

Pedro conta aos seus amigos e, todos ficam espantados com o que acabam de ouvir, sobre a frieza do assassino. Então, logo se lembrou que Luana tinha passado pelo hospital a uma semana antes de sua morte, pois estava sentindo fortes dores de cabeça. Ela fora atendida por um médico que era seu amigo e coincidentemente o sangue dele era O+. Pedro sabia disso, pois o Dr. Diogo revelou em uma conversa que teve com Luana, e a moça ao acaso comentou com Pedro.

Lembrando-se disso, o rapaz dá um salto e vai correndo ao hospital falar com o médico.

-Foi você né seu desgraçado, você que matou Luana? – Pedro pergunta enfurecidamente

-Como assim? Luana morreu? – Pergunta Dr. Diogo, com aparência muito assustada.

  -Não se faça de inocente! Eu vou fazer da sua vida um inferno, pelo que fez com a Luana, você vai pagar por isso!

Depois desta ameaça, Pedro sai bufando de raiva, sem dar chance de resposta.

Noite de 11 de Agosto de 2007

Tom, sabendo de toda a história, liga desesperadamente para Pedro dizendo que o Dr. Diogo havia se suicidado naquela mesma noite e, que a notícia estava sendo divulgada em todos os jornais da cidade.

Os dois vãos às pressas para casa de Dr. Diogo. Dezenas de repórteres estavam na porta da residência. Como o caso era ligado ao caso de Luana, os policiais deixaram os rapazes entrarem para ver a cena do crime.

Ao entrarem no quarto do médico, lá estava ele pendurado no teto, com uma corda no pescoço e em cima de sua cabeceira, havia um bilhete.

-Veja policial, ali tem um bilhete. E aparentemente está escrito à caneta – Diz Pedro, curioso.

-Irei ler para vocês, mas fica só entre nós!– Exclama o policial.

No bilhete dizia: “Primeiramente eu gostaria de me desculpar por algum mal que talvez eu tenha feito. Não, não matei Luana e nunca pensaria nisso. Ela se consultou apenas uma vez comigo, e antes disso, éramos grandes amigos, jamais faria mal algum a ela. Não conseguirei  conviver com o fato dela ter sido assassinada, pois eu tinha um enorme carinho por ela. Lamento por tudo e espero que encontrem o maldito que fez isso. Adeus, Diogo”.

Logo Pedro pensou que fez mal em ter dado a notícia daquela forma, porque sabia que eles eram muito ligados, porém não tinha ciúme algum de Diogo.

No entanto, os policiais acreditaram que aquela letra não era de Diogo, pois ele era um médico muito conhecido e aquilo não chegava nem perto de sua letra. Então resolveram revistar as gavetas, armários, enfim, a casa toda do médico, em busca de outras pistas. Nada foi encontrado.

Então os policiais tiveram a brilhante ideia de olhar nos bolsos de Diogo. Lá encontraram outro bilhete, novamente escrito com sangue, contendo a mensagem:

“Ok, vou confessar, Diogo não se matou… Fui eu quem o matou. Sim, o mesmo assassino de Luana agora fez outra vítima, o metidinho do Diogo. Cuidado, você pode ser o próximo!”

Lendo isso, Pedro tinha quase certeza que se dirigia a ele essa mensagem. Porém, Tom também ficou em alerta.

Alguns dias se passam e Pedro encontra uma velha amiga de Luana.

Tarde de 20 de Agosto de 2007

Carol era uma garota linda, enfermeira, 24 anos, tinha uma enorme queda por Pedro, e estranhamente por Patrícia ao mesmo tempo, mas nunca contou nada a ninguém porque respeitava sua amiga e não queria ser vista como “lésbica”. E por incrível que pareça o sangue dela também era O+.

-“Olá, Pedro, fiquei sabendo da triste notícia sobre a Luana, sinto muito, meu bem.” Diz com segundas intenções.

-Oi, Carol, pois é, infelizmente aconteceu isso, duas pessoas inocentes já morreram por caprichos de algum psicopata, mas se eu pegar essa pessoa, ela não ficará impune.

-Pedro, por que não esquece essa vingança boba e não vamos fazer algo de produtivo, juntos?

-Carol, como você pode dizer isso em um momento desses?

-Ah, Pedro, a Luana já morreu mesmo e, eu sempre te quis, eu te amo você é muito lindo!

Diante desta circunstância, Pedro começa a analisar os fatos. Uma enfermeira sabe manusear um bisturi, uma garota que tem uma queda por ele e, não está nem aí pelo fato da amiga ter sido morta. Só faltava uma coisa para descobrir. Então pergunta:

-Carol, me tira uma dúvida? Qual seu tipo sanguíneo?

-É O+, por quê?  

Responde curiosa.

-Nada não, apenas para saber!

Pedro desconfia dela, porém não a acusa, para não acontecer o mesmo que ocorreu com Diogo.

Finalmente, Pedro diz para a garota que precisa ir embora para esfriar a cabeça.

Chegando a sua casa, toma dois calmantes e dorme até o dia seguinte.

Noite de 21 de Agosto de 2007

Pedro dormiu demais, pois estava muito cansado e ainda havia o efeito dos calmantes, mas acordou com um telefonema.

-Alô?

-Pedro! Você sabe o que aconteceu com a Carol? Acabaram de achá-la morta em seu apartamento, cara!  

Era Nick, que até então, acompanhara toda a história de longe.

-Como assim? Todos estão morrendo! O que é isso? O que faremos agora?

Pedro responde a Nick, em desespero.

-Porque não vamos até o apartamento ver o que está ocorrendo? – Pergunta Nick

-Sim, sim, vamos lá! Chegando ao apartamento de Carol, Pedro se depara com a mesma equipe de policiais que já começa a desconfiar de Pedro, pois ele estava envolvido em todos os assassinatos.

E completamente confuso e assustado pergunta aos policiais:

-O que está acontecendo aqui? O que houve com Carol?

-Ela levou um tiro de uma arma calibre 38 em sua cabeça, nós só a reconhecemos pela sua tatuagem em seu tornozelo direito.

O rapaz olha em volta, já em busca de algo e de repente fala:

-Vejam, ali tem um bilhete. Por favor, leiam…

No bilhete, também como os outros dois, escrito com sangue e dizia o seguinte: ”Outra vadia que mereceu morrer, além de dar em cima do cara que perdeu a namorada, ela gostava também da Patrícia, isso é inaceitável!”.

Pedro, ao ouvir o final do bilhete, começou a desconfiar de Nick, pois ele tinha um amor incomparável por Patrícia, e ele seria capaz de tudo para “proteger“ a moça, mesmo que ela o ignorasse o tempo todo.

-Estranho esse bilhete estar falando da Patrícia de modo tão íntimo, não acha Nick? – Perguntou sarcasticamente, ao amigo.

-Por acaso você está desconfiando de mim, Pedro?

-É o que parece, Nick!

 -E a troco do que eu mataria sua namorada? Mesmo assim obrigado pela amizade, nunca mais olhe para minha cara!

Ao ir para casa, Nick refletiu sobre o que aconteceu e se indagou pelo fato do assassino saber tudo aquilo sobre Carol. Estava sentado em sua cama, neste momento e, ao levantar-se, viu uma sombra passar por sua janela. Assustado ele resolveu ligar para polícia, porém quando a polícia chegou, já era tarde demais. Nick estava morto e outro bilhete com sangue estava em cima de seu corpo.

Manhã de 22 de Agosto de 2007

Ao acordar por volta das 8 da manhã, Pedro foi notificado através de uma intimação a comparecer à delegacia, devido ao assassinato de Nick, depois da discussão que teve com Pedro.

Indaga o detetive Camargo:

- Então Pedro, me conte, porque que você assassinou Luana, Diogo, Carol e Nick?

-O que? Vocês estão desconfiando que eu seja o assassino de todos eles? Por quê?

Você estava envolvido em todos os assassinatos, você sempre estava lá e, Nick ligou para polícia dizendo que tinha uma pessoa rondando sua residência minutos antes de ser brutalmente assassinado com 15 facadas pelo seu corpo. Pelo que me lembro, isso aconteceu logo depois de uma discussão sua com ele, na qual você suspeitou de que o assassino era ele. Então ele disse para você nunca mais olhar em sua cara!

-Mas isso são apenas hipóteses. Vocês não podem me prender ou me punir por achar que eu sou o assassino, sem provas.

-Nós podemos e vamos. Pois está na cara que o assassino é você, e quer incriminar alguém.

-Primeiro me diga uma coisa, tinha um bilhete na cena do crime?

-Sim, tinha sim.

-E vocês já leram o bilhete?

-Achamos desnecessário ler, antes de você chegar.

-Eu peço que leiam antes de me prender, por favor.

No bilhete estava escrito: “Rua Estreita 254, sala 5. Procurem nos guarda-roupas às 11:30h”.

O policial resolveu atender ao pedido de Pedro. E, após ler olha para ele com cinismo e diz ironicamente:

-Hum, interessante! Vamos lá ver e logo voltamos, enquanto isso você fica na cela, vamos aproveitar que ainda são 10:30h e, iremos mais cedo para ver se conseguimos pegar o suposto assassino em ação, caso não seja você mesmo, não é, senhor Pedro?

Chegando à esquina do hotel avistaram um homem vestido de preto com o rosto coberto entrando no hotel, achando suspeito eles entraram lá só que, novamente chegaram tarde, pois o assassino havia acabado de matar Patrícia. Ele estava escrevendo o bilhete com o próprio sangue que era tirado de sua coxa, através de uma seringa que ele mesmo operava.

Estava com um bisturi na mão direita. Sorte que antes que fugisse os policiais conseguiram detê-lo. Para surpresa de todos, o assassino era uma pessoa que os policiais não conheciam. Então o levaram para delegacia onde estava Pedro, para identificar o criminoso.

Na delegacia, tiraram a máscara do assassino na frente de Pedro que, quase desmaiando, diz:

-Então foi você? Por que você fez tudo isso? Por que matou todos eles?

-É tão simples, no começo era difícil pra mim, matar as pessoas. Mas com o tempo e o sadismo que adquiri após matar Luana, ficou cada vez mais fácil. Eu gostava da vadia da sua namorada, só que ela nunca deu bola pra mim, ela sempre preferiu o PEDRO a mim. Então eu resolvi matá-la. Meu plano era matar você depois, só que as pessoas foram investigando e investigando, no fim elas sempre descobriam que era eu, então eu acabei com todos, sem dó nem piedade.

E como você sabe melhor do que ninguém, eu já fui enfermeiro, então sei manusear muito bem um bisturi. Era tão bom ouvir os gritos de piedade delas, eu fazia corte por corte, o mais lento possível, só para sentir o desespero delas. Carol era uma idiota, ela gostava do popularzinho Pedro e também de uma garota, a Patrícia, então eu não podia admitir isso. Diogo, eu assassinei porque ele tinha um enorme carinho pela Luana, e eu tinha ciúmes, assim como tinha de você e, ele também estava investigando o assassinato. Por isso, eu fiz a morte dele parecer suicídio, mas vocês descobriram.

Logo, quem começou a ligar os fatos e descobriu tudo foi Nick. Após telefonar para polícia, ele ia ligar para você, e contar tudinho, isso que acabou fazendo com que eu o matasse. Por último veio a Patrícia, a tão arrogante Patrícia, que fazia o pobre Nick de gato e sapato, isso causou a morte dela. Só restou você Pedro, você é o único que eu mais desejei matar, só que resolvi te deixar por último, implantando uma bomba no quarto em que matei Patrícia, mas infelizmente meus planos falharam e você está aqui, vivo e preso, mas com minha confissão, você estará livre.

Lamentável! Mas é isso aí, eu matei todos porque eu amava a sua vadia, que por sinal amava muito você, isso me deu raiva e vivia me repetindo: Um dia você terá troco, meu melhor amigo!

-Então é isso, está provado que o assassino é o Tom, aquele que se passou de meu melhor amigo só para destruir minha vida, e acabou conseguindo, estão todos mortos! Mas como você mesmo disse: Isso um dia terá justiça.

O último bilhete que estava junto ao corpo de Patrícia dizia: “Game Over”.

Com o caso encerrado, Tom está atrás das grades, condenado a 75 anos de prisão. Atualmente ele está com 27 anos de idade e, sem direito à liberdade condicional, ou por bom comportamento. A justificativa de insanidade mental não foi aceita pelo júri, nem pelo juiz.

Pedro, todos os dias vai até o cemitério e passa cerca de uma hora e meia, no túmulo de sua amada Luana,à qual um dia, havia prometido passar todos os dias de sua vida ao lado dela.

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