Contos Minilua: A menina que queria voar (parte II) #164

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A menina que queria voar (novas prioridades e insanidades)

Por: Garota Infernal

Ficamos assustados com a revelação de Dora.

 Donadom pôs-se a chorar e a falar que “Ela piorou, piorou, piorou…”. Pobre homem. Eu fiquei pasmo, e tentava procurar uma explicação para lhe dar, pois eu preferia pensar que ouvi errado a pensar que ele poderia colocá-la num hospício. Seu Donadom se preocupava em tentar entender por quê, até que ouvimos passos doces…

Eu sempre sei quando ela está chegando. Ela tinha uma postura muito diferente da de hoje de manhã, agora parecia dissimulada e manipuladora, dava para ver em seus olhos. Olhando fundo neles, me lembrei da mulher na rua há alguns dias atrás. O que arrepiou todo o meu corpo em êxtase e medo. Não medo de mim mesmo, medo dela.

- Estava testando-o.- Disse me olhando fixamente e encostando o ombro na porta.- Para ver se ele me deixa fazer besteira. E veio me olhando fundo, abraçou meu braço direito. - Tenho certeza de que se ele for a festa, eu também posso ir. Seu Donadom aceitou na hora, pois aquilo era sinal de que ela havia melhorado. Melhorado… O lago era um lugar limpo de “Doras” naquele dia. Com certeza ela iria escolher um vestido o dia inteiro, e seus longos cabelos…

Apesar de não precisar de nada para ser linda, mas as mulheres são todas complicadas. Então decidi que iria nadar para pensar sobre tudo aquilo, sobre a mudança estranha de Dora e o que isso fazia com minha mente. Eu deixei meus pensamentos fluírem ouvindo ruído da água e olhando o céu azul. Meus pensamentos diziam para não me preocupar e deixar parado… Mas a água sempre me estimulava a pensar, tomar decisões. Naquele momento minha melhor amiga dizia para não fazer absolutamente nada…

Fôlego? Uma mera bobagem perto da minha procura por respostas. Mas era necessário sair e respirar para que eu não morresse sem elas. Ao colocar a cabeça para fora, flagro aquela misteriosa mulher me encarando. Está se despindo. Sinto um Dejavú ruim. Sua presença é tão encantadoramente perturbadora quanto a de Dora. E elas me tiravam o ar… Não se podia respirar perto delas. Fôlego? Uma mera bobagem perto daquela curiosidade. Precisava falar.

- Hey!- Chamei a atenção. Ela sorriu e me fitou com olhar quente e tirou sua última peça de roupa, mas eu estava firme e não cairia em nenhuma tentação. - Como é o seu nome? Quem é você? Ela entrou lentamente no rio. Eu fugiria, mas minha vontade de ficar era tão grande… Ela se aproximou, acariciou meus cabelos e disse ao pé do meu ouvido. - Seja gentil com elas… - Elas quem? Ela olhou para baixo e deu um tipo de sorriso tímido, mas de quem sabe o que faz. - A que você quiser… Mas será difícil distingui-la. E ela desapareceu no ar. No ar! Eu corri como um idiota, sem me vestir.

- O que foi meu filho?- Perguntou Dona Neide. - Uma assombração, Dona Neide. Assombração, coisa ruim, capiroto, demônio, diabo! E sorri para ela não pensar que eu era maluco. Ela olhou para fora e viu a boiada passando. - Acho que não estas acostumado com os bois. - Isso!- Falei aproveitando a deixa. E comecei a me benzer.

Quando cheguei o quarto rezei tudo quanto foi terço, oração, bebi água benta… Quisera eu que aquilo tivesse funcionado. E então ouço, para meu completo desespero, os pés doces, os malditos pés doces. Logo depois as pancadas fracas de punhos graciosos na porta. Ela entra e vem logo dizendo.

- Dona Neide pediu para você tomar esse… - Para!- Interrompi. Ela segurava um copo d’água, provavelmente a Neide se preocupou com meu desespero. - Parar com… - Para! para! para, para, para!- Berrei.- Pare, Isadora…- Falei em tom de súplica.

Ela me olhou com aqueles olhos de criança assustada e deixou o copo cair. Ela se abaixou e me olhou deixando lágrimas caírem de seus olhos. - Pare de entrar no quarto assim, de surpresa… E se eu estivesse despido?- Falei calmo, tentando remediar meu brado anterior. Mas seu semblante ficou sem expressão, ela apenas me olhava, piscava e lacrimejava.

- Me desculpe, Dora… Não quis ser grosso… Eu apenas… Me abaixei para tentar aquilo com a altura. - Eu apenas errei, fui grosseiro. Ao tentar abraçá-la, ela simplesmente fugiu em movimentos lentos medrosos sem tirar os olhos de mim. Sem tirar os olhos da ameaça que eu era. Me senti desolado… A menina não era o que vinha pensando. Achava que era como se mostrara mais cedo… E, mais uma vez, quisera eu e multiplicar em 100 para fazer um verdadeiro molho com todo o meu corpo. E se eu tivesse destruído a vida dela?

Eu não podia gritar, não podia gritar! Era apenas não gritar! Mas eu era burro e alienado. Gritei. Naquela hora senti que havia perdido Isadora para sempre. O almoço entre mim e ela foi seco, mas ela mostrava sinais de irritabilidade, não a fragilidade de antes. Ela não queria olhar o meu rosto, e eu tinha medo de olhar o rosto dela. O que fiz foi comer cada garfada com gosto de fel, e ansiar por uma palavra, um olhar, um gesto ou um toque.

Na verdade, eu queria isso há muito tempo. Com o fim do almoço agonizante, ela veio até mim. Deus! Veio até mim. Seu olhar não era de raiva… - Ainda quer ir a festa comigo?- Palavras… Eu fiquei sem fala… Ela sempre me deixa sem fala. - E-eu… Vou. - Ótimo, começa às 5 da tarde, sabe? Artimanhas dos rapazes… O aniversariante é um tanto quanto superprotegido, mas vai ser divertido. Dora sorriu. Sorriu para mim. Um gesto.

Foi andando até a porta, ia sair. Não pude controlar minha curiosidade e perguntei, automaticamente. - Onde vais? Dora se virou. Um olhar. - Eu.- Disse vindo em minha direção.- Não vou ver nenhum de seus amigos, nem a casa dos seminaristas. Eu não vou a nenhum bar, nem a casa de nenhum ser do sexo masculino do qual eu possa me envolver. Não precisa sentir ciúmes. Dora beijou minha bochecha. Um toque. - Vou a casa de Paola. A mãe dela fez um vestido para mim. E saiu aos pulos de alegria.

Ela quebrou meu coração. Minha cabeça parecia um copo. Ele enchia, enchia, enchia… Até transbordar. Eu não podia suportar tudo aquilo, mesmo sem saber que coisas piores viriam a acontecer. A ideia parecia idiota ou muito aleatória, sim, mas eu precisava. Então lá fui eu pegar meu chapéu. Meu destino era a casa do psiquiatra de Dora.

Donadom disse-me onde ele morava. É um médico aposentado, ele só atende Dora por ser amigo da família. No caminho eu passei por um jardim. Ele tinha rosas brancas, o que me lembrava a inocência e beleza de Dora. Ele tinha rosas vermelhas, o que me lembrava a malícia e sensualidade.

Rosas tem espinhos, branco e vermelho são cores simbólicas nessa história. Cheguei a casa. Era um tanto quanto longe, 3 quilômetros de distância, mas a minha cabeça não calculava muito bem distância, tempo, cansaço. Eu só pensava em Dora e tudo o que ela trouxe e viria a trazer para a minha vida. Na varanda havia uma mulher, tinha seus 35 anos. Ela cantava para crianças com um violão, tocava muito bem por sinal.

- Boa tarde, desculpe o incômodo. - Ora.- Disse se levantando e me estendendo a mão.- Com quem deseja falar? Beijei sua mão, como todo cavalheiro fazia naquela época. - Com Doutor Alfredo. Ele está? - Papai está na sala de estar, lendo… Ele não gosta que incomodem… É só com ele? - Bom, na verdade estou com problemas para dormir.- Menti.

- Oh, neste caso acho que ele vai ajudar-te. Venha comigo. E vocês…- Virou-se para os pequeninos.- Fiquem aqui, não é pra sair. E ouvi uma série de “Sim, mamãe”, “Sim, titia.”, “Volte logo.” com risinhos infantis. Lembrei que até bem pouco tempo esse era o comportamento de Isadora.

A casa era, realmente, muito bonita. Grande, fresca e bem decorada, mas eu ainda tinha impressão de estar em um lugar estranho, os objetos tem uma harmonia esquisita, não é como o toca discos e o quadro de Beethoven, mais que isso… Me mandava mensagens, isso é só um exemplo, mas tinha muito mais. - Papai… Você tem visita.

Ele estava de frente para uma gigantesca estante de livros em uma poltrona vermelha… Ele colocou a mão para fora de forma que podíamos vê-la, e acenou dizendo: - Pode ir, minha filha. - Com licença.- Disse ela, olhando para mim. - Sabe, filho.- Começou.- Quando eu era jovem como você, eu fui a uma loja de penhores. Esta estante era do dono da loja… Eu gastei muito dinheiro e falácia para tê-la… Eu jurei para mim mesmo que encheria de livros, sem preconceito com os assuntos… Leria todos, com o mesmo interesse e a mesma fome…

Este é o sentido da vida. Me questionei como ele sabia que eu era jovem se nem tinha me visto? Não tinha ouvido minha voz… - Como sabe de minha jovialidade, senhor? Ele virou a poltrona e me olhou com olhar de sabedoria, sabedoria e superioridade. - Espelhos.- Respondeu.- Eles revelam as pessoas… Para si mesmas e para os outros. - Disse olhando para um espelho que havia em cima de uma mesinha perto da janela. Apontei para a cadeira em frente à mesa com um olhar de “poderia?” e me sentei quando ele acenou que “sim” com a cabeça.

- A cerca de que?- Perguntou acariciando o punho da mão esquerda. Eu estava muito receoso. Aquele homem poderia arrancar a verdade de qualquer pessoa, parecia ter o poder de controlar mentes. Quanto ele perguntou “A cerca de que?” eu iria dizer “Dora, sou apaixonado por ela e ela me faz ter vontade de me matar!”, mas pensei melhor e selecionei minhas palavras. - Dora… Estou começando a ter uma amizade com ela, mas não entendo a forma como age. Ela é infantil, as vezes… O que ela tem? Ele agilmente respondeu. - Nada. Ela não tem nada. Quando Rosa, a mãe dela, morreu ela se sentiu muito sozinha. Rosa sim tinha problemas

- Que problemas? Ele sorriu, assim, intimamente. - Ela não deixava a filha ter amigas, se tornando a única amiga de Dora. Era a única pessoa com quem brincava. Rosa morreu quando Dora tinha 6 anos, e a menina se refugiou em seu mundo interior, era onde sua mãe estava viva. E ela se preservou como uma criança, até agora. Mas é só uma fase, é como ela encarou o trauma, Donadom disse a todos que ela é doente por medo…

Para protegê-la do mundo. Ai está uma atitude que nunca aprovei. Estranhei a rapidez da resposta e a traição do código de ética médica. - E o seu problema? Sem família, um desconhecido, forasteiro. Qual se objetivo aqui? - Nenhum, senhor. É que tudo aqui… Me tratam bem. - Nem tudo é o que parece. Ele parecia me desafiar em cada palavra, em cada olhar. Alfredo me dizia com os olhos “O que vais dizer?” - Eu costumava ir e não voltar… Agora eu sei que eu nunca mais vou precisar ir. - Nunca tenha certeza, nunca se assegure, nunca faça planos. A vida é uma gota da água no mar… Não se sabe o que acontece com ela e ela é insignificante para o resto do mundo. Nunca diga nunca.

Ele se levantou da poltrona e guardou seu livro vermelho do qual não me recordo o título. - Donde vais?- Questionei. Sentia que ele tinha algo para me ensinar, e que deveria ficar atento. Alfredo me olhou e deu um sorriso irônico. - Estou gasto… Quando for velho vai sentir grande necessidade dos bem-vindos descansos diurnos. Aproveite sua energia… O porão. Quase me esqueci. - Senhor?- Perguntei. - A mãe de Dora tinha uma estranha brincadeira com o porão. Sempre quis investigar, mas agora não tem importância… Julgo eu que Isadora está curada. E se foi com sua bengala subindo o lance de escadas.

Aquele ser me dizia tudo enquanto não dizia nada. Não vi outra opção se não voltar para casa. “Tudo se encaixa. Dora não é doente, apenas sente falta da mãe.” Dora nunca foi santa. Ignorei as mulheres nuas na água, ignorei tudo pois… Sim. Eu iria a uma festa acompanhado por Isadora. Seu nome ecoa na minha cabeça e eu sussurro sem querer… Quando botei meus pés sobre nosso tapete com a simpática saudação de “Boas Vindas” senti o cheiro… Aquele cheiro. Cheiro do bolo de laranja de Dona Neide, e eu começava a associar ela a uma figura de mãe. Mãe que eu nunca tive. - És um menino bom, Gustavo.

- Dizia Neide enquanto acariciava meus cabelos. Eu estava um tanto quanto desconfiado, sempre ficava. Isso é algo que mudou em minha personalidade. Virei em direção para ela sem controlar meu olhar de bicho assustado. - Você foi muito bom comigo e com José, como um filho. Não tens família? Família. Assunto do qual ela nunca havia abordado. Não só ela. Ninguém. - Pode parecer brincadeira mas…

Nunca tive. Eu estava em casa, mas não estava em um lar. Mamãe era uma dondoca que gastava horas em festas de caridade, mas não percebia que seu gesto mais nobre seria me ajudar, ser uma mãe para mim. Papai era um burguês capitalista que só se importava com dinheiro, me colocaram em um colégio interno quando eu completei minha primeira década. Fiquei lá até os 18 anos, sem visitas…

Eu nem me lembrava do rosto deles… Fugi de tudo o que tinha a ver com eles e virei mascate. Ela me olhou de forma doce e sincera. Um olhar que só uma mãe pode lançar. - És meu filho de hoje em diante, e eu sou sua mãe. Boas novas, José volta amanhã do hospital! Meu coração se encheu de alegria com a notícia mas não tirou de minha mente aquelas estranhas questões que voltavam como raios. Algumas horas depois eu estava sendo engravatado pela minha, quem diria, mãe! Suas mãos ágeis acabaram o nó que, para mim, era a própria alameda do diabo. - É um homem feito, tem que aprender a fazer isso!- Dizia ela, em tom de “mãe”. - Eu sei, mas não sou bom em fazer nó…

- Que tal estou?- Perguntou Dora, fazendo aquelas gracinhas como colocar as mãos na cintura e dar rodopios. Lá estava ela, Isadora. Ela não tinha nada de especial. Ela vestia um vestido branco típico das meninas de sua faixa etária. Ela usava o mesmo batom vermelho-sangue. Ela usava as mesmas sapatilhas que iria deixar de lado para dançar. Ela estava com o cabelo trançado da mesma forma…

Mas ela,ELA… ELA! ELA. É que o vestido acentuava suas curvas e todos iriam querer devora-la como o morango mais bonito. É que o batom vermelho-sangue era um convite para um beijo em seus lábios carnudos e macios. É que as sapatilhas desprezadas… Quem dera fosse para ela dançar com eles. É que a forma como ela enrolava as mechas soltas do cabelo dela era motivo para agarrá-la ou trancá-la em um quarto e mandar nunca mais fazer isso. Ela era o pecado do mundo. Minha mente era a forca do mundo.

- Está linda, criança.- Exclamou Neide. Criança… Isso me fez sentir a culpa dos primeiros dias. Minhas pupilas deveriam estar do tamanho de uma azeitona, eu perdi o fôlego. Isadora simplesmente vira minha cabeça. - Acho melhor irmos logo… Onde está papai? - Ele está dormindo, teve uma péssima noite de sono perturbada por dores de cabeça. - Neste caso não pretendo acordá-lo. Ela olhou bem fundo nos meus olhos. Não faça isso, Dora. - Podemos ir? - Claro. Você quem sabe o caminho, então…

Ela sorriu e me puxou pelo braço. Saímos no crepúsculo ouvindo os “Vão com Deus”, “Tomem cuidado”, “Voltem cedo” de mamãe. - Sabe, Gustavo. Não conheço Adriel, mas Paola conhece e diz que é um bom rapaz. O que pensa a cerca de Adriel? - Não conheço.- Mas parecia que eu tinha dito “Afaste-se dele.”.

Ela se silenciou por um tempo, até que abriu um largo sorriso. - E Paola? Acha ela bonita? Era a regra dos homens. Nunca dê muito confiança para uma mulher. - Sim, acho. Chegamos ao aniversário. Uma festa bem grande, tinha a impressão de que toda a população de Minas Gerais resolveu ir à festa. Tinha muita carne, dança e música. Mas ainda era uma festa para jovens. Quando passamos da entrada do sítio, nossos mundos se separaram.

Ela era Isadora, amiga de Paola. Eu era Gustavo, amigo de Rafael. Aquela festa não merece ser descrita pois o que realmente aconteceu foi no final. Eu estava de saco cheio, é que Fabrício havia bebido demais, a ideia boba de Daniel, comprar bebida, levar algumas meninas para um canto escondido do sítio e fazermos nossa própria festa.

Teria dado muito certo se Fabrício não tivesse se embebedado e vomitado no vestido de uma garota que saiu chorando e correndo em busca de sua mãe(?). Fabrício estava ferrado. Os outros foram levá-lo para casa, e eu fiquei pois precisava ficar de olho em Dora. Senti um sopro no meu ouvido e me virei. - Dance comigo, Gustavo.- Pedia Dora. - Mas, eu…

- Apenas dance comigo. Seus olhos penetraram o fundo do meu ser. Não tinha como não dizer não. Começamos a dançar lentamente. - Gustavo! - O que foi?- Falei sentindo o cheiro de seu cabelo. - O que pensaria se eu te dissesse que eu tenho asas de verdade? Eu sorri para ela pensando que ela queria dizer uma outra coisa, mas eu percebi o que ela dizia quando acariciei suas costas e senti asas nela. Ela sorriu e eu fui ver o que havia e não havia nada.

- O que há, Gustavo?- Indagou. Naquele momento eu percebi que a linha entre a lucidez e fantasia em minha cabeça estava por um fiapo…

- Mas o motivo por sua solidão por toda uma vida é uma menina? Uma menina de muitos anos atrás?- Perguntou o médico que estava sentado ao meu lado. - Aqui estou, Doutor Oliveira, em meu leito de morte. Eu disse para o senhor que era uma história trágica, e agora começa o meu sofrer. Todos os enfermeiros que haviam cuidado de meu câncer estavam ali. Eu não tinha salvação, então o que fiz foi contar minha história, e eles estavam ouvindo atentamente a cada palavra enquanto eu voltava no tempo para contar minhas doces desventuras de 1945…

Por que 3 anos se passaram após Dora começar a arruinar o meu juízo de vez. No começo eram uns vultos, umas pessoas esquisitas. Mas nessa altura eu estava quase sufocando, me sentina uma pessoa amarrada dentro de um barril que enchia, enchia, enchia de água.

Tudo o que fiz foi dar ouvidos a Paola quando dizia que eu precisava de alguém para me divertir e de uma garota bonita para ir a festas e todas as baboseiras daquela época, e não foi surpresa quando a mesma revelou que esta garota era ela. Consumido pelo ódio e pela loucura, eu aceitei. Todos os dias eu ouvia os passos doces, mas quando eu ia atendê-los não era ninguém.

Eu tinha meus 23 anos completos! Datilografava para a polícia agora, e Dora havia mudado bastante, ela ainda tinha sua essência de menina, mas agora era uma menina-mulher. Eu não comia, não dormia direito. Eu pensava em, qualquer dia desses, pegá-la pelo braço e levar para longe. Como eu iria viver com ela? Como isso seria possível? Um grande dramalhão é o que parece, mas eu não tinha saída, eu não conseguiria… Eu dormia com Paola e sonhava com Isadora. Só neste dia as coisas foram diferentes, eu tive um experiência que nunca havia tido. Eu estava deitado em minha cama. Até que ouvi um pequeno choro.

No meu automático fui ver o que era e me sentei. A beira da cama surgia uma cabeça, um bebê, se bem que putrificado e meio azul, se tratava de um cadáver. Este bebê começou a se desmanchar, e seu molho de sangue virava vários bebês, e eles diziam que eram filhos de Dora, que eles iriam sofrer. E foi ai…

Foi ai que eu vi… Se tratava daquela mulher, a mulher que apareceu pra mim… Ela nunca mais havia me atormentado, pois havia mandado seus cervos.”Quando Satanás não vem manda empregados!”, mas ela era mais perturbadora, pois ela encantava. Ela, agora, tinha asas negras e vinha com suas palavras que, naquela época, eu não podia entender - Deixe que ela voe, está pronto para dar suas próprias asas a ela?- Disse dando uma gargalhada em seguida.

- Deixe-me em paz!- Exclamei com a garganta em chamas.- Deixe-a em paz! - É como separar o pó da água… Nem tente! Você é fraco… Mas deixa, ela mesma chegará até você. - Eu não tenho medo de você!- Menti.- Eu sei exatamente o que diz!- Menti.- Estou seguro!- Menti.- Confiante!- Menti. - E você é só coisa da minha cabeça. E de repente tudo acabou, assim, como um vulto que vem e vai embora.

- O senhor nunca pensou em ir a um psiquiatra?- Perguntou o Doutor, se aproximando de meu corpo “Quasimoto”. - Não… Naquele tempo nós enfrentávamos nossos demônios com nossa própria fé…Ou força… Ou convivíamos com eles e era o que eu fazia, foi o que eu fiz por toda a minha vida. Acordei de súbito como se o pesadelo não houvesse acabado. Ouvi os pés doces a beira da minha porta e a maçaneta girava sutilmente. Eu achava que era um sonho. Era um sonho. Dora vinha nua, como na primeira vez. Mas agora era diferente.

Me encarou por um tempo enquanto eu contemplava sua beleza dos céus. Seu corpo era perfeito, e ela agora tinha uma postura sedutora. Mas algo estava diferente nela. Isadora se aproximou de minha cama e sentou em cima de mim. Eu ia dizer algo, mas ela tapou minha boca.

- Xiiiu, menino doce.- Dizia me olhando com desejo.- Sem palavras, apenas gemidos. Eu quero ser sua. Sucumbi. - Eu não preciso dizê-los o que aconteceu depois…- Disse com um ar triste. E então chamei o Doutor Gabriel, um homem de seus 40 anos para perto. - Eu?- perguntou apontando para si. Oh, a marca de maquiagem de palhaço ainda estava em seu rosto. - Você precisa ouvir. Ele se aproximou solicito e segurou minha mão.

Eu tinha que contar. O que aconteceu foi que no outro dia, Dora não estava mais lá. A única coisa estranha era a cama, banhada de sangue, muito sangue. O lençol era vermelho de sangue, até que todo o sangue foi evaporando e flutuando até se separar até não existir. - Muito bem, Gustavo…

- Ouço bem perto do meu ouvido. Era o sussurro daquela mulher. Morrendo de medo, puxei o lençol para me cobrir completamente. Eu pensei em chamar a mamãe, em tudo, mas a coragem faltava. Mas o que mais me assombrava era a ideia de que a noite com Dora havia sido nada mais que uma ilusão, alucinação. Talvez eu devesse me consultar com aquele psiquiatra, minha cabeça está ruim já há algum tempo.

Também não é nada edificante ficar a escrever depoimentos cheios de atrocidades todos os dias, isso acaba com a energia de uma pessoa, e a cabeça também. Eu não aguentava mais, tudo me sufocava de todos os lados, eu tinha que dar ponto nisso… Mas qual era a solução? Uma pistola ou uma corda e um carro?

Sim, a pistola para estourar logo meus miolos perturbados, e a corda para amarrar a Dora… Que se dane, a infantilidade está apenas no olhar dela… Meus olhos verdes só passavam tristeza, eu era um maníaco, um morto vivo. Uma mentira. Os momentos bons em minha vida se resumem em uma grande mentira. Eu ouvi os passos doces, e agora os passos doces me fazem lembrar de tudo, do bebê, do êxtase, da mulher, do sussurro, do grito, da unha, do pé, do fio de cabelo… Toc, toc, toc! E todos os pensamentos foram abortados.

- Gustavo, preciso te apresentar uma pessoa!- Gritou Dora. Me vesti bem rápido e abri a porta. Esperava por tudo, pelo diabo, por Deus, pela morte, mas nada iria me fazer ficar tão boquiaberto. Eu estava abismado, chocado! E quem ela queria me apresentar? Quem se não uma cópia dela?

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 - Gustavo, esta é minha irmã, Bela. Ela esteve em um reformatório para meninas e agora voltou. Eu não pude esconder minha surpresa. Eu só via os lábios delas falando, mas não ouvia nada. Era como estar debaixo d’água.

- Por que nunca me falaram sobre ela?- Perguntei desconfiado. - Papai não gosta de falar, ela fez coisas erradas, por isso foi ao reformatório. Bela estendeu a mão para mim, mas eu não conseguia pegar. - Isabela!- Exclamou. - Gustavo, seu criado… Eu parecia um espantalho dormente que sofreu um AVC. 

- Espero que sejamos amigos!- Disse balançando minha mão. Oh, amigos, o que fazer se não pegar minha lâmina de barbear e cortar minha garganta ali, na frente delas? Duas Doras? É a loucura. - Você está bem?- Perguntou Dora, checando se eu estava com febre. Eu não respondi, eu ainda estava perplexo. - Você não jantou, veio direto para o quarto, ela chegou ontem antes da janta. Gustavo, você comeu? Eu não podia responder.

Não podia, as palavras não saiam. - Ele está anêmico. - Fraquinho!- Disse Bela pegando minha mão.- Precisa comer algo, Gustavo. Olha, no reformatório diziam que peste com fome não atrapalha!- Falou-me sorrindo. Eu sorri e segui ela. Dora não ligava, ficou em silêncio olhando para o teto. Comi o que Bela me dava enquanto contava suas histórias do reformatório.

Donadom estava irritado com isso, ele dizia para ela: “Bela, isto não é motivo para orgulho” e ela dizia “Ooops, pai-nosso rezarei!”. Ela era muito mais extrovertida que Dora. Ela era leve e tinha um ar rebelde e arrogante, mas era muito boa gente. Na verdade, pela primeira vez em anos eu estava feliz, ela me fazia sorrir. 

- O que você fez, hein?- Perguntei segurando sua mão e desenhando círculos sentindo sua pele macia. -Ah, coisas que eu não me lembro mais… Na verdade foi uma idiotice… - Ela deu um sorriso triste. Ironia? Faz todo o sentido…- Não quero lembrar. - Se você não se lembra é porque não é importante. Ela deu um sorriso realmente feliz. - E então, como foram os anos neste hospício?

Eu não podia me atrever a ser sincero. - Bom, sua irmã vêm melhorando. - Hum, bom pra ela.- Falou pegando um cigarro do meu bolso. - Isso não é para menininhas como você!- Falei arrancando-o. Ela olhou para os lados e constatou que não tinha ninguém em casa. - Você…- tentei perguntar, mas ela me empurrou no carpete. - Eu não sou tão menininha assim, Gustavo! - Bela… Ela se sentou em cima de mim e ficou olhando-me. - Ponha um sorriso nesta tua cara, menino… Aquilo me fez pensar, “Será que foi ela?”…

Nem me ousava a perguntar. - Melhor sair, seu pai pode interpretar mal e eu preciso ir ao trabalho. - Eu também tenho crimes para contar, Gustavo. - Sim, você tem, mas vai me pagar para escrever? Ela se debruçou em meu peito com o rosto deitado em seus braços cruzados e me lançou um sorriso encantador… Naquele momento, não existia mais Dora. - Não, você quem vai querer escrever.- Sim, eu vou querer escrever, amor meu… Era o que estava pronto para dizer. Mas eu não podia.

Eu me levantei, e ela foi se erguendo encostando em minhas pernas, como uma cobra deslizando. - Vai implorar. - Bela… Não! Ela sorriu de novo, aquele sorriso natural, sem sarcasmo. - Eu não mordo! Eu estou apenas brincando, eu sou uma garota de respeito. Olhei para a mesa que havia na sala e em cima dela havia uma carta para mim. Fui ver. Esquisito, sempre que me mandavam alguma coisa alguém avisava.

- O que é?- Pergunta Bela me abraçando por trás. - Meus pais… Meu pai está doente e eles querem que eu tome o controle da empresa. - Que empresa?- Perguntou. - A maldita empresa da família. Só se preocupam com o dinheiro…- Falei suspirando. - É triste quando os outros te obrigam a fazer aquilo que você não quer.

Me surpreendi com meu próprio ato: me despedi dela com um beijo na testa. É que eu só beijo a testa de quem amo muito… Não entendo este gesto, mas pra mim parece o carinho mais bonito, um carinho inocente… Algo que você só compartilha com quem gosta de verdade. Você pode beijar uma prostituta, mas você deve se afastar dela quando beijar sua testa. Perguntei para Donadom sobre Bela e a resposta foi:

- É uma vergonha, uma degenerada, se bem que coitada pois sofreu com a morte da mãe. Mas amo-a, talvez você possa colocar um pouco de juízo na cabecinha dela? És um rapaz tão íntegro, honesto, trabalhador, esforçado… Para resumir, passei tempos ótimos na companhia de Bela. Ela era a face próxima e divertida da Dora… Se bem que Dora não era mais tão importante para mim, e eu comecei a perceber um certo ciúmes.

Eu ensinava leitura a Dora, mas agora eu nadava com Bela. Eu sentava ao lado de Dora no almoço, mas agora eu e Bela pegávamos nossos pratos e íamos para a varanda conversar. Bela tinha esse jeito sedutor, mas era com todos, fazia parte de sua essência. Mas tudo virou de cabeça para baixo naquele sábado. Era chuvoso e frio… Dora piorou, surtou.

A gata estava grávida, havia parido. Donadom confiou que Dora estava curada, por tanto, contou que os filhotes eram do próprio filho da gata. Dora enlouqueceu. - É UM PECADO, UM PECADO, UM PECADO, UM PECADO SEM PERDÃO!- Exclamou aos berros e lágrimas. Eu senti pena e Bela ficou assustada.

- VOCÊ, TEM TUDO  A VER COM VOCÊ!- Disse apontando para Bela.- VOCÊ TROUXE O DEMÔNIO PARA CASA, VOCÊ TROUXE O MAL PARA CÁ E DESTRUIU TUDO… TUDO, TUDO,TUDO, TUDO,TUDO… - Você trouxe o demônio para cá…- Falou Bela, bem baixinho. - O QUE?- gritou Dora. - VOCÊ TROUXE ELE PRA CÁ! Com medo de seu Donadom ficar doente, mamãe mandou eu resolver. - Ou será que quer que eu mostre o livro para papai? Hein? O livro que a mamãe te deu…

- Você tem inveja por que eu ainda falo com ela!- Dora agora tinha um sorriso sarcástico e louco, que junto com seu rubor e lágrimas traziam uma face escondida de Isadora. - Você está louca, Isadora, louca! Mamãe está morta! - Não, ela fala comigo, me prometeu que vai me ensinar a voar, ela disse!- Disse com convicção. Ouvi miados esquisitos e fui olhar a varanda. A gata chorava e quando fui até a caixa vi a coisa mais grotesca: dos 5 filhotes que haviam, 4 estavam com os pescoços quebrados, mortos. - Dora!- Gritei. Ela me olhou com raiva, mas seu sorriso ainda jazia ali. Eu não podia acreditar…

- Monstro!- Exclamou Bela. Ela olhou brevemente para Bela antes de correr em direção a caixa, e eu tentei pega-la mas era tarde demais: Ela torceu o pobre pescoço do último filhote vivo. - Pronto, o primeiro sacrifício está feito. E então veio o médico por trás dela, dando-lhe uma injeção para que durma. Acho que a mamãe quem chamou, ou Seu Donadom, ou qualquer outro hóspede. - Pobre moça… Perdeu a razão. Vê-la estendida no chão foi horrível, e elas falavam da mãe delas… Eu deveria tirar essa história a limpo. - Vamos ver como ela reage ao remédio, talvez tenha sido apenas um surto…

- Disse o médico fazendo não com a cabeça como quem diz “Morreu muito jovem.”. - Eu não acredito que esteja louca.- Falei. - Vamos deixá-la dormir… Colocamos ela na cama e fomos dormir. Antes de abrir a porta do quarto eu precisava matar minha curiosidade. - Que história era aquela da sua mãe? - Mamãe… Nada… - Que livro? O que foi? - O livro… Mamãe fantasiava muito e…- Ela hesitou em dizer. - Continue, conte até o fim. - Dora sempre amou pássaros e a mamãe deu um livro pra ela, desde então era gosta de pássaros, e… - Você não fala coisa com coisa…

- Poxa, Gustavo, não faça-o difícil! - Ajude-me a te ajudar. - Não temos salvação… É tudo o que posso dizer.- Seu olhar era o de um náufrago que não podia se movimentar. Não há saída, não há volta. Abriu a porta e me deu um último sorriso.

Um sorriso triste. Irônico? Faz todo o sentido. Pela manhã tivemos a constatação de que Dora estava louca, ela dizia ser Bela, dizia que não podia ser levada, dizia “Por favor, não me levem! Eu sou Bela!” Tive pena dela, pena do que ela se transformou. Ela era tão linda, eu amei-a com todo o meu ser. Sofri por ela e hoje ela se vai dessa forma. - Bola pra frente!- Exclamou Bela ao ver Dora ser levada no carro do manicômio. - Por favor, precisam acreditar em mim, eu sou Isabela!- Gritava Dora.

O carro se foi levando meu amor adormecido. Ela segurou minha mão e debruçou seu rosto em meu ombro. Eu ainda não acreditava, foi uma hipotermia. - Preciso falar-te, Gustavo. - Tudo bem. Eu fechei os olhos e deixei uma única lágrima cair antes de irmos até o “Nosso lugar da varanda.” - Sem rodeios… Estou grávida e o filho é teu!- Disse daquele jeito direto dela. - O que?- Parecia que eu tinha acordado com blocos de gelo em cima de mim. - Desde que eu te vi eu desejei, eu fui até o seu quarto, você não prestou resistência e eu estava em meu período fértil, eu…

- Explicava de uma forma ingênua e engraçadinha. - Donadom vai me matar!- Falei levando minhas mãos a cabeça. - Já era de se imaginar, Gustavo! - Me recuso a acreditar, é uma de suas brincadeiras… - Não, Gustavo. Eu te amo, e quero ter esse filho com você. Gustavo, se eu não te amasse eu iria embora daqui, me virava… Mas tudo o que eu penso é que uma vida sem você não faz o mínimo sentido. Bela pegou minha mão e deitou em seu ventre. - Gustavo, você quer se casar comigo?

Reaja! Comente!
  1. Bruno Rafael

    10 de fevereiro de 2014 em 10:02

    Muito boa, estou esperando pelos próximos capítulos.

  2. ultramen Tiga

    10 de fevereiro de 2014 em 09:25

    CORREEEE!

  3. Lakter X

    9 de fevereiro de 2014 em 23:52

    Eu fiquei mais interessado na história com essa segunda parte.
    Aguardo o desfecho.

  4. -_thiago_-

    9 de fevereiro de 2014 em 22:52

    Apesar do conto ser gigante, me prendeu ate o fim. O suspense foi muito bem inserido no texto, a forma como Dora reagiu ao incesto entre os gatos foi bem interessante rs… Aguardando as próximas partes :3

  5. Shun dlç

    9 de fevereiro de 2014 em 22:50

    Vah lá Cat, vc escreve bem pakas

  6. Nameless

    9 de fevereiro de 2014 em 21:36

    Eu vi 168 comentários e pensei “nosssssa, essa porra deve tá muito da foda!”

    Gostei bastante da segunda parte, tanto quanto da primeira, mas acho que o texto ficou um pouco desorganizado, sendo fácil você se perder em algumas partes e ter de reler para encontrar o sentido da coisa toda. Mas tô gostando desse negócio, veremos como acaba.

    Sobre os comentários, sério, eu acho até divertido como os caras se embrenham em discussões por motivos idiotas e que não vão levar a nada… Apenas buscando umas migalhas para um ego faminto…Só mandem um ao outro se fuder e acabem logo com a porra da briga que ambos poupam tempo.

  7. Esther Furtado

    9 de fevereiro de 2014 em 18:55

    Uhn… Oi, G.I. ^3^
    ~Antes que você se pergunte de onde infernos do diabo a quatro eu brotei, eu nunca vim aqui ;u;… Nos comentários pra falar, pelo menos o3o~
    Eu estou impressionada com seus textos, verdade. Você tem tanto medo das críticas e de decepcionar as pessoas, e eu não acho motivos para isso, praticamente. Maaaaas, cada coisa tem seu ponto que deve ser melhorado, né? ;u;
    Creio que você deveria separar melhor as falas. às vezes eu vejo uma coisa, só que tem a fala de outra pessoa unida à dela, eu me confundo toda e tenho que reler algumas vezes pra definir cada qual, embora não sempre ;-;
    Vou me sentir idiota se eu for a única com esse problema ._.’
    Ah, se for pelo tamanho, você podia dividir em mais partes? Porque isso tá me deixando louca ;UU; Eu agradeceria infinitamente se dividisse cada fala de X personagme em um parágrafo diferente, poderia fazê-lo?
    E… Você tem um bom vocabulário. Ótimo. – Embora eu já houvesse percebido isso pelos seus comentários, socorro -.
    Continue assim! *^*
    Awn, mesmo que seja quase bobagem, não tente ficar agradando os outros ou com medo de decepcioná-los. Se achar que está bom, estará. Agrade a si mesma, pois isso é o mais importante. <3

    ~P.S: Eu sei muito bem quem são os barraqueiros e o povo que só enche o saco pra arranjar briga aqui. Não pensem que não vão receber coices se vierem. -3-

    • Garota Infernal

      10 de fevereiro de 2014 em 00:07

      Ester, primeiramente bem-vinda. Na verdade eu não consigo fazer um texto sem separar as falas, é automático, to sempre apertando enter direitinho, e quando você ler a primeira parte vai ver que eu separo, mas o quando postou aqui deve ter tido algum problema que deixou tudo junto.
      Eu to separando em partes, mas em meus contos eu tenho que dizer tudo o que tem pra dizer, quando eu tentei escrever um conto mais curto acabou sendo um fiasco, por isso é tão grande. Meu medo de fracassar vem daí, eu recebi críticas duras e isso criou um certo compromisso com os leitores por que eu li que “Você não tem compromisso com o leitor” e eu decidi ter daqui para a frente.

      • Esther Furtado

        10 de fevereiro de 2014 em 18:48

        *Esther* ;u; Obrigada! ^w^
        Aw, entendi. Tudo bem, foi só pra constatar mesmo, já que fiquei praticamente doida com essa falta de espaços c_c
        Bem, qualidade não é quantidade! Mesmo que receba um taco de bastão te dando um Home Run de críticas, você não precisa ter medo disso. Qualquer coisa que escreva, sempre vai vir alguma pessoa pra tentar te dar um banho de água fria, mesmo que o que você escreva esteja perfeito e a criatura queira achar farpa solta em floresta. Você podia escrever um de apenas uma parte, mas ‘longo’ o suficiente para detalhar tudo. Não vejo nenhum problema nisso, oras.
        Não ter compromisso com seus leitores? Se você se esforçou e teve confiança que iriam apreciar, você teve sim compromisso! Ou simplesmente escreveu e jogou algo aqui para lerem e ter notas boas? Conhecendo você pelos comentários, não creio que faria algo do tipo.
        Não é por não se agradarem que você não tem compromissos, acho que deveria apenas rever esse seu conceito :3

        • Garota Infernal

          11 de fevereiro de 2014 em 16:02

          Obg. Você é muito legal, deveria comentar mais 😀

  8. Isabele Gonçalves

    9 de fevereiro de 2014 em 16:13

    até então ficou bem legal,bora esperar a proxima

  9. Emmanov Kozövisck

    9 de fevereiro de 2014 em 15:11

    Crítica sobre o texto “A menina que queria voar”, de Garota Infernal – parte II de IIII.

    NÃO TENHA PREGUIÇA DE LER, POIS EU LI A SUA TESE DE DOUTORADO.

    Para começar, eu gostaria de fazer uma comparação com esta etapa da narrativa com uma música do Angra que me remete muito a este texto (sou fanboy do Angra, e sempre serei).

    The Voice Commanding You
    War games inside your brain
    You got to fight alone
    Falling back, your sanity has gone

    Why’d you ever think that you could run away from pain?
    Sorry man, your tries were all in vain

    Wandering ‘round like a phantom in the dark
    And you’re waiting for the night to come
    Lunacy attacks and you struggle to hit back
    You’ll be waiting for the morning sun

    I’m the voice commanding you
    Divided we’re nothing – united we’re breaking the rules
    I’m the voice commanding you
    Someday the madness will loose control… over you

    Dreaming on, you can fly in a never-ending story
    Where the sun will shine every passing day
    Free your mind, let your spirit go free into the night
    Let the minutes be gone and fly away

    Coming in and out the confusions in your mind
    Going crazy as the night moves on
    Playing with your head now you’re wishing to be dead
    And you’re praying for the dawn to come

    I’m the voice commanding you
    Divided we’re nothing – united we’re breaking the rules
    I’m the voice commanding you
    Don’t let the madness assume control
    Over you, over you, over you

    I’ll be there reminding who you are
    All the time with no escape
    You look inside the voice is calling you
    Take your chance it’s never late

    I’m the voice commanding you
    Laying down the law
    Divided we’re nothing – united we’re breaking the rules
    I’m the voice commanding you
    Can’t make me go away… I’m over you

    I will never surrender

    I’m commanding you
    Laying down the law over you
    A border line
    That you can’t hide
    The voice commanding you

    “Eu sou a voz comandando você
    Separados não somos nada – Unidos estamos quebrando as regras
    Eu sou a voz comandando você
    Um dia a loucura vai perder o controle – Sobre você”

    Pois bem, concordo que esta música deixou meu comentário bem longo, mas vamos ao que interessa: você usou algum tipo de droga enquanto escreveu este texto? Sinceramente, eu me senti drogado enquanto lia isto. A história é realmente fascinante e real, porque em muitos casos de histórias assim, os amigos sempre estão presentes e os amores, mesmo que não se realizem, permanecem vinculados com a personagem principal até o fim da história – enquanto você “eliminou” a Isadora mais rapidamente do que eu imaginei (porém suponho que ela retorne).
    O enredo foi trabalhado e a história foi envolvente. Eu entrei nos devaneios de Gustavo, pois eu me sinto de forma semelhante (não na linha do amor e erotismo, mas sim em outra região), e por esse fator eu me transformei em um fã da sua história. Os personagens foram bem caracterizados e eu senti as emoções enquanto lia (malditas células espelho). Porém, novamente direi que a caracterização do ambiente foi fraca. E digo mais: sem querer ofender mas já ofendendo, Garota Infernal, as suas transições de fatos são péssimas. Assim como na primeira parte, eu precisei reler alguns trechos para entender o que estava acontecendo, pois você começou a falar de banana e logo depois disse sobre a Revolução Soviética (representação). Não sei se isso foi intencional para envolver o leitor nos pensamentos de Gustavo, entretanto eu acho essa sua organização inadequada – há maneiras mais eficientes de nos levar aos devaneios de Gustavo sem tal desorganização (se esse for o caso). Use símbolos para separar regiões e acontecimentos, mude as cores na hora de escrita (eu sei sobre o que falo, pois no Orkut adquiri grande experiência em textos narrativos de lutas envolvendo mais usuários – as chamadas lutas entre fakes. Nelas desenvolvi um senso de organização e harmonia textual excelentes – mas reconheço que o Minilua não tem flexibilidade com HTMLs e textos assim não são escritos com cores e imagens).
    Outro ponto negativo: as falas e acontecimentos estão extremamente confusas – ora não sei se alguém está falando ou se um fato está acontecendo, e certas vezes não sei quem fala. Suponho que a falta de organização é o seu pior problema. Escreva como se você fosse o leitor, e não para si mesma.
    Mais errinhos de português…
    Dora, a psicopata maníaca usuária de crack e que mata gatinhos inocentes. Deveria ser estuprada.

    Nota da parte II: 7,9. Embora ela tenha sido mais interessante do que a parte um, textos maiores necessitam de maiores responsabilidades – e você não apresentou isso. Mas a história está excelente. Estou curioso para ler mais!

    Venha para o Lado Negro da Força.

    • Emmanov Kozövisck

      9 de fevereiro de 2014 em 18:49

      16 comentários sobre a minha crítica.
      Expectativa: nossa, eles realmente leram o que eu disse e estão dando críticas positivas e negativas sobre o meu comentário.
      Realidade: chat.

      #Chateado.

    • Garota Infernal

      9 de fevereiro de 2014 em 16:12

      A transição dos fatos é tão brusca e rápida por que há um buraco entre eles, eu simplesmente não posso fluir, é como um filme com muitas cenas, sabe? Eu poderia fazer um diário de bordo e estar sempre na cola do Gustavo falando sobre cada passo dele, mais eu vejo esse vazio entre os fatos como um recurso seguro para o meu texto, algo que você só entenderá depois, é que eu preciso de um gancho para que os fatos não se tornem idiotas… É como aquele livro famoso que eu esqueci o nome onde a personagem principal começava o livro ruiva e de repente nos deparamos com um “Eu prendi meus cabelos negros” nas últimas linhas. Eu usei de muitos estímulos pra escrever, mas não usei drogas. Eu ouvi música, vi fotos de pessoas, eu li livros só que sobre outros assuntos, eu joguei jogos e fiquei pensando na minha vida, e fui fazendo analogias para criar os fatos, ex: eu encontrei realmente minha gata cruzando com o próprio filho. Eu precisava de um pavio para Dora explodir. Eu ainda estou no conceito “le temps détruit tout”, por isso fatos tão rápidos e reais. A ambientalização, sei que é um erro mas eu tenho problemas nela, na verdade, escrever é como dançar para mim, e nessa dança eu esqueço do cenário, mas eu vou precisar realmente de pensar melhor e executar isso nos próximos capítulos.
      Peço desculpas pelos diálogos, mas é que eles ficaram colados, apenas os parágrafos foram respeitados de forma que ficou confuso até para mim entender, mas a culpa não foi minha, acho que se fosse de outro jeito teria dado para entender.

      • Lucas Rodrigues

        9 de fevereiro de 2014 em 16:55

        Meus planos mudaram, vou postar o conto amanhã de manhã, hoje não vai dar. É que eu tenho que ver um filme que eu esperei muito tempo pra assistir e não posso deixar passar essa oportunidade, durante a semana não terei tempo para ver esse filme, então reservei logo pra hoje.
        Não fique chateada por causa deste pequeno adiamento, é que as vezes eu tenho essa mania de prometer e não cumprir rsrsrs 😛

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 16:59

          Tudo bem… Como é o nome do filme?

          • Lucas Rodrigues

            9 de fevereiro de 2014 em 17:13

            O Senhor do Anéis: A Sociedade do Anel. Finalmente vou assistir esse filme épico XD
            Só agora que reparei, eu pensei que já eram 17 horas, mas aqui ainda são 16 horas e 11 minutos, então vou ter tempo de sobra pra ver o filme e ainda postar o conto hoje mesmo kkkkk não vou deixar pra amanhã o que eu posso fazer hoje.
            Portanto, pode esperar que daqui a pouco meu conto será lançado ^^

          • Jabuscrêison

            9 de fevereiro de 2014 em 17:10

            Hoje não tivemos um govorite usando os eslovos mais chudésimes criados por Bog. Será que poderíamos ter um agora?

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 17:21

              Horrorshow. Sobre o que devemos govoritar?

              • Jabuscrêison

                9 de fevereiro de 2014 em 17:23

                Moda. Mentira, dê-me um soviete de govorite

                • Garota Infernal

                  9 de fevereiro de 2014 em 17:30

                  Huum… Melhores formas de torturas? Eu rassudoco que uzetadas no plote de um maltchique até ele dar a pitada é um belo jeito de ver o crove vermelhinho escorrendo. O que você acha?

                  • Jabuscrêison

                    9 de fevereiro de 2014 em 17:39

                    A uze é boa para deixar uns amassados na pele e prodar uns critchos horrorshow do vonento que está levando toltchoques, já a britva é melhor para chamar o nosso druguinho crove vermelho vermelhinho, só que também faz ele fechar a rote mersque e ir ter um govorite horrorshow com o grande Bog (ou seu druguinho vermelho) muito mais facilmente, e a intenção é causar chumes chudésimes de agonia, então…

                    • Garota Infernal

                      9 de fevereiro de 2014 em 17:52

                      Eu não gosto de armas… A pitada vem escorre demais, nem dá pra aproveitar.

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 17:58

                      Depende de como você usar sua púcheca. É um tanto quanto horrorshow atirar no pé do brétchene e ucaditar ele critchando, enquanto faz alguma outra véssiche digna de esmeques com ele

                    • Garota Infernal

                      9 de fevereiro de 2014 em 18:01

                      Vou ali tolchocar uns funkeiros e volto depois. Te (sentimento desconhecido) s2

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 18:05

                      Existem funkeiros no Acre? Achei que vocês fossem mais desenvolvidos por causa da aliança com o povo de Urano O.o De qualquer forma, até mais, irmãzinha. Te *sentimento desconhecido* <3

                    • Garota Infernal

                      9 de fevereiro de 2014 em 18:00

                      É, olhando por este lado…

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 17:58

                      *de como você for

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 17:42

                      Estou poniando que a parte do “só que também faz ele fechar a rote” foi um tanto quanto confusa, mas acho que irá entender, irmãzinha

  10. Gaby Manu

    9 de fevereiro de 2014 em 14:48

    Video íntimo de Sabrina Sato caiu na Net !!!

    confira: http://ads.tt/S9WL

    • Garota Infernal

      9 de fevereiro de 2014 em 16:17

      Só faltava uma funkeira…

      • Lucas

        9 de fevereiro de 2014 em 16:20

        E ainda ela é fake de homem…

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 16:23

          E ainda passa vírus…

          • Lucas

            9 de fevereiro de 2014 em 16:36

            Da Sabrina Sato…

  11. willyam ricardo

    9 de fevereiro de 2014 em 14:13

    Tá muito boa a história.rsrs…

  12. gato do apocalipse

    9 de fevereiro de 2014 em 13:51

    A segunda parte ficou melhor que a primeira, esse tipo de temática não é meu estilo mais a leitura foi bem proveitosa. Mas para dar uma nota ou uma opinião aguardo o desfecho da historia.

  13. Vincent Valentine

    9 de fevereiro de 2014 em 13:48

    ótimo , essa segunda parte ficou mais foda que a primeira. 🙂
    Só me perdi um pouco nas falas dos personagens.
    Fora isso , tá perfeito 🙂
    Esperando a terceira e quarta parte 🙂

  14. Emmanov Kozövisck

    9 de fevereiro de 2014 em 12:24

    Crítica ao primeiro texto: “A menina que queria voar – parte I de IIII”.

    Inicialmente, o seu texto me pareceu enjoativo, mas não se preocupe, pois isso é ordinário na maioria das histórias. Você apresentou os personagens, as situações que eles viviam e eu comecei a me envolver na história. O percurso do personagem e o seu envolvimento com os personagens foi bem elaborado, embora o desenvolvimento inicial de como Gustavo chegou ao local fora precário (mas é compreensível, já que não é muito relevante na história, porém eu gostaria).
    Após ele conhecer Isadora, me senti fascinado com a história. Mesmo que o seu erotismo em relação a garota seja comum, o desenvolvimento dos sentimentos foi interessante, porém confuso. Eu mal sabia se ele sentia-se sexualmente excitado ou amava-a; ou as duas coisas.
    O desenvolvimento dos fatos foi feito de forma boa, mas senti falta da ambientalização (pois eu sou da época do Realismo). Após o relacionamento mais profundo com a família e com a garota ele se sentia cada vez mais sujo, embora as ideias de “suicídio ao ver uma mulher nua” e “morrer e inanição” sejam o cúmulo do ridículo, mostrando que a vida do personagem principal era uma porcaria.
    O desenvolvimento cerebral da garota para se aproximar do “senso comum de realidade” foi fulminantemente incomum, mas eu não direi nada sobre isso, pois ainda não li a parte dois.
    Novamente erros ordinários de ortografia e concordância pecaram e tiraram um pouco do brilho em sua narrativa, e alguns trechos eu precisei reler para entender, pois estavam um pouco confusos.
    No geral, a sua ideia foi comum mas o desenvolvimento dela foi incomum. Este romantismo entre os dois fora muito estranho, pois mal se conheciam, mas como dizem, o amor é inexplicável.

    Nota: 8,1.

    Saiba que eu descontei 0,9 por erros de concordância e ortografia. Muita atenção.

  15. Pinto

    9 de fevereiro de 2014 em 11:01

    1º conto do minilua que leio e gostei muito. Foi um conto que me prendeu até o fim, minha vontade é de ler todos os outros. Não se preocupe com os comentários negativos, sempre vai haver babacas, invejosos, medíocres, críticos ou pessoas que simplesmente não gostaram, faz parte. Esperando ansiosamente a 3ª parte.

  16. Lucas D

    9 de fevereiro de 2014 em 10:34

    Quando sair todas as partes eu leio.

  17. Lucas Rodrigues

    9 de fevereiro de 2014 em 08:43

    Não esperava que essa parte fosse de terror, achei que seria um conto de suspense, aquele suspense meio leve, mas me enganei. Realmente é um conto de terror, há alguns mistérios escondidos, mas que eu espero que sejam revelados na parte final.
    Bem, primeiramente, digo que a escrita permanece fortalecida pelo enredo que ela carrega, é um enredo que prende o leitor, é uma coisa assim… incrível! Mesmo sendo longo o conto me prendeu do início ao fim, a leitura foi de bom proveito. Mas, eu não posso deixar de citar algumas coisas que me incomodaram na narrativa. Os diálogos, esses sim são os que prejudicavam minha atenção durante a leitura. Estavam confusos e entendíveis ao mesmo tempo. Houve partes eu quem nem sabia mais quem falava, se era o Gustavo, se era Dora, que eu tive que reler alguns trechos pra entender melhor. Portanto, muito cuidado com os diálogos, eles dão total importância para o entendimento da estória, que é um compromisso do leitor, compreender a narrativa em seus mínimos detalhes, e o diálogo bem estruturado serve para o leitor desfrute deste entendimento fazendo-o ficar mais empolgado para ler até o final. As partes sobrenaturais da estória passaram muito rápido, poderia ter desenvolvido mais os mistérios que cercam a personagem Isadora, e ainda tem a tal da Bela, que é mais misteriosa do que a outra citada. Gostei da transição do drama para o terror, foi bem equilibrada, deu mais peso e mais dramaticidade para o conto.
    Espero que na parte 3 tudo seja esclarecido, e nela irei fazer uma avaliação completa de todo o conto, bem detalhada, acho que será o comment mais longo que irei fazer rsrsrsrsrs
    Por enquanto, nota 7,0 – Bom. Há certos detalhes que precisam melhorar, mas a escrita e a temática estão em prefeita introdução.
    Hoje eu vou postar mais um conto no meu blog, então Garota Infernal, peço-lhe, mais uma vez que esteja lá para fazer uma avaliação, mas este conto meu terá 3 partes, então sugiro que dê as suas primeiras impressões em relação à estória. Quero que a parte deste seu conto me surpreenda 😉

    • Emmanov Kozövisck

      9 de fevereiro de 2014 em 16:21

      Cara… O Lucas deu uma nota menor do que a minha. Vou entrar em depressão. 😛

      • Lucas Rodrigues

        9 de fevereiro de 2014 em 16:24

        Até março cara 😉

    • Garota Infernal

      9 de fevereiro de 2014 em 15:58

      Os diálogos ficaram confusos por que ficaram colados de forma que não se sabe quem fala, isso eu compreendo, mas deve ter sido algum erro ao publicar o post, se os devidos espaços estivessem ali seria tudo bem melhor entendido. As partes sobrenaturais estão passando rápido por que não chegamos ao terror, é como a montanha russa, subimos devagar até a queda. Eu criticarei seu conto.

      • Lucas Rodrigues

        9 de fevereiro de 2014 em 16:21

        Neste conto que irei postar (daqui a pouco), eu narrei a estória de forma bem simples, sem muitos termos complicados. Espero que esta forma simples de narrativa não seja um problema pra você, mas fique a vontade para criticar. Tô meio nervoso, mas faz parte, não quero lhe decepcionar nesta primeira parte do conto.
        Aproveitando pra dizer que este comment que você está lendo é o meu último… deste mês. Vou voltar só em Março, vou sentir saudades de você, do Nerd e do Jabus :’)

        • Emmanov Kozövisck

          9 de fevereiro de 2014 em 18:47

          Até Março, meu amigo. Retorne no dia 01/03 para me desejar feliz aniversário. 😛
          Vou sentir saudades (ou não – ou talvez sim).

        • Jabuscrêison

          9 de fevereiro de 2014 em 16:47

          Vou sentir muitas saudades. Até março, amiguinho u.u

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 16:24

          Volte logo…

      • Jabuscrêison

        9 de fevereiro de 2014 em 16:03

        Acho que é porque o conto é muito grande e os diálogos ocupam muito espaço se separados por linhas, então juntaram, mas… Nem para colocarem um espaço duplo depois de cada fala ;-;

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 16:13

          Esse é o problema, meu amor, nem eu consegui distinguir quem falava 🙁

  18. Moonlight Rebelde

    9 de fevereiro de 2014 em 02:21

    Contos Minilua: O Shemale Escrevendo Bosta parte II
    Na boa cara, vai arranjar um emprego, vai trabalhar. Você como escritor é muito lixo! Suas histórias são apelativas, clichês, desconexas. Enfim, você nunca vai ser alguém na vida se continuar escrevendo tanta besteira…

    • Lucas Rodrigues

      9 de fevereiro de 2014 em 08:58

      Cara, eu bem queria não te responder porque eu não quero alimentar um troll chato como você.
      Mas vamos lá, eu tenho algumas verdades pra te dizer:
      Você não tem o menor senso crítico, já deu pra perceber o vocabulário que você usa, não sabe argumentar a sua crítica, não fundamenta-a. Se o seu desejo é se tornar o maior hater da história desse site, saiba que o seu plano está dando certo. Continue assim, ofendendo, criticando, sem nenhuma base de argumentação, rebaixando o talento de outras pessoas. Só queria apenas um motivo para essa “rebeldia” sua, antes eu achava você um cara super legal, agora está se mostrando um troll, praticando bullying com alguns users daqui, seu comportamento tá sendo deplorável.
      Se for me responder, responda com educação, não tô afim de brigar, ainda mais se eu for perder meu tempo discutindo com alguém que nem sequer tem argumento ou inteligência pra discutir.
      Então, a mensagem está dada, espero que reveja seus conceitos, você não era assim, não sei o que o corrompeu, quero o Moonlight verdadeiro de volta, mas eu presumo que você continuará como está: alguém que não sabe respeitar os outros, e ainda por cima tenta desmerecer o talento dos grandes escritores que já passaram por aqui, e ainda tentou ME desmerecer julgando meu primeiro conto como uma piada. Só te digo uma coisa pra você fixar nessa sua cabecinha alienada: Críticas boas me fazem reconhecer o meu talento, críticas ruins me fazem erguer a cabeça e seguir em frente, pois nenhuma negatividade deve ser levada como uma decepção, e sim como uma espécie de turbina, que faz a pessoa ir mais longe para que ela possa melhorar mais e mais.

    • el chupacabra

      9 de fevereiro de 2014 em 04:12

      parece que a/o vayne tem vários fakes

      • Lucas

        9 de fevereiro de 2014 em 04:16

        Fake? só porque os dois odeiam a Garota Infernal, você acha que eles são a mesma pessoa?é isso mesmo?

        • el chupacabra

          9 de fevereiro de 2014 em 04:24

          basicamente sim

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 04:20

          Não que eu ache que seja fake da Vayne mas, namoral, ele disse que a Vayne é sexy… Just this..

          • Lucas

            9 de fevereiro de 2014 em 04:22

            Eu acho, só acho que ele quer ser ”Do contra”, enquanto muitos odeiam a Vayne , ele gosta dela e assim por diante…

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 04:37

              Mas todos devem me amar… EU SOU UM ANJO EM P’SSOUA!
              [img]http://4.bp.blogspot.com/-r3YT2mVPPxw/TpcT2UkCtcI/AAAAAAAAArk/jMxhZ_jxS6U/s1600/snapshot20111009180534_thumb%255B1%255D.jpg[/img]

    • Garota Infernal

      9 de fevereiro de 2014 em 02:44

      “Moonlight brigando consigo mesmo sobre seus comentários e sua existência.” Aponte meus erros.

      • Moonlight Rebelde

        9 de fevereiro de 2014 em 03:30

        A escrita parece ter melhorado bastante (se é que foi você mesma quem escreveu ou não arranjou alguém pra passar a limpo) mas a história em si continua um lixo não reciclável!
        Vocês do conto Minilua nem sequer conseguem elaborar uma boa trama. Uma história com personagens autênticos e memoráveis. É sempre aquele mesmo drama introspectivo pobre e sem movimento. Ou então aquela fantasia clichê que mais parece roteiro de episódio de desenho animado (kkkkk o Ceifador que piada!). Cadê o desfecho surpreendente, o desenrolar tenso e inesperado? Não tem trama. Sua história simplesmente é previsível (não no sentido que a pessoa sabe como vai terminar, mas no sentido que a pessoa já sabe que o final não vai ter graça). Sua história não estimula o leitor, não prende. A maneira como você conduz a história é péssima, é incapaz de introduzir o leitor ao seu universo, sob o seu contexto. É cansativa e não remete a nenhum tipo de reflexão. Ou seja, você ainda vai ter que amadurecer muito, reavaliar seus conceitos literários, sua temática, ler muuuuuuito. Enfim, vai ter que nascer de novo!

        • Jabuscrêison

          9 de fevereiro de 2014 em 04:48

          Então você é o tipo de gente que só gosta de algum livro/filme se tiver gostosas, carros, armas e explosões? Acho que quem tem que reavaliar os conceitos é você, que acha que só porque conseguiu escrever uma crítica medíocre com mais de 4 linhas que se aproveita de argumentos sem fundamento algum e apelações ao famoso “tem que amadurecer”.
          O único aqui que tem que amadurecer é você, e talvez eu. Agora, se não for de seu incômodo, retire-se, pois será uma ação muito nobre e gentil de sua parte

          • Moonlight Rebelde

            9 de fevereiro de 2014 em 05:01

            Se doeu pelo seu namorado shemale? Ridículo, você nem sabe se seu c.u aguenta o tamanho da jeba dele. AFFFFFFF eu quero ver talento, talento, talento! Preciso me alimentar de mentes criativas. Chega de gente sem conteúdo ocupando espaço nos meios de comunicação! morte à Garota Infernal!

            • Lucas D

              9 de fevereiro de 2014 em 10:31

              ” Preciso me alimentar de mentes criativas.” Por que cara? A sua sozinha nao funciona?

            • Lucas D

              9 de fevereiro de 2014 em 10:30

              Deus não gosta de rebeldes, vai queima no inferno pra para de se troxo.

              • Moonlight Rebelde

                9 de fevereiro de 2014 em 15:26

                Entendi sua provocação, palhaço! Saiba que no reino do céu eu já tenho entrada vip pra classe A. Um troller como você vai ficar no máximo na classe c do paraíso, isso é, se se arrepender a tempo de suas brincadeiras sem graça.

                • Lucas D

                  9 de fevereiro de 2014 em 17:02

                  Aposto que financiou pela universal.

                • Jabuscrêison

                  9 de fevereiro de 2014 em 15:32

                  Se ser um hater retardado que se acha engraçado dá entrada vip no céu, vou começar a frequentar a Escolinha de Trounseiros da Professora Vayne

                  • Moonlight Rebelde

                    9 de fevereiro de 2014 em 16:57

                    Me desculpe por eu ter sido tão grosseiro e estúpido com você. Eu não sou assim, não sei o que deu em mim. Perdi o controle e falei merda! Mereço um tapa na cara por isso.

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 16:58

                      Também mereço

            • el chupacabra

              9 de fevereiro de 2014 em 05:11

              daora a vida né fera ?

          • Jabuscrêison

            9 de fevereiro de 2014 em 04:49

            Correção: …crítica medíocre com mais de 4 linhas que se aproveita de argumentos sem fundamento algum e apelações ao famoso “tem que amadurecer” tornou-se um gênio da literatura

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 04:39

          Isso me pareceu apenas um argumento pseudo intelectual. Eu quero que me diga os tais furos da história, por que é tão ruim. Aposto que nem leu.

          • Moonlight Rebelde

            9 de fevereiro de 2014 em 05:07

            Você sequer sabe elaborar um discurso expressivo pros seus personagens. TUdo o que eles fazem é gritar e repetir a mesma palavra várias vezes (tudo, tudo, tudo, ela, ela, ela) pra tentar imprimir um efeito forçado no leitor, ao invés de elaborar uma fala inteligente que lapide a personalidade da personagem.

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 16:16

              Moonlight, o meu texto é realista, eu não vou fazer personagens professores de português ou diplomatas, eu quero capturar a alma deles, eu quero que eles falem de forma livre. Você fala de forma culta em sua vida pessoal?

              • Moonlight Rebelde

                9 de fevereiro de 2014 em 17:15

                Você está certa, Garota Infernal. Não posso querer que você mude o seu etilo de escrever, pois cada um tem o seu, é como uma impressão digital. O que eu espero, na verdade é que você evolua dentro desse estilo. E quanto mais você escreve, mais você consegue isso. Também não me interessa se você é homem ou mulher, se é assim que você gosta de se apresentar, que assim seja então. Queria postar minhas histórias aqui. Tenho uma boa imaginação, mas infelizmente não domino essa habilidade com as palavras… Bem é melhor eu parar de falar e me conter por enquanto. Como vê, já levei muita chicotada por causa de sua história hoje.

                • Jabuscrêison

                  9 de fevereiro de 2014 em 17:21

                  Moonlight… Você voltou ao normal, parabéns
                  [img]http://www.sossolteiros.com/wp-content/uploads/2013/07/palmas.gif[/img]

                • Garota Infernal

                  9 de fevereiro de 2014 em 17:19

                  Desculpe se te ofendi, só que você vem mudando nos últimos dias. Quem te aprecia não te reconhece mais. Está passando por algum problema?

                  • Moonlight Rebelde

                    9 de fevereiro de 2014 em 17:30

                    RSrs É, eu tenho meus momentos. Só posso dizer que também sei ser… infernal!

          • Moonlight Rebelde

            9 de fevereiro de 2014 em 04:49

            Foi uma visão geral. É fraca, pra resumir. Você mudou a temática de história da parte 1 pra 2 apelando pro thriller porque percebeu que ninguém gostou da primeira. Ou seja, uma história inconsistente. Parece novela da globo onde é a audiência que determina os rumos da história. Sua história parece estar ainda em construção. Nem você mesma sabe que final dar. Essa baboseira de ‘demônios’, ‘possessão’, sei lá, tá muito batido. Enfim, meu cérebro simplesmente rejeitou o seu besteirol.

  19. Ismael Siqueira

    9 de fevereiro de 2014 em 02:18

    essa segunda parte foi excelente, melhor que a primeira, parece romance folhetinesco(só digo uma coisa ao Gustavo: CORREEEEEEEEEEEEEEEE)

    • Garota Infernal

      9 de fevereiro de 2014 em 02:21

      Cada uma faz parte de um momento da história, por isso a diferença. Eu preciso mostrar tudo.

      • Ismael Siqueira

        9 de fevereiro de 2014 em 02:26

        provavelmente são 3 partes a história, então tem previsão de quando sai a terceira?

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 02:42

          Na verdade são 4… Eu já estou escrevendo a terceira, é que eu achei um desperdício colocar só mais uma parte.

  20. Jabuscrêison

    9 de fevereiro de 2014 em 00:04

    Estava com tanto medo de essa parte decepcionar, mas no fim das contas foi melhor que a primeira. Achei muito interessante a forma como você explorou a mente dos personagens do conto, principalmente de Gustavo. E a forma como você mexeu com os famosos tabus e a loucura foi esplêndida.
    O conto é bastante comovente e a forma como você escreveu fez eu me sentir o próprio Gustavo em algumas partes, sem contar que em alguns comentos eu até fiz breves questionamentos sobre o que acontecia (acho que só não questionei profundamente porque estava ansioso demais para ler o resto e descobrir qual ia ser a dúvida ou a situação impactante do final), como na parte em que o Gustavo está conversando com os enfermeiros.
    Mais uma vez: quero um livro seu <3

    • Vayne, A Cupida Mortal

      9 de fevereiro de 2014 em 01:02

      da bunda pra ela de uma vez

      • Garota Infernal

        9 de fevereiro de 2014 em 01:07

        É chato ser excluída. É chato sofrer bulliyng. É chato ninguém gostar de você. É chato ser Vayne.

        • Vayne, A Cupida Mortal

          9 de fevereiro de 2014 em 01:11

          Com exceção do bulliyng, é esse meu objetivo

          • Garota Infernal

            9 de fevereiro de 2014 em 01:16

            Seu objetivo é ser excluída, que ninguém goste de você, jogar Lol e ser o/a Vayne? Bom, isso é uma ótima definição para sofrer bulliyng.

            • Vayne, A Cupida Mortal

              9 de fevereiro de 2014 em 01:19

              ”Seu objetivo é ser excluída, que ninguém goste de você” só isso que eu quero, boa noite ^^

              • Garota Infernal

                9 de fevereiro de 2014 em 01:28

                Eu ainda acho que o seu objetivo é levar uma surra :)(:

                • el chupacabra

                  9 de fevereiro de 2014 em 01:47

                  a vida é curta não perca tempo com esse traveco

                  • Garota Infernal

                    9 de fevereiro de 2014 em 01:52

                    Tem razão… GG izi ²

                    • el chupacabra

                      9 de fevereiro de 2014 em 01:59

                      eu sempre tenho

    • Garota Infernal

      9 de fevereiro de 2014 em 00:55

      Obrigado. Bom, é um conto sobre loucura, vida, as coisas boas e ruins e eu estou trabalhando no conceito “Le temps détruit tout” mais uma vez, acredito que terei mais êxito nesta do que na outra. Outra coisa que eu considero interessante é que a primeira parte foi postada em “curiosidades” e essa foi em “assustador”, é que o sofrimento do personagem aumentou, a tensão e a claustrofobia também, antes era o relato do começo da obsessão dele, agora entramos em um novo momento, como diria algum apresentador glupe de televisão “momentos de tensão”.

      • Jabuscrêison

        9 de fevereiro de 2014 em 01:04

        Sim, pois agora o conto tomou outro rumo. Deixou um pouco de lado o erotismo e o sentimentalismo e começou a falar mais de impulsos e de sentimentos mais “pesados” como loucura e ódio. Sem contar que eu notei um tiquinho de behavorismo aí, moça.

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 01:09

          “Quer destruir alguém emocionalmente? Faça-o se apaixonar…” Não sei quem disse isso, mas foi alguém muito inteligente que eu esqueci o nome.

          • Jabuscrêison

            9 de fevereiro de 2014 em 01:13

            Sei não, mas acho que todo mundo já imaginou uma frase assim algum dia enquanto estava fingindo ser um revolucionário famoso todo formal com heterocromia que curte humor negro (eu faço isso .-.)

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 01:15

              Oh, mas o contexto dele era “Faça se apaixonar e depois destrua tudo, o amor é a âncora de um pessoa.”

              • Jabuscrêison

                9 de fevereiro de 2014 em 01:19

                Eu tinha entendido .-. (se você estiver explicando, claro… Calma, estou confuso)

                • Garota Infernal

                  9 de fevereiro de 2014 em 01:28

                  Eu não sei, o que eu estava querendo dizer é que o melhor jeito de destruir alguém é faze-lo se importar com algo ou alguém…

                  • Jabuscrêison

                    9 de fevereiro de 2014 em 01:32

                    E depois tirar essa coisa dele ou fazer essa coisa se voltar contra ele

                    • Garota Infernal

                      9 de fevereiro de 2014 em 01:35

                      Os dois.

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 01:38

                      De qualquer forma, é melhor ter os órgãos genitais esmagados do que sofrer com isso

  21. Jeff Dantas

    8 de fevereiro de 2014 em 23:52

    Até o momento, 8 pessoas curtiram…Será que chega a 20? ^^

    • Little Uchiha™

      9 de fevereiro de 2014 em 00:36

      Eu não consigo entender se tu tá incentivando ou zoando.

      [img]http://static4.wikia.nocookie.net/__cb20110701192360/en.futurama/images/d/da/Fry_Looking_Squint.jpg[/img]

      • Jeff Dantas

        9 de fevereiro de 2014 em 01:33

        Incentiivando, ué? Fico feliz com a repercussão!! 🙂

        • Garota Infernal

          9 de fevereiro de 2014 em 01:36

          Jeff, bem que você podia ter colocado aquela foto da Monica Bellucci nua, né? Poxa, ela é tão linda e ia ficar tão foda na tela preta…

          • Jeff Dantas

            9 de fevereiro de 2014 em 01:52

            Ah, então.. um dos links não abriu… Foi só por isso mesmo!! 🙂

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 01:57

              O que você acha desta foto, Jeff?
              [img]http://images.uncyc.org/pt/c/c2/Nakedbellucci.jpg[/img]

          • Jabuscrêison

            9 de fevereiro de 2014 em 01:40

            Mais linda que você eu te garanto que ela não é (me senti um pedreiro agora)

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 01:51

              kkkkk Aah, imagina, ela é minha diva, minha deusa, ela é a única mulher que faz meu coração bater mais forte, olha ela:
              [img]http://images.fanpop.com/images/image_uploads/Monica-Bellucci-Candid-monica-bellucci-234014_1277_1920.jpg[/img]

              • Little Uchiha™

                9 de fevereiro de 2014 em 11:19

                watafoca?

              • Jabuscrêison

                9 de fevereiro de 2014 em 01:54

                Minha segunda diva (a primeira é você) nem existe ;-;

                • Garota Infernal

                  9 de fevereiro de 2014 em 01:58

                  Não entendi, ela é a sua segunda diva ou a sua segunda diva não existe?

                  • Jabuscrêison

                    9 de fevereiro de 2014 em 01:59

                    Minha segunda diva não existe na vida real

  22. Gin

    8 de fevereiro de 2014 em 23:40

    pqp. corre Gustavo, corre e num volta nunca mais nesse lugar…
    E no fim a lokona dos lsd volta e mata geral… .-.’

    • Garota Infernal

      8 de fevereiro de 2014 em 23:45

      Interessante esse seu ponto de vista…
      [img]http://socialspirit.com.br/uploads/usuarios/jornal/meme-again-e-rum-uu-760667,300420130113.gif[/img]

  23. el chupacabra

    8 de fevereiro de 2014 em 23:36

    legal… vou ver o resto quando voltar do cinema

  24. Garota Infernal

    8 de fevereiro de 2014 em 23:35

    3 gostaram e 1 não gostou. Parece aquele joguinho “Advinha quem?”

    • Lucas D

      8 de fevereiro de 2014 em 23:39

      4 gostaram. ;p

  25. Litzen Vampiro

    8 de fevereiro de 2014 em 23:30

    Muito bem escrito, o seu ultimo conto antes desse eu não gostei achei que ficou muito confuso em algumas partes, mas este ficou muito bom, você explora os personagens muito bem, muito mais bem escrito que o anterior, tambem ando pensando em escrever um pra enviar, mais ainda não sei se escrevo ou não, ultimamente sempre coloco uma musica e vou lendo dessa vez foi http://www.youtube.com/watch?v=Z3EhNOf2QIg Nota 9.0…

  26. Thiago.

    8 de fevereiro de 2014 em 23:27

    Foi uma ótima leitura, me surpreendeu bastante dessa vez.
    Não sei muito oque dizer, vou esperar a parte 3, mas até agora está sendo ótimo, melhor que muitos contos que já li aqui… 🙂 ‘

    • Garota Infernal

      8 de fevereiro de 2014 em 23:34

      Obrigado, você não sabe o quanto eu fiquei ansiosa, quando deu 10 minutos para 22:57 eu fiquei muito assustada, roendo as unhas… Parece que eu tive êxito.

      • Thiago.

        8 de fevereiro de 2014 em 23:42

        Eu tinha olhado mais cedo que tinha seu conto, parei meu filmezinho para ler, não me arrependi. 🙂
        Não tinha porque ficar ansiosa não tia, seu conto está ótimo. :ç

        • Garota Infernal

          8 de fevereiro de 2014 em 23:50

          É que depois dos elogios da primeira parte eu fiquei com medo de decepcionar.

          • Thiago.

            8 de fevereiro de 2014 em 23:53

            Decepcionar como ? seu conto está muito bom, mesmo sendo enorme e com 3 partes, vale a leitura.
            E sempre vai vir algum doente mental falando babaquice, normal. ^~

            • Garota Infernal

              8 de fevereiro de 2014 em 23:55

              Na verdade, 4 partes. Eu sei, eu sei… Mas se eu for isso tudo o que vocês dizem não irão se arrepender.

              • Thiago.

                9 de fevereiro de 2014 em 00:03

                Na primeira parte, se não me engano tu falou que ainda faltavam 2 partes…
                Seja 3 ou 4 partes, vou esperar e ler. 😛

                • Garota Infernal

                  9 de fevereiro de 2014 em 00:46

                  Eu pedi para o Jeff para não ser 3 partes, ser4.

                  • Jabuscrêison

                    9 de fevereiro de 2014 em 00:49

                    Por mim esse conto seria de só uma parte (mesmo que enorme), a ansiedade pela próxima parte chega a ser uma espécia tortura psicológica

                    • Garota Infernal

                      9 de fevereiro de 2014 em 00:56

                      É o meu jeitinho doce de manipular meus leitores, hehehe eu sou muito má!

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 01:06

                      E muito linda, inteligente, s3nsu4l, interessante, estranha (amo isso <3) e mais um monte de coisas legais

                    • Garota Infernal

                      9 de fevereiro de 2014 em 01:10

                      🙂 Você e o jeito como faz eu sorrir como uma boba… <3

                    • Jabuscrêison

                      9 de fevereiro de 2014 em 01:13

                      🙂 Você e o jeito como faz eu sorrir como um bobo… <3

  27. Jeff Dantas

    8 de fevereiro de 2014 em 23:25

    PS: Quem quiser, pode mandar matéria tb.. Mas please, sem cópias ok? Caso contrário, não tem pq postar 🙂 ^^

    • gato do apocalipse

      9 de fevereiro de 2014 em 13:54

      aproveitando Jeff você recebeu meu texto?

    • Lucas Rodrigues

      9 de fevereiro de 2014 em 09:02

      Jeff, minha matéria só irá ser encaminhada no fim deste mês, ainda irei termina-la.
      Ainda tenho mais 3 matérias planejadas para escrever. Se prepare, porque eu acho que eu vou ser o user que mais enviará matérias pra você rsrsrsrs

    • Garota Infernal

      8 de fevereiro de 2014 em 23:32

      Cópias? Como assim?

      • Jeff Dantas

        8 de fevereiro de 2014 em 23:37

        Nossa, nem te conto! A pessoa não escreve uma linha se quer…E pior: copia tudo de outro site.. Blogs, wikipédia.. Nossa, é terrívelllllllllllllllll!

        • Garota Infernal

          8 de fevereiro de 2014 em 23:40

          Grotesco. Eu já havia visto em um site de contos um conto sobre “A babá e o palhaço”, ai depois, fazendo uma pesquisa eu achei ele em uns outros 16 sites de terror incluindo medo B. Sem contar naquela clássica história da menina da foto ¬¬’

    • Litzen Vampiro

      8 de fevereiro de 2014 em 23:31

      Ja enviei meu big hits do katatonia, seria legal aparecer e o tipo de banda que não aparece por aqui…

  28. Jeff Dantas

    8 de fevereiro de 2014 em 23:24

    No geral, eu gostei bastante do texto! Tirando essa parte, é claro… Que maldade com a gatinha: “A gata chorava e quando fui até a caixa vi a coisa mais grotesca: dos 5 filhotes que haviam, 4 estavam com os pescoços quebrados, mortos…” 🙂

  29. Jeff Dantas

    8 de fevereiro de 2014 em 23:20

    E mais uma vez, eu peço…Gente, não custa nada revisar o texto! Sabe, eu adoro ajudar vocês… Mas poxa, vocês tem que me ajudar tb 🙂 ^^

    • Garota Infernal

      8 de fevereiro de 2014 em 23:31

      Eu tentei, mas eu acho que é uma coisa que o Cezário disse: Peça para outra pessoa revisar. Quando eu faço um conto você não tem ideia de quantas vezes eu mudo de opinião, eu mudo tanto que sei meus poemas de cór, e ele falou que quem sabe não consegue revisar direito. Desculpa, Jeff, acho que o Cezário tem razão, as vezes a gente lê o texto tantas vezes que não repara nos erros… Na parte 3 eu vou pedir ajuda de alguém.
      Aproveitando pra fazer uma perguntinha marota e idiota, mas tudo bem… Eu posso dividir a parte 3 em duas fazendo o conto ter 4 partes? É que a parte 3 vai ficar muito grande e cheia de revelações, então…

      • Emmanov Kozövisck

        9 de fevereiro de 2014 em 00:28

        Garota Infernal, conte comigo. Eu posso revisar o teu texto antes de ser publicado, pois um texto deve ser revisado por no mínimo duas pessoas diferentes para que erros ortográficos sejam quase nulos. Como diz o meu antigo professor de matemática: quando alguém escreve algum texto ou faz alguma prova, caso ela leia e não repare nos erros na primeira vez que lê na íntegra, dificilmente conseguirá detectar novos erros. Por isso, eu me disponho a ler os seus textos antes da publicação para a revisão de erros ortográficos. Mas é recomendável que uma terceira pessoa leia, para que o texto fique quase perfeito.
        Enfim, se tu aceitares a minha ajuda, comunique-me respondendo a este comentário e diga-me como poderia ajudá-la. Caso você diga que a minha ajuda é desnecessária ou acha inadequado ter um adolescente com um dente de leite revisando o seu texto, comunique-me. Eu adoraria ajudar.
        Em relação a minha matéria: ela será adiada por tempo indeterminado. As aulas voltaram com tudo.

        Venha para o Lado Negro da Força.

      • Jeff Dantas

        8 de fevereiro de 2014 em 23:35

        Ah, magina! Não fica chateada…Qualquer coisa, pode contar comigo.. PS: pode sim, fique a vontade… ^^

        • Garota Infernal

          8 de fevereiro de 2014 em 23:37

          Jeff, obrigada. Se eu um dia eu me tornar uma escritora rica eu te dou 5 milhões de reais kkk

          • Emmanov Kozövisck

            9 de fevereiro de 2014 em 00:30

            Riqueza é algo relativo. O que seria ser rica para você? Para mim ser rico é ter uma casa boa, uma alimentação boa, uma saúde boa, uma educação boa e uma movimentação boa. E para isso eu não preciso de mais do que 500 mil por mês. Caso este conceito de riqueza seja semelhante entre nós, você ficará em dívida com o Jeff. Eu também tirarei PRINT.

            • Garota Infernal

              9 de fevereiro de 2014 em 00:50

              Eu quis dizer milionária, magnata, rainha da cocata rosa, a fodástica, a que arrebenta a boca do balão…

              • Emmanov Kozövisck

                9 de fevereiro de 2014 em 01:27

                Leia os meus comentários sobre a parte I e a parte II abaixo.

              • Emmanov Kozövisck

                9 de fevereiro de 2014 em 01:27

                E se você alcançar tal patamar eu pagaria para beijar os teus pés. Certo, eu estou brincando, mas com este comentário percebe-se muitas coisas de mim. Por exemplo, eu sou um podólatra que sente repulsa de seu desejo animal e irracional por esta região do corpo feminino, embora não seja algo realmente polêmico, pois é algo como gostar de seios ou de glúteos. Entretanto, é ago tão aparentemente incomum (embora não seja) que me faz sentir repulsa de mim mesmo ao pensar sobre isso. E isto me fez lembrar ao seu primeiro conto da “Menina que queria voltar”. Eu me lembrei como Gustavo sentia-se um lixo após ver uma garota que ele considerava intelectualmente incapaz e inocente nua. É como se ela fosse um demônio que o atormentasse para o pecado.
                O problema é que o meu maldito fetiche é decorrente, pois como todos nós sabemos, as mulheres costumam a utilizar calçados abertos, o que me faz lembrar todos os dias que tenho que aturar este inferno psicológico. Certos dias eu sequer reparo neste problema, pois é muito bem ofuscado pelos estudos e pelos diálogos com meus amigos na escola. Mas quando a minha mente fita o vazio, pensamentos nojentos invadem a minha mente e me sinto sujo novamente. Eu sinceramente não gostaria de ter “isto”, entretanto é como ser gay: você não escolhe, você nasce. Eu sou podólatra conscientemente desde 6 anos, mas só me assumi (nunca contei a ninguém exceto para um amigo, que espero que tenha esquecido o que eu disse) aos 12, quando realmente percebi que era algo inevitável.
                Procuro o motivo pelo qual sofro disso, com um objetivo inconsciente de descobrir ” a fórmula para deixar de adorar pés”, mas é impossível. Eu também tenho nojo de tal atitude, porque considero-a muito irracional, o contrário do que gosto de ser (e a sociedade católica me influencia novamente). Não sei. Estou correndo cegamente contra alguns de meus instintos. Devo aceitar o meu “problema” e me assumir, o que é muito mais difícil do que se parece. Mesmo que seja algo bobo e que a maioria das pessoas me considerará como diferente ou estranho, para mim é como dizer para pais católicos extremistas que sou satânico.
                Eu sou enigmático. Eu deveria escrever um livro sobre os devaneios de minha mente – e eu até digo que eu me identifiquei muito om o Gustavo. Perdoe-me por este devaneio, mas não perco nenhuma chance para criar relações entre as coisas.

                Podolatria: um de meus demônios internos. O segundo é o preconceito e repulsa contra pessoas “ignorantes” e baderneiras. Acho que tenho mais uns três.

                Venha para o Lado negro da Força.

          • Jeff Dantas

            8 de fevereiro de 2014 em 23:40

            Aeeeeeeeeeeeee simmmmmmmmmm! Vou printar essa mensagem… hahahahaha

            • Garota Infernal

              8 de fevereiro de 2014 em 23:42

              kkkkkkk Eu tenho palavra! É só manter contato e me dar sua conta do banco rsrsrs

  30. Vayne, A Cupida Mortal

    8 de fevereiro de 2014 em 23:04

    Opa, Garota Infernal, vo dar meu dislike diário

    • Vayne, A Cupida Mortal

      9 de fevereiro de 2014 em 00:21

      eu ofendo a vaca, a fazenda inteira se ofende

      • el chupacabra

        9 de fevereiro de 2014 em 01:43

        vayne tu é mais odiada que o “eu te salvo” faça um favor a humanidade se mata

        • Lucas

          9 de fevereiro de 2014 em 01:47

          E vocês ficam dando atenção a ela, como se ela ligasse para o que vocês falam….. trágico…

      • Emmanov Kozövisck

        9 de fevereiro de 2014 em 00:50

        Vayne, tu és um verdadeiro lixo. Se eu fosse um moderador do Minilua a primeira coisa que eu faria era te banir do Minilua. Se eu fosse um mafioso que contrata assassinos para matar pessoas indesejáveis a décima primeira pessoa que eu mandaria ser banida deste mundo seria você. Eu preciso dizer novamente que você não agrega a nada ao Minilua?
        Um artigo para você: http://desciclopedia.org/wiki/League_of_Legends

        Vayne, saía do Lado Rosa da Força.

        • Moonlight Rebelde

          9 de fevereiro de 2014 em 02:28

          Ok, mas o espaço aqui é pra todos. Ninguém é melhor do que ninguém e cada um dá a sua opinião da maneira que bem entender. Caba a você levar em consideração ou ignorar, mas sem censura e opressão tá certo? 😉

          • Envy

            9 de fevereiro de 2014 em 17:23

            soh pq vc fica trepando com ele/ela/aquilo n precisa defender ‘-‘

          • Emmanov Kozövisck

            9 de fevereiro de 2014 em 12:05

            Sim, concordo com você Moonlight. Mas como todo um ambiente estruturado que mantém uma homeostase precisa de regras. E considero os comentários e atitudes do Sr(a). Vayne absurdos e ridículos. Ela não tem uma função útil neste site e me atrapalha gastando 1 segundo de minha vida lendo os seus comentários.
            Censura ou Opressão? Eu considero isto como uma medida contra abusos. Demos um exemplo: se você estuda em um colégio e você é expulso da sala por jogar bolas de papel em um professor, ele o expulsará não para censurá-lo, mas sim porque você quebrou uma regra de convivência. E acho que o mesmo deveria ser aplicado ao Minilua, mas infelizmente este site não tem regra nenhuma. Então judicialmente o que ele(a) faz é legal, porém eu acho que regras deveriam ser estabelecidas para evitar tais conflitos.
            Sim, tu tens a total razão quando diz que eu devo ignorá-la, mas por um motivo não explícito eu não consigo. Eu sei que ela é apenas uma fanática por fama que não recebeu educação dos pais, porém eu gosto de alimentar trolls. E este é o meu erro.

            • Moonlight Rebelde

              9 de fevereiro de 2014 em 17:05

              Comentários abusados? Por quê? por que ela dirige alguns palavrões pra alguns aqui? Ótimo, então teríamos que banir metade dos users ativos aqui. Eu mesmo quando comento minha opinião aparece um bando de gente me ofendendo, me insultando gratuitamente. Como disse, ninguém é melhor do que ninguém, e isso é só sua interpretação dos coments dela. Eu por exemplo não vejo nada de ”perturbação da boa convivência” no que ela fala. Se vocês ficam enviando respostas compulsivamente, aguentem as consequências então.

              • Emmanov Kozövisck

                9 de fevereiro de 2014 em 18:46

                Ela é diferente. Alguns usuários são realmente irritantes, porém sabem fazer comentários construtivos e inteligentes. Já a excelentíssima Vayne, em 99% de seus comentários utiliza palavras de baixo calão e ofende outros membros de forma gratuita. E se metade dos usuários ativos do site tivessem que ser banidos para isso, seria ótimo. Mas como o Minilua é um site relativamente pequeno, suponho que não diminuirá significativamente um certo número de membros para não perder a sua popularidade.
                Eu não vejo problema em banir tais pessoas. Se acharem justo podem me banir também.
                Come on to The Dark Side

      • Thiago.

        9 de fevereiro de 2014 em 00:43

        daora sua piada, e seu cu já deu hoje ?

        • el chupacabra

          9 de fevereiro de 2014 em 01:39

          ela vai todo dia pra crackolándia pra dar a bunda

      • Lucas

        9 de fevereiro de 2014 em 00:36

        Pior que eu ri disso….

      • Jabuscrêison

        9 de fevereiro de 2014 em 00:30

        Eu ofendo o travesti arrombado, a casa do caralho inteira se ofende

    • Xion

      9 de fevereiro de 2014 em 00:19

      [img]http://25.media.tumblr.com/tumblr_mehm5iKymr1r8a6zqo1_500.png[/img]

    • Garota Infernal

      8 de fevereiro de 2014 em 23:48

      O recalque tá tão foda que deu vontade de queimar a língua…
      [img]http://3.bp.blogspot.com/__hBMnBlaG80/TQu3Zfl2wFI/AAAAAAAAABI/imLg-yesFVg/s400/megan_fox_jennifers_body.png[/img]
      Ah, bem melhor agora…

      • Zé Gotinha

        9 de fevereiro de 2014 em 09:11

        lá vai a retarda com seu gif da megan

    • Thiago.

      8 de fevereiro de 2014 em 23:47

      [img]http://zueirasemlimites.files.wordpress.com/2013/09/meteoro-de-foda-se.jpg%3Fw%3D682[/img]

    • Envy

      8 de fevereiro de 2014 em 23:44

      [img]http://raoni_viva_yo.zip.net/images/foda-se.gif[/img]

    • el chupacabra

      8 de fevereiro de 2014 em 23:39

      [img]http://imageshack.com/a/img401/6366/9j7a.jpg[/img]

  31. Garota Infernal

    8 de fevereiro de 2014 em 23:00

    Agora chegamos a uma nova fase da história. Gustavo deve assumir novas responsabilidades, mas eventos estranhos começam intriga-lo. Descobre-se que Gustavo está contando para a equipe médica do hospital onde tratou sua doença terminal sua história de vida. Mas essa história tem haver com os “De onde eu vim?”, “Como eu vim parar aqui?” e “Quem sou eu?”. Mas essas respostas só serão dadas na parte 3.

    • Lucas Rodrigues

      8 de fevereiro de 2014 em 23:06

      Desculpa por não poder avaliar agora, é que eu tô com muito sono.
      Quando for amanhã de manhã bem cedo, vou estar aqui e avaliar melhor, porque preciso acordar com disposição.
      (Fiz um comment parecido com esse lá no post das placas, mas já deixo minha mensagem aqui mesmo)

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