Contos Minilua: A fotografia #32

E na medida do possível, prometo postar todos os textos enviados. O e-mail de participação: [email protected] Uma boa leitura!

                                             A Fotografia

Por: Carlos Eduardo Mello

Ouve o barulho do lado de fora, e desvia a atenção do bordado que já estava fazendo havia algumas horas. As mãos davam voltas em torno de si mesmas. Uma borboleta clara, de uma cor azul vibrante nascia do controverso cruzamento de fios de seda na toalha branca e virgem. Nada mais era do que um presente à filha, sem motivo, apenas uma lembrança inofensiva pelo seu aniversário. Talvez ela até pudesse tê-lo usado para secar os pratos de porcelana depois de lavados. Imaginou se ela gostaria do presente quando o ganhasse e o visse. Mas, por enquanto, havia apenas o barulho de passos distantes sobre o alpendre amadeirado. Passos fortes e resolutos. Passos que se silenciam, que cedem lugar aos punhos. Que batem na porta.

A cadeira de balanço se mantém indo e voltando, na inércia do balançar, trazendo a sonolência recorrente; as batidas na porta cessam e voltam, cessam outra vez. Hoje em dia já não há o respeito para com os idosos, já não nos deixam em paz, pensa ela. Com idade avançada, penoso é levantar-se e receber convidados, mesmo quando esperava-os. Mesmo naquele momento, no limiar da tarde. As batidas na porta não foram esperadas, ela se levanta, deposita o inacabado bordado e os óculos sobre o tampo do piano. Devagar, a mão recortadas de veias roxas, toca a maçaneta. Gira-a. Puxa.

Um belo uniforme é o dono dos punhos. Cor azul-céu-limpo, o distintivo reluzente. Se ela esperava alguém, de certo não seria um homem da guarda. Pensa e olha-o com olhos bondosos após o rigoroso ritual de cumprimento a uma dama, e o faz um convite para o chá, que ele declina, e ri. Faz tempo, meses, anos, que ela não ouve um riso ou mesmo fita um sorriso. Um sorriso verdadeiro e humano. Na casa havia fotografias; alguns fotografados mostram os dentes amarelos num desbotado sorriso. Mas não é a mesma coisa, não é? Um sorriso mortificado e preto-e-branco é como uma mentira mal-contada.

O moço falava coisas desconexas, ali de pé.  Falava sobre um telefonema? O que era um telefonema, por Deus? Será uma nova peste que veio nos dizimar? Deus a mandara para assolar nossos pecados infames?  Enquanto falava, o moço gesticulava. O calor era estranho naquele período e talvez por isso suava de escorrer pela testa e pescoço. À medida que falava, ia ficando mais sisudo. E, de nada adiantava, ela não escutava muito bem havia uns bons 40 anos, ainda mais do lado de fora. E agora, suas frágeis pernas centenárias clamavam por descanso. De pé não é a melhor posição para se conversar, seu moço.

Ela o convida para entrar, e dessa vez aceita, desejando sentar-se numa poltrona grotesca que vê no pé da escada que dava para o segundo andar. Ela diz que a sala de banho fica depois do corredor, oposta à cozinha, e que poderia usar se quisesse. Mas ele agradece e acomoda-se na poltrona. Ela senta-se de volta na cadeira que balança, põe os óculos e observa o moço de azul. Azul da cor da borboleta. E sorri.

Seus olhos míopes a impediram de ver o que agora, com as lentes grossas dos óculos, notava: ele possuía um bigode fino. Era sua opinião que todos os bons moços deveriam ter bigodes, e, de preferência, bem-cuidados. E aquele ali tinha feições agradáveis, agora que as via de perto. Um rosto redondo e olhos argutos. Ele parecia, sim, e era, um bom moço, que ainda gesticulava que ainda falava.

Ele estranhamente não parecia à vontade. A todo instante procurava um novo modo de acomodar-se à poltrona. No silêncio do interior, ela agora percebia melhor o que ele falava, e era sobre os vizinhos. Eles reclamaram de alguma coisa, algum odor odioso e fétido. Havia sido ontem à noite que eles telefonaram e o chefe da polícia prometeu mandar alguém verificar. Agora sim, ela entendia a presença do moço ali. Ele viera saber se uma doce senhora saberia dizer se aquele cheiro a incomodava e se sabia dizer de onde ele poderia ter vindo. Ela balança a cabeça negativamente, mais pelo peso da cabeça do que pela negativa em si.

Mas ela negava, sim. Afinal, não sentia cheiro algum. O moço concordou e deixou os olhos navegarem pelos aposentos e olhava as fotos antigas penduradas à parede, amareladas. Em uma delas, a maior, havia quatro pessoas. Duas moças, uma mulher e um homem. O homem tinha ralos cabelos e uma barba negra. Os olhos fitavam um horizonte inexistente. As duas moças eram quase idênticas, a única diferença perceptível era uma pinta em cima da sobrancelha esquerda. E a mulher, cinquenta e dois anos depois daquela foto, estava sentada à cadeira que balançava silenciosamente.

Ela nota que ele se interessara pela foto e conta-lhe sua história. De fato, aquela era sua família. Fora, seria o termo mais definitivo. Aquela seria a última foto das outras três pessoas. A senhora maneou a cabeça e começou a história. Ela contou que, em certo dia, decidiu dar um passeio pela vizinhança com uma amiga, já no crepúsculo. Ela não planejara se demorar, nem pensar. Em algum momento na próxima hora o esposo voltaria do trabalho e ela queria estar em casa para recebê-lo. As filhas estavam lendo, cada uma seu livro, quando as deixara para o passeio.

Ela chamou-as para acompanhá-la, mas não quiseram. Não insistiu e foi ter com sua amiga, que morava duas casas depois, para a direita. O trajeto findou-se em trinta minutos e o crepúsculo da tarde já havia passado. Deixou a companheira de passeios em casa e rumou para sua própria residência. Notou algo diferente, ao perceber a porta de entrada centímetros aberta. Ela diz que pressentiu algo ruim naquilo. E não estava errada. Os livros que as meninas liam, quando ela os viu depois de voltar, estava esparramados, abertos e solitários. A que possuía a pinta estava de bruços e um lago de sangue escuro circundava a cabeça e os cabelos emaranhados no carpete. A senhora, naquele dia e momento, desabou no chão a gritar, chorar e chamar seu nome, mas a filha não existia mais.

No desespero selvagem, lembrou-se da outra filha, que ali não estava. Correu pelos cômodos da casa e não a encontrou. Desabou no chão mais uma vez, abraçando à filha e sujando-se de sangue. Mais gritos e lágrimas. Alguns vizinhos escutaram os gritos e vieram saber o que se passava. Alguns, de estômago mais fraco vomitaram, ela se lembrava. Outros tentaram removê-la daquele abraço necrófilo e trazê-la à realidade. Não conseguiram de imediato, mas, algum tempo depois, ela cedeu e a filha foi devidamente velada e sepultada no dia seguinte. A foto, aquela mesma que estampava a parede da sala, havia sido tirada no dia anterior ao daquele acontecimento macabro. Seu marido nunca foi encontrado. Assim como a outra filha também não. Isso ela contara ao moço azul-borboleta.

O policial ouviu toda a história com atenção, e agora se levanta e agradece a compreensão e a ajuda. Ele tinha ficado chocado com a história e preferiu não entrar em detalhes, para não despertar mais lembranças desagradáveis na pobre e bondosa senhora. Ela pergunta se, antes de ir, aceita um chá. Estava quentinho ainda. Mas ele, mais uma vez, rejeita com toda a educação de um bom guarda municipal. Ele se despede e as botas fazem o chão ressoar com os passos, do mesmo jeito que fizera ao chegar. Ela fecha a porta e retoma a borboleta que deixaram sem parte da asinha direita.

Enquanto ela borda, a memória fraca percorre a história que contou para o moço. Não gostava de mentir, mas não havia outro modo. Ela sentiu remorso por não contar-lhe toda a história daquele dia, daquela foto. Ela gostou do moço. Não mentiria para ele. Em outras ocasiões. E na verdade, a outra filha, foi encontrada.

Cinco dias depois do enterro da que primeiro fora encontrada, havia um cômodo que ela se esquecera de olhar. Não sabia bem o porquê de tê-lo esquecido, mas isso já não importava, depois de todos esses anos. O cômodo ficava ali, bem abaixo do carpete e da cadeira de balanço que fazia o chão ranger os dentes de madeira. O porão havia sido esquecido, e por cinco dias, a moça ficou esquecida lá, apodrecendo no silêncio e com os ratos. Afastou a cadeira, e com um lampião desceu as escadas, tremendo e pedindo a Deus que não a encontrasse. Ela encontrou-a.

A sua pele tinha uma tonalidade cinza-escura característica do post morten, assim com o odor seco de carne putrefata. Com as vestes rasgadas, as pernas abertas num ângulo impossível e as partes íntimas dilaceradas, a moça parecia ter sido violentada até a morte, ali mesmo, no chão de terra socada. Em silêncio, a mãe chorou e pediu clemência. Pegou a filha e a levou para cima. Na claridade da sala, com as janelas fechadas, percebeu marcas roxas nos braços e nas pernas da filha, e uns dois dentes faltavam. Enquanto ela limpava as roupas claras da terra que as manchava, lágrimas de desespero e desconsolo desciam e, geladas, tocavam o corpo morto, que jamais as sentirão tocá-lo.

A senhora dá um impulso com os pés para não deixar a cadeira parar e já havia escurecido bastante quando a borboleta ficou pronta e parecendo poder levantar voo. A borboleta bordada. A borboleta que nunca tivera um casulo. Sentada e ainda revivendo as memórias dolorosas do passado, ela se sente íntegra e pronta. Sente até um pouquinho de fome, afinal, desde o almoço simples, nada sólido havia sido ingerido. Apenas o chá. O chá que o moço dispensara. Será que ele teria gostado da borboleta? Combinava com ele. Uma pena que não contei-lhe a verdade. Ela pensa no moço por mais uns momentos, e deposita o bordado sobre o piano, que há anos ninguém toca.

Como vinha fazendo nos últimos 52 anos, sempre que a escuridão e as ruas se apagavam para a noite, a velha senhora se levanta e a cadeira dança sozinha por uns instantes.  Ela foi afastada de seu lugar e quando o carpete foi dobrado sobre si, revelou um alçapão que dava acesso ao porão. Ela caminha com calma até a cozinha como se tivesse se esquecido de algo, e acende o lampião a querosene. Ela volta à sala, pensando se tem forças suficientes para descer e subir aquelas escadas por mais uma vez. E quando chega ao alçapão, abre-o. Ela pega o tecido com a borboleta azul bordada e se esforça para descer. Até que, para a idade que tinha, ela aprendera a descer aqueles degraus, em todos esses anos. Pé após pé, ela toca com o chinelinho o chão duro do porão e se vira para iluminar o seu interior.

O cheiro de virar a alma do avesso era o mesmo de sempre. Agora, praticamente só o corpo com os ossos cinza à mostra restava da moça que um dia a velha chamara de filha. Seus restos quase destituídos de carne jaziam placidamente no solo, as mãos unidas no lugar onde antes existira uma barriga, e agora só havia vísceras indefiníveis, em meio à poeira e podridão. Os ratos viviam rondando o corpo e frequentemente o violavam. Foram eles, provavelmente que lhe comeram os dois olhos e um grande pedaço do nariz, ao longo de todos aqueles anos. Mechas de cabelo haviam-se desprendido do couro cabeludo e, esparramadas em volta da cabeça faziam o papel do sangue de outrora da irmã.

A defunta ali era a dona do piano, fizera anos de aula e nunca mais poria os dedos em quaisquer teclas que pudessem existir. Mas, ao invés delas, aquelas mãos de ossos quebradiços, ainda tocariam uma possível última oferenda. A velha agacha-se o melhor que pôde, acariciou a cabeça podre da filha e beija-lhe a testa. Pequenos pedaços de pele enegrecida e poeirenta grudam-se em seus lábios. O odor da morte não faz mais efeito algum e ela acreditava que ele havia deixado de existir. O que ela não sabe é que, com o incomum calor que vinha fazendo nos últimos dias, os vizinhos haviam notado um cheiro mais forte e chamaram a guarda. Com o carinho e o cuidado que só uma mãe dispensaria ao próprio filho, a velha separa as mãos outrora unidas e lá deposita o pano bordado com a bela borboleta azul. E logo após se pergunta se a filha teria gostado do presente de aniversário que, com tanto amor e cuidado, ela bordou.

                                                                                                                                                                                 15 de maio de 2010

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  1. Carlos Eugenio

    14 de junho de 2015 em 17:34

    maravilhoso ,adorei esse conto!!!

  2. Rafael Costa

    27 de janeiro de 2013 em 22:09

    isso era pra dar medo?

  3. É a Vida

    17 de setembro de 2012 em 20:16

    Não gosto de contos escritos muito corretamente e que ficam dando muitos detalhes. Acabo me distraindo depois de dois segundos lendo. Coisas do tipo “Dona Maria estava em seu cômodo de repouso tricotando um pedaço de tecido linho com velhos fios desgastados pelos longos anos que ficaram dentro de seu pequeno baú amarelado. As paredes de seu cômodo eram amadeiradas, pintadas de azul com detalhes amarelos. Subitamente, Maria sentiu um sopro de vento gélido que tocou a sua epiderme e lhe deu calafrios. Ela jamais sentira algo parecido. Quando desviou a sua atenção para a fenestra, viu um indivíduo de chapéu e vestimentas pretas. A sua capa tinha aproximadamente  6 botões. Os seus olhos eram completamente negros, e seu nariz era avantajado. Seus sapatos eram pontudos, e ele aparentemente havia cortado as suas unhas da mão há pouco tempo. Seus dentes eram perfeitos, mas ele tinha saburra lingual. Seus cabelos eram negros, despenteados e soltos. Aparentavam não terem sido lavados há dias, e estavam com caspa e piolhos. Então ele se deslocou até a porta, e girou a maçaneta. Maria tentava se mover, mas não conseguia de modo algum. Ela conseguia mover apenas os olhos, e ficou a maior parte do tempo olhando para o teto alaranjado de seu cômodo. Ela evitava ao máximo olhar para o tal indivíduo, que tinha uma aparência deveras desagradável. Então o homem, que tinha um hálito horrível. se aproximou de Maria e disse palavras indistinguíveis. Ele tirou uma faca do bolso que ficava dentro de sua capa, e moveu os seus músculos do braço para que a faca atingisse em cheio a caixa torácica de Dona Maria. Então o indivíduo se locomoveu até a porta, tirando um isqueiro de seu bolso da calça. 

      Enquanto ele se deslocava para o lado de fora da residência, ele colocou fogo na porta, fazendo com que ela se incendiasse. Em poucos minutos o fogo se espalhara. Ele ouvia os gritos de Dona Maria, mas não aparentava estar com remorso ou arrependimento algum. Então ele guardou o seu isqueiro, se distanciou da casa em chamas e desapareceu no horizonte.”
    Eu acho que essas coisas podem ser mais simplificadas, né… MAS, é um estilo de texto. Não vou ficar com boiolices do tipo “AIN PARA DE POSTAR TEXTO ASSIM”, pois eu sei que existem pessoas que gostam de textos desse tipo(com detalhes, escritos corretamente e tal). Continuem. O bom é os contos serem diferentes um dos outros mesmo.
  4. Crazy Stalker

    16 de setembro de 2012 em 22:39

    Oi, eu queria saber como eu faço pra enviar um conto pra postar nessa categoria.. Alguem pode me ajudar? Tipo, como eu mando, o que tem que por no arquivo, o tipo de arquivo que tenho que mandar.. Alguem me ajuda? >.<

  5. Sess Gameplay

    16 de setembro de 2012 em 01:58

    Assim que vi o tamanho do texto ja desisti da leitura.

  6. Claire Redfield

    15 de setembro de 2012 em 22:51

    um bom conto… apesar de meio… nojento. Tudo bem que ela era mãe… Mas,precisava mesmo deixar os restos mortais da filha ali? 

  7. Psycho The Cat

    15 de setembro de 2012 em 20:38

    Muito longo, algum pode me dar o resumo da história?

    • Pedro

      15 de setembro de 2012 em 20:41

      velha, borboleta, cadeira, guarda, chá, foto, família, voltinha na praça com a amiga, filha morta e outra desaparecida, depois encontrada no porão onde é mantida putrefata pelos séculos dos séculos…

      no final ela da o bordado pra filha morta…
      • Psycho The Cat

        15 de setembro de 2012 em 20:47

        Muito Obrigado. 😎

      • Sou maggotinho Seu amiginho

        15 de setembro de 2012 em 20:43

        ” no final ela da o bordado pra filha morta… ”  Pensei besteira ._.

        • Pedro

          15 de setembro de 2012 em 20:46

          me explique como….

          • Sou maggotinho Seu amiginho

            15 de setembro de 2012 em 20:48

            Vou nem explicar se não vão pensar que tenho algum problema sério…xD

            • Pedro

              15 de setembro de 2012 em 20:52

              já pensei…

  8. Um qualquer

    15 de setembro de 2012 em 20:37

    Peraí, deixa eu ver se eu entendi, o pai matou e estuprou as duas filhas e sumiu?

    • Pedro

      15 de setembro de 2012 em 20:47

      touchét…

      pelo menos foi o que eu entendi tbm…
  9. Gabriel Vieira

    15 de setembro de 2012 em 20:35

    Já saiu a continuação daquele conto do cachorro cego que o final ficou todo estranho?

    • Jeff Dantas

      15 de setembro de 2012 em 20:41

      Qual, Gabriel? ^^

      • Gabriel Vieira

        15 de setembro de 2012 em 20:47

        • Jeff Dantas

          15 de setembro de 2012 em 20:54

          Então, houve um probleminha de edição, mas já está tudo resolvido! O texto, aliás, já foi corrigido, e recolocado o final. ^^

          • Um qualquer

            15 de setembro de 2012 em 23:50

            Ah, agora sim o conto ficou bom!

      • Gabriel Vieira

        15 de setembro de 2012 em 20:43

        Do cachorro cego, que o gato do vizinho desaparece, não lembro o nome vou procurar aqui.

  10. Sou maggotinho Seu amiginho

    15 de setembro de 2012 em 20:33

    Esse conto me fez lembrar que n passamos de matéria orgânica com um telencéfalo altamente desenvolvido….

    • Lúcifer

      15 de setembro de 2012 em 20:37

      Sim, vcs humanos superestimam a importância de vcs. 

  11. Lúcifer

    15 de setembro de 2012 em 20:28

    32 contos até agora, não li nenhum . 

    • Psycho The Cat

      15 de setembro de 2012 em 20:35

      Não perdeu muito coisa.

  12. Gabriel Vieira

    15 de setembro de 2012 em 20:20

    Tenho certeza que já vi esse conto em algum site

  13. Psycho The Cat

    15 de setembro de 2012 em 20:19

    BlackTela

  14. Psycho The Cat

    15 de setembro de 2012 em 20:19

  15. Pedro

    15 de setembro de 2012 em 20:16

    estou procurando uma palavra pra definir este conto….

    (5/5)
    • Pedro

      15 de setembro de 2012 em 20:18

      me lembrou minha madrinha que morreu ano passado…

      ela tocava piano e fazia suéteres de tricô pra mim….T.T
  16. Jeff Dantas

    15 de setembro de 2012 em 20:12

    Essa eu tenho que compartilhar… hahahaha

    • otome do mal

      16 de setembro de 2012 em 08:36

      T ,T me indentifiquei

    • Pedro

      15 de setembro de 2012 em 20:15

      tadinho

      • Vault Boy

        15 de setembro de 2012 em 20:41

        Respondi a pessoa errada ali 😡

        • Pedro

          15 de setembro de 2012 em 20:45

          isso acontece com frequência por aqui…..

          não tanto ma o suficiente pra ficar chateado…
    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 20:15

      Bom eu não tenho 18 ainda mais eu voltei no tempo para poder ler este post tendo que quebrar as regras de censura MUAHAHAHAHHA.

      Fuck The police
  17. Joel Lima

    15 de setembro de 2012 em 20:11

    O conto é legal, mas só não gostei de mentir que tinha 18 para que pudesse ler 🙁

    • Mad Teddy

      15 de setembro de 2012 em 20:14

      Sem presentes para você este ano. Papai Noel tudo vê.

      • Joel Lima

        15 de setembro de 2012 em 20:23

        nunca acreditei naquele velho msm! (e agora, como eu vou ganhar a pista da hot wheels que eu ia pedir de natal)

        • Lúcifer

          15 de setembro de 2012 em 20:31

          HÁ VC PECOU, AGORA VAI LEVAR TRIDENTE NO REGO!!  MUAHAHAHAHAHA

  18. Vault Boy

    15 de setembro de 2012 em 20:10

    Hoje em dia os contos estão melhores que os “O lado Negro”

  19. Augusto Avila(Ta tudo bem Agora)

    15 de setembro de 2012 em 20:08

    gente tou sem nada pra fazer tou jogando adventure quest worlds quem quiser venha,server espada

    me ache
  20. Fernanda Baptista

    15 de setembro de 2012 em 20:05

    Achei esse conto bem mais triste do que assustador 🙁

    • Gabriel Vieira

      15 de setembro de 2012 em 20:07

      Não concordo com sua afirmação,o conto não é triste, ele é muito engraçado, principalmente naquela parte.

      • Fernanda Baptista

        15 de setembro de 2012 em 20:10

        Ah…. o_o

        Cada um com seu senso de humor XD
  21. Gabriel Vieira

    15 de setembro de 2012 em 20:01

    Nossa esse conto me fez lembrar de um conhecido provérbio chines ”
    Antes de dar comida a um mendigo, dá-lhe uma vara e ensina-lhe a pescar.”

    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 20:40

      Odeio quando eu to lendo uma frase e ela não termina da forma eu Cueca rosa

    • Augusto Avila(Ta tudo bem Agora)

      15 de setembro de 2012 em 20:07

      Prefiro a minha “Não interessa,o que você tem ou deixa de ter,nunca terá o que você já tem,pois ja tens”

      • Mad Teddy

        15 de setembro de 2012 em 20:11

        Prefiro a do Chapolin: “As moscas não se arriscam a ir a Roma com a boca fechada..”

    • Mad Teddy

      15 de setembro de 2012 em 20:05

       Baaaaita frase! 

  22. Carol Nukenin

    15 de setembro de 2012 em 19:56

    Legaaaal…legaaaal…

    Achei que tinha pornografia, pq apareceu escrito que tinha conteúdo explícito…
    huauhauahu
    Véia doida, sô…
    Bom conto!
    • Um qualquer

      15 de setembro de 2012 em 20:35

      Ei Carol!
      Tive a impressão de ter te visto esta semana aqui em GV!
      Você esteve em GV aqui esta semana?

      • Um qualquer

        15 de setembro de 2012 em 23:42

        Puxa, não me respondeu de novo :'(

    • Augusto Avila(Ta tudo bem Agora)

      15 de setembro de 2012 em 20:04

      é para as crianças não se impressionarem aquele anuncio “não recomendado para pessoas sensiveis e etc…”era muito pequeno e agr botaram esse,mas eu esperava putaria,admito

    • Jeff Dantas

      15 de setembro de 2012 em 20:03

      Véia doida? Acho que conheço uma. hauahahaha

      • Jeff Dantas

        15 de setembro de 2012 em 20:27

        A propósito, que boca, que pele.. Ui, tesudaaaaaaaaa! hahahaha

      • Carol Nukenin

        15 de setembro de 2012 em 20:14

        kkkkkkkkkkkkkkkkk

        Ela era muito lúcida, isso sim…
      • Vault Boy

        15 de setembro de 2012 em 20:08

        Por isso que gosto de você Jeff, você sempre pode responder a galera 🙂

        • Jeff Dantas

          15 de setembro de 2012 em 20:10

          Eu adoro conversar com vocês. É sempre um prazer. xD

    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 20:00

      Eu também achei além do título falar de fotos…

  23. Rap­osa Furry

    15 de setembro de 2012 em 19:56

    agora todos os posts do jeff terão o aviso antes

    • Jeff Dantas

      15 de setembro de 2012 em 20:01

      Que nada, só nos contos mesmo..^^ Ah, e dependendo da história ok? ^^

      • Rap­osa Furry

        15 de setembro de 2012 em 20:06

        nos fetiches não?²
        e por falar em

        “Aviso sobre conteúdo

        O conteúdo que você está prestes a abrir pode ser
        adequado somente para adultos, contendo imagens sensuais ou ilustrações
        de terror. Para cancelar clique em “Voltar”.”
        quando sai o proximo de yuri?

        • Jeff Dantas

          15 de setembro de 2012 em 20:09

          Não seria uma má ideia. De repente, pode até rolar. ^^

      • Vault Boy

        15 de setembro de 2012 em 20:03

        Nos fetiches não? auhauhua

  24. jeff zika Mc

    15 de setembro de 2012 em 19:50

    Estou ciente>

    que trocinho chato 
    • Pedrão e as batata

      15 de setembro de 2012 em 20:10

      Mas foi vc q publicou!!! como é isso ??

      • Um qualquer

        15 de setembro de 2012 em 20:34

        Este não é o Jeff, é o sbt

        • Shun

          16 de setembro de 2012 em 13:37

          kkkkk ele pensou que fosse o Jeff

    • Augusto Avila(Ta tudo bem Agora)

      15 de setembro de 2012 em 20:09

      não consigo parar de olhar pra essa foto kkkkkkkkk seu avatar é massa

  25. Jaci Moraes

    15 de setembro de 2012 em 19:48

    Pela primeira vez,eu estou com uma p#ta preguiça..

    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 19:54

      Esse mundo é um lugar horrível mesmo, até as preguiças estão se prostituindo mesmo, mais já que ela ta ai contigo tenta tira-la desta vida terrível 😡

  26. Rita Salgado

    15 de setembro de 2012 em 19:46

    Fotos… eu gosto de fotos…

    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 19:56

      Isso soou como um daqueles comentários do Psycho the cat : “Gatos… gosto de gatos”

      • Rita Salgado

        15 de setembro de 2012 em 20:03

        Sim… é a convivência…

    • Jeff Dantas

      15 de setembro de 2012 em 19:49

      Eu tb, Rita. Ensaios é comigo mesmo. ^^

      • Rita Salgado

        15 de setembro de 2012 em 20:02

        Ah… as minhas fotos… são basiquinhas… nada assim…=/

      • Vault Boy

        15 de setembro de 2012 em 19:50

        é você ai?

        • Jeff Dantas

          15 de setembro de 2012 em 19:52

          Sim, em um ensaio do Fantasma da ópera. xD

          • Vault Boy

            15 de setembro de 2012 em 19:52

            Que massa cara, curti xD

            • Jeff Dantas

              15 de setembro de 2012 em 19:53

              Poxa, valeuuuuuuuuuuu mesmo. ^^

  27. Serj Tankian

    15 de setembro de 2012 em 19:45

    Evil woman don’t play your games with me…

    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 19:52

      Wickedness lies in your moisten lips

  28. Vault Boy

    15 de setembro de 2012 em 19:44

    Gostei, não sei como esses caras tem tanta criatividade pra criar contos e tal, também por não consigo botar medo em ninguém(só com minha cara feia)..

    Parabéns pro Carlos que criou o conto \o
  29. Nilceia Benedicta

    15 de setembro de 2012 em 19:43

    MEU PASTOR COMO É UM SANTO HOMEM FALA QUE ESSAS HISTÓRIAS SÃO OBRA DO SATANÁS PRA QUEM NÃO PAGA DIZIMOS, NO CASO EU QUE ACREDITO NO MEU PASTOR EU APOIO ELE, TOTALMENTE, E SÓ É LIVRE QUEM DESSAS COISAS QUE É DIZIMISTA, E COMO EU SOU DIZIMISTA FIEL E DE CORAÇÃO PURO ESSAS COISAS PASSAM LONGE DE MIM, POIS COMO PAGO DIZIMOS 2 VEZES NO MÊS E VOU AO CULTO 7 VEZES POR SEMANA TENHO MEU CORPO ABENÇOADO E LIVRE DESSAS ANOMALIAS DO MUNDO SOBRE NATURA. PAGUEM DIZIMOS TBM PESSOAL, POIS SÓ DIZIMISTAS FIÉIS ESCAPAR DO FIM QUE SE APROXIMA ONDE O MUNDO SE FINDARÁ A UM TERREMOTO DE 200 GRAUS CELSIUS. BUENAS NOITE.

    • Akira Couzack

      21 de setembro de 2012 em 14:51

      Eu ri

    • Julio Cesar

      17 de setembro de 2012 em 18:08

      Você paga dízimo até seu dinheiro acabar e a Igreja ficar rica e poderosa, igualzin em História.Acredito em Deus, rezo todos os dias, mas ficar enchendo o bolso da Igreja eu nem quero.

    • Silva Júnior

      16 de setembro de 2012 em 00:17

      Me Desculpe Más para ser ungida com o Espírito Santo vc não precisa pagar Dízimo, pois se Deus quer que sua Igreja Prevaleça, ele envia pessoas certas para ajudar.

      Para Ter a Proteção de Deus é só vc rezar e aceitar ele no seu coração, pois Na palavra de Deus fala, na carta aos Fariseus “O que torna o homem Impuro não é o que entra nele, é o que sai dele. Quem tem Ouvidos, ouça”
    • Maníaco do Parque

      15 de setembro de 2012 em 20:33

      UI parece que temos uma fanática aqui….

      Vai lá pagar seu dízimo para o “Pastor” comprar os bens materiais dele….
      Se vc é tão pura, tão….. tão……….. OTÁRIA A PONTO DE PAGAR DÍZIMO, não sabe que esse fdp que vc chama de padre ou pastor, sei lá pega o dinheiro todo pra ele não 
      –‘
      • Um qualquer

        15 de setembro de 2012 em 21:56

        Ele é um fake com foto de mulher pagando de pastora.
        Na verdade é um ateu tirando onda com a cara das pessoas que comentam aqui.
        Ignorem…

    • Mad Teddy

      15 de setembro de 2012 em 20:08

      Terremoto de 200º celsius??

    • Lúcifer

      15 de setembro de 2012 em 19:45

      eu não fiz nada.  e vai se foder 

      • Nilceia Benedicta

        15 de setembro de 2012 em 19:46

        LÚCIFER MIM RESPEITA OU FAÇO UMA ORAÇÃO FORTE, SEU ISCUMUNGADO

        • Augusto Avila(Ta tudo bem Agora)

          15 de setembro de 2012 em 20:00

          religiosos ¬¬ ou melhor,fanaticos…..ISSO É A PORRA DE UM CONTO,É A MERDA DE UMA MENTIRA CARALHO SE QUISER LEIA SE N QUISER N LEIA E ALIÁS NINGUEM LÊ NESTA VELOCIDADE SÃO APENAS MENTIRAS CONTADAS POR UMA PESSOA QUE CRIOU UM FAKE,E ISSO DEVERIA SER CONSIDERADO FLOOD

          • Nilceia Benedicta

            15 de setembro de 2012 em 20:14

            Augusto vc é só mais um acredita na ciência e suas mentiras. Ela mente te engana e sabe quem faz isso? É o DIABO !!! ele faz isso pra iludir as pessoas e levar ela pro inferno levar uma garfada no traseiro e chumbo nas costas. Meu pastor fala “PAGUEM DIZIMOS QUE SUAS ALMAS ESTÃO SALVAS”, é tão simples ganhar a benção.

            • Augusto Avila(Ta tudo bem Agora)

              15 de setembro de 2012 em 21:07

              ciencia e mentiras?¬¬ pessoas que nem leem o que eu falo….dizimos salvam sua alma?interessante me esqueço que deus precisa de dinheiro né?

              • Julio Cesar

                17 de setembro de 2012 em 18:09

                LOL, DEPOIS DESSA EU CUSPIA E SAIA NADANDO, MUITO MASSA SUA RESPOSTA

  30. Rap­osa Furry

    15 de setembro de 2012 em 19:43

    vish, esse conto deve ser do mal, teve tela pra entra na pagina
    http://i1.kym-cdn.com/photos/images/newsfeed/000/290/698/c3e.jpg

  31. Gabriel Vieira

    15 de setembro de 2012 em 19:42

    Muito bom, parabéns.

  32. Alicio Vitorino

    15 de setembro de 2012 em 19:42

    mano vocês são muito rápido pra comentar

    • Nosferatu Alucard

      15 de setembro de 2012 em 19:45

      Eu não o conheço de algum lugar?

      #vampirobebao 
      • Alicio Vitorino

        15 de setembro de 2012 em 19:49

        mano eu estou na sua frente ¬¬

        • Nosferatu Alucard

          15 de setembro de 2012 em 19:51

          desculpa, força do habito…

          #vampirobebao 
          • Pedrão e as batata

            15 de setembro de 2012 em 20:09

            ele deve ser parente do Carlos

            • Nosferatu Alucard

              15 de setembro de 2012 em 20:23

              quem ser Carlos?

              #vampirobebao 
  33. Rafael Theodoro

    15 de setembro de 2012 em 19:41

    Gostei 😀

  34. Goku

    15 de setembro de 2012 em 19:41

    çoç nemli e nemlerei

    • Vault Boy

      15 de setembro de 2012 em 19:43

      Minilua estava tão bem sem você….

      • Goku

        15 de setembro de 2012 em 19:45

        sentiu minha falta né danado

        • Vault Boy

          15 de setembro de 2012 em 19:58

          Na verdade não você é como um fedor de carniça na estrada a umas 2 semanas, você sempre passa por lá e sente aquele cheiro ruim, ai você se acostuma, ai quando felizmente aquele pu­ta cheiro sai você começa a achar isso estranho, porém muito melhor.

          Resumindo você é igual cheiro de carniça… um dia vai passar 😀
          • Goku

            15 de setembro de 2012 em 20:05

            eu posso ir mas como dessa vez sempre retornarei e çoç tambem muahahahahahahaha

            • Vault Boy

              15 de setembro de 2012 em 20:06

              Claro ainda tem muito bixo pra morrer

  35. Daniel Pontes

    15 de setembro de 2012 em 19:40

    Vish

  36. Hisoka

    15 de setembro de 2012 em 19:40

    Gosto de contos

  37. Vault Boy

    15 de setembro de 2012 em 19:40

    Esse parece ser bom vou lá ler 🙂

118 Comentários
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