Contos Minilua: A morte não melhora ninguém #13

E neste segundo conto, uma das histórias mais perturbadoras que já recebi. Seu personagem, aliás, um dos mais sádicos de todos os tempos. Confira:

                                                                 A morte não melhora ninguém

Por: José Brito

Tive que me acostumar muito cedo com perdas. O único acontecimento do qual me lembro sobre minha infância foi à morte de meu pai. Certo dia, sentado no colo de minha mãe, o vimos andar ate o meio do quintal como se apenas observasse o dia. Trazia na mão meio litro de gasolina em uma garrafa pet e a derramou sobre a cabeça. Pegou no bolso da calça um isqueiro e antes de se acender, disse algo que nunca consegui lembrar. Era um aviso que me dizia que no fundo, nada na vida valia a pena. Eu tentava entender o recado enquanto ele queimava no quintal.

O único evento que me vem a memória sobre minha adolescência se refere a minha querida mamãe. Depois da morte do meu pai ficamos rapidamente sem recursos e a beira da falência. De bico em bico minha mãe costumava juntar algum dinheiro. Mal dava para pagar a comida e a escola, que fui obrigado a largar mais tarde. Mas, algum tempo depois o desespero não podia mais ser tolerado e ela então resolveu se tornar prostituta. Lembro-me que mordiscava uma coxa de frango na varanda enquanto eu a ouvia gemer no andar de cima. Algumas vezes ela gritava. Morreu de sífilis algum tempo depois.

Sai de casa cedo, com dezessete anos e fui viver na rua.  Foram tempos difíceis e eu tive que vender drogas para sobreviver. Eu não era tão ruim nesse negócio. Apenas tinha que ficar de olho caso algum policial passasse perto do meu ponto. Algum tempo mais tarde, aos dezenove anos de idade, e depois de algumas passagens pela policia, resolvi largar as ruas e me tornei ajudante de pedreiro. Era um serviço muito pesado e o salário que eu recebia era pouco, porém, eu agora já possuía uma casa para viver.

Esta bem, não era bem uma casa, era um quarto, no tijolo e sem reboco no lado mais pobre da cidade. Na cidade eles não gostam de pessoas humildes. Eles só gostam das pessoas pobres no natal, quando dão presentinhos e se sentem felizes por ajudar a melhorar o mundo. Sempre achei isso muito bonito.

Alguns meses depois fui promovido a pedreiro, pois já conhecia muito bem o serviço. Conheci uma garota muito bonita cujo nome era Márcia. Eu nunca tinha ficado com uma garota antes por isso em todos os encontros eu sempre ficava calado. Ela gostava mesmo era da minha carteira. Era uma garota de gostos muito refinados. Como recompensa ela transava comigo, mas no escuro. Nunca a vi nua realmente ate o dia em que eu a matei.

Nunca pensei sobre os motivos que me levaram a cometer aquele crime. Um dia eu apenas decidi que tinha que fazer algo em relação àquela mulher ou eu iria novamente parar na rua. Aproveitei-me de mais uma noite de bebedeiras com ela e batizei o seu copo com um sonífero comprado numa farmácia. Ela bebeu e começou a passar mal. Sonífero vagabundo. Carreguei-a no ombro com a promessa de que a levaria a um hospital.

Coloquei-a dentro do porta-malas do carro e fui direto para casa. Chegando lá eu a retirei com o cuidado de observar se não havia por perto nenhum vizinho xereta.  Coloquei ela sobre a cama e amarrei firmemente suas pernas e braços com pedaços rasgados de lençol. Sentei em um banco ao lado da cama e enquanto ela dormia eu pensava no modo de concretizar meu serviço.

Decidi por fim que usaria uma faca. Fui até a cozinha e escolhi a mais amolada. Retornei para o quarto, ela já abria os olhos e murmurava mesmo com a boca amarrada com trapos. Mais divertido pensei. Enquanto ela se contorcia de dor e chorava eu recortava seu fígado fora. Ela nunca mais iria beber com meu dinheiro. Não demorou muito para que acabasse morrendo. Passei as horas seguintes enterrando seu corpo, com cuidado para não fazer muito barulho, no quintal. Dormi tranquilo.

Durante a semana, vez ou outra eu ficava olhando para o local onde enterrei seu corpo, revivendo em minha mente todos os momentos sangrentos. Nas semanas posteriores eu ficava horas deitado na cama imaginando o sofrimento da vitima, entretanto com o passar do tempo à excitação foi acabando. Tornei-me taciturno novamente. Descobri que precisava daquilo como um viciado precisa da sua droga. Eu tinha que matar!

Resolvi que as melhores vitimas deveriam ser prostitutas. Vagabundas baratas que adoravam se divertir com dinheiro alheio. Então parti para minha segunda vítima. Seu nome era Suzanne. Eu a encontrei por acaso quando voltava do trabalho a noite. Estava encostada em um poste, provocante, divulgando seus dotes para o mundo inteiro. Seios fartos e empinados, corpo perfeito. Eu a odiei. E meu ódio me levou a contratá-la para uma noite de prazer. Uma noite do meu tipo de prazer, mortal, limpo, sangrento e grátis.

De início ao observar meu carro ela gracejou, pois achava que eu não teria os quinhentos reais que ela queria. Mostrei-lhe o dinheiro e odiei o brilho no seu olhar. Eu odiava tudo nela. Seu cheiro maravilhoso. Seu quadril perfeito. Enquanto dirigia para casa eu imaginava o melhor modo de matá-la, um modo que me desse prazer por muito tempo. Chegando em casa eu sabia exatamente o que fazer.

Levei-a para o quarto e a joguei na cama. A mesma cama onde minha querida Márcia faleceu. Ela começou a tirar a roupa e logo estava sentada sobre mim. Nesse momento acertei um soco na vadia que caiu de costas no chão, ela xingava e sangrava. Então a chutei na barriga e ela parou de xingar, pois estava sem fôlego, e ficou apenas sangrando no chão. Para me certificar que estaria desacordada até a hora do show a soquei novamente e sorri ao ver que tinha finalmente desmaiado.

A garota acordou com o jato quente da minha urina em seu rosto. Tentou gritar e infelizmente não podia. Eu havia cortado sua língua e a coloquei em um cordão em volta do seu pescoço. Achei tão bonitinho que ate tirei uma foto. Eu tentei acalmá-la dizendo que ela agora iria cumprir seu papel, pelo qual foi bem paga, que seria o de me dar muito prazer.

Fui à cozinha e tirei a panela de água fervente do fogão. Sorridente, voltei ao quarto com a panela em mãos. Pela expressão da vítima ela certamente já sabia o que viria em seguida. Despejei o conteúdo da panela sobre o rosto da mulher e a observei se debater e sua cara se desmanchar quase que por completo. O que restou da sua beleza anterior se reduzira a carne inchada e hematomas grudentos.

Após algum tempo me aproximei dela e percebi que ainda estava viva. Ótimo. Levei-a nas costas ate o banheiro e a atirei na banheira encardida. Esta estava cheia de alguns litros de ácido próprio para bateria, ela nem sequer gritou. Apenas ficou lá se desfazendo em um vapor sufocante e molho de tripas.

Durante vários dias novamente me senti realizado. Passava horas no trabalho revivendo passo a passo o maravilhoso prazer que tive com a prostituta. E a noite, ao chegar em casa observava a foto que tirei. Tomei o devido cuidado de guardar o cordão com a língua na geladeira, era um preciso troféu para minha coleção.

Das outras vítimas não tem muita novidade para contar. Apenas variei os métodos tentando alcançar plena satisfação sexual. Como no caso da pequena Beatriz. Ela não era prostituta era uma estudante secundarista. Às vezes sentando na varanda de casa eu a via passar com suas amigas. De todas era a mais safada. Gostava de usar saias bem curtas e sempre que me via lançava um olhar provocante. Eu odiava aquela garota.

Eu a seduzi na festa da igreja. Deliciei-me com seu corpo dentro do confessionário e lá mesmo eu a enforquei. Mas o fiz com tanta forca que vi seus olhos saltarem da orbita. Por algum tempo fiquei observando suas orbitas vazias pelas quais fluíam sangue e alguma outra substância branca. Ela tinha apenas quinze aninhos, coitada. Retirei um dos olhos que havia caído em minha roupa e o guardei no bolso. Apressado sai sem olhar para os lados, não sei se fui visto, mas esse assassinato causou comoção geral na vizinhança e todos queriam poder se livrar do maldito assassino.

Há um mês mais ou menos foi quando as coisas começaram a desandar. Notei em minhas andanças que algumas pessoas me olhavam de forma esquisita. Fui tomado pelo pânico e comecei a imaginar quando me pegariam. Com certeza me bateriam de forma a esmagar meu crânio e enfeitariam a frente de minha casa com meu intestino grosso. Decidi que se fosse pego eles não teriam esse prazer. Comprei uma arma de segunda mão, raspada e durante alguns dias pratiquei tiro ao alvo em um lugar distante da mata. Eu odiava aquela arma. Não havia prazer algum em matar alguém com ela.

Fui obrigado a segurar minha ânsia por prazer durante algum tempo. Pelo menos desde o dia em que um policial bateu em minha porta. Suspeitava da movimentação estranha na minha casa e me perguntou sobre a Márcia. Estava viajando, menti, na casa da família. Essa explicação pareceu não convencer o guarda e eu tive que enfiar as mãos nos bolsos da calça, pois tremiam e suavam sem controle. Por sorte o policial foi alertado pelo rádio sobre uma briga em um bar. Despediu-se com um estou de olho em você.

Mesmo após vários minutos da saída do policial, fiquei ali parado no mesmo lugar. Suando e tremendo. Somente uma ideia dominava minha mente e ela ficou ainda maior quando vi a fofoqueira da minha vizinha passar na rua me olhando com um olhar triunfante. Eu iria matar aquela velha.

Nunca havia matado uma velha antes, provavelmente não traria nenhum prazer. Entretanto por questão de sobrevivência ela seria minha vitima de número sessenta. Esperei anoitecer e pulei o muro no meu quintal que dava para o quintal da velha. Por sorte ela era alérgica a cães e por isso não possuía um. A idiota tinha deixado à janela destrancada, fácil demais. Agora era apenas questão de entrar no quarto da velha e a enforcar com o seu próprio intestino. Mas nunca cheguei a realizar meu plano.

Quando já me aproximava da porta do quarto dela as luzes se acenderam e tudo em seguida foi rápido demais para eu acompanhar. No instante seguinte estava com a cara no chão.  Fui algemado e levado para a viatura em meio a xingamentos da população. Recebi uma pedrada na cabeça e fiquei meio zonzo. Na viatura fui vitima de mais espancamento e acabei desmaiando. Acordei nessa cela.

Uma senhora me viu sair do confessionário onde matei a estudante. Desconfiada resolveu investigar e vomitou no chão da igreja ao ver o corpo da menina. Teve medo de denunciar por algum tempo, porém um dia, encorajada pelo marido foi à delegacia e fez a denuncia. Armaram o bote, ate mesmo o chamado que o policial recebeu era falso. Eu não vi também que havia um carro estacionado na frente da casa da vizinha e que um homem que estava do outro lado do muro, no quintal dela, me observava friamente. O resto vocês já sabem.

Agora estou preso, não fui morto. Estou aguardando julgamento, porém meu julgamento já foi encerrado. Todas as minhas vitimas estavam ali comigo, com a mesma aparência que tinham ao morrerem. Elas me julgaram e sua decisão foi de que precisavam de mim junto a elas. Retirei o lençol da cama e amarrei um lado nas grades da janela e no outro fiz um laço que serviria para o meu pescoço.

Enquanto sufocava revia toda minha vida. Vi meu pai no seu momento derradeiro enquanto pegava fogo. Porém dessa vez foi diferente. Em chamas ele se dirigiu em minha direção e repetiu as palavras que não entendi naquele fatídico dia, e as palavras eram:

A morte não melhora ninguém…

Reaja! Comente!
  1. Carlos Eugenio

    14 de junho de 2015 em 12:43

    muito bom esse conto!!

  2. Juliene Gawain

    20 de agosto de 2012 em 17:08

    O título é tipo… nada a ver com a história….

    O título deveria ser tipo: Memórias macabras, pq o assassino tava vivo, a morte não é para melhorar alguém , é só o fim de um ser!
  3. Juliene Gawain

    20 de agosto de 2012 em 17:04

    Ah, isso é só um conto?

  4. Yao Ming

    14 de agosto de 2012 em 18:35

    Muito massa o post!! parabéns à quem fez!

  5. Diogo Luiz Barcellos Volpi

    14 de agosto de 2012 em 17:26

    Ótimo conto, parabéns ao autor! Espero que envie mais histórias boas como essa.

  6. Robson Hunter

    14 de agosto de 2012 em 15:07

    aeeeeeeeeeeeeeeeeeee valeu por ter postado o conto

  7. Ynna

    14 de agosto de 2012 em 09:31

    Puxa! O.O eu adoreiiii o conto – merece um filme (me deu vontade de assistir Hannibal) parabéns à quem escreveu-o.

  8. aisha neopiana

    13 de agosto de 2012 em 03:50

    a imagem 4 é do exmortis 2. jogo massa 

  9. The Rev

    12 de agosto de 2012 em 20:56

    a unica pessoa q a morte melhora eh a minha sogra kkkkkkkkkkkk

  10. É a Vida

    12 de agosto de 2012 em 18:53

    Tirando o fato de o cara arrancar A LÍNGUA da prostituta e ela não conseguir mais gritar… Ficou muito bom o texto.

  11. É a Vida

    12 de agosto de 2012 em 18:35

    Momento preconceituoso:

    Márcia é nome de coordenadora de escola…. 

    • Grim Reaper O ceifador solitario!

      12 de agosto de 2012 em 18:39

      è a vida O_O

  12. Slender Man

    12 de agosto de 2012 em 18:26

    Pq tem uma imagen da Nurse do Silent hill O.o? 

    • Grim Reaper O ceifador solitario!

      12 de agosto de 2012 em 18:30

      Nuss pensei que so eu tinha percebido, Há e Slender-san tem uns brother meus que ainda trabalham de ceifadores, eles tão querendo que o senhor reduza o numero de pessoas mortas em florestas porque os ceifadores vão procurar uma floresta calma pra fazer um banquete de comemoração ,em homenagem a degradação dos ossos do ceifador puro osso então podia dar uma manerada so por uma semana talvez!Em recompensa te damos as crianças do carrosel para o senhor se divertir!

      *Reaper Drogado*
  13. Kaya

    12 de agosto de 2012 em 15:09

    Jeff The Assassino Aprova Esse Post 

  14. Dragonborn

    12 de agosto de 2012 em 13:35

  15. Naniké Aagje

    12 de agosto de 2012 em 12:33

    Primeiro conto daqui do Minilua que gosto.É apresentado de forma lenta e interessante.  Muito bom, nível de qualidade alto, sem baixarias e repetições. Parabéns ao autor!

  16. Psycho The Cat

    12 de agosto de 2012 em 08:52

  17. Psycho The Cat

    12 de agosto de 2012 em 07:49

    Muito melhor que Jeff Assassino.

  18. VanDrak SubZero

    12 de agosto de 2012 em 03:20

    Gostei XD
    Ficou muito Bom pra encerrar mas essa madrugada de terror ^^
    3:18 acabei de ler o post ^^

    O cara deu uma de pedófilo no Confessionário… LOL
    é minha filha… Ajoelhou tem que rezar
  19. Thaay

    12 de agosto de 2012 em 00:08

    Heey, o post “O Lado Negro: Jeff The Killer is Back” foi apagado ?  O.O

    • Jeff Dantas

      12 de agosto de 2012 em 00:10

      Que estranho, acho q foi mesmo…

      • Thaay

        12 de agosto de 2012 em 00:19

        Que pena, achei tão legalzin aquele post  🙁

  20. John Lennon

    12 de agosto de 2012 em 00:07

    Com certeza uma das melhores até agora!

  21. Luiz Bueno

    11 de agosto de 2012 em 22:37

    Imagem 4= Jogo Exmortis 2

  22. Gaby

    11 de agosto de 2012 em 22:31

    Nuss *_* mto bom 

  23. Zetsu

    11 de agosto de 2012 em 22:14

    legal essa historia longa mais legal

  24. Nailton Rhadamantys

    11 de agosto de 2012 em 21:57

    cara muito pertubador! COMO ALGUEM PODE SENTIR PRAZER NISSO?

  25. Rap­osa Furry

    11 de agosto de 2012 em 21:51

    li ovindo essa: http://www.youtube.com/watch?v=4fRaWZji_Co
    e com essa pagina aberta: http://www.rainymood.com/

  26. otome do mal

    11 de agosto de 2012 em 21:45

    gostei, o cara e super normal

  27. Weon Kenedi

    11 de agosto de 2012 em 21:44

    Bela história!

  28. Pedro

    11 de agosto de 2012 em 21:01

    Extremamente realista e bem redigido…a história tem enredo bem definido e não enjoa apesar de grande…

    nota: (5/5)
  29. Juh Gal

    11 de agosto de 2012 em 21:01

    Gente, eu me senti desconfortável lendo isso! Imaginar as situações me deu medinho. *—* Gostei!

  30. Fernanda Baptista

    11 de agosto de 2012 em 19:06

    Aê, agora tem tela preta! \o/
    Amei o conto, muito bom! É tenso, e a personalidade do personagem principal realmente chama atenção.
    P.S.: Por algum motivo a foto aleatória da enfermeira de Silent Hill me fez sorrir… XD

  31. Um qualquer

    11 de agosto de 2012 em 19:05

    Interessante o conto… meus parabéns ao criador dele….

  32. Harima Kenji

    11 de agosto de 2012 em 18:54

    Eu só não morri porque tinha uma razão … mas agora se eu morrer tanto faz.

  33. Goku

    11 de agosto de 2012 em 18:35

    çoç GAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYYY

    • Marcos Vinícios

      11 de agosto de 2012 em 18:38

      pensei a msma coisa

      • Goku

        11 de agosto de 2012 em 18:39

        o cara odeia mulher gostosa é um super gaaaaaaaaaaaaaaayy

        • Marcos Vinícios

          11 de agosto de 2012 em 18:41

          concordo, 

  34. Billy Coen

    11 de agosto de 2012 em 18:35

    Muito bom esse conto.

  35. Adriano Hidden®

    11 de agosto de 2012 em 18:26

    a morte não melhora ninguem…mas se algumas pessoas morressem, melhoria e muito o meu dia!

    • Frozen Fire

      11 de agosto de 2012 em 18:37

      se melhora o seu dia, melhora voce

  36. Marcos Vinícios

    11 de agosto de 2012 em 18:22

    çoç.. #tenso… 

    a morte e bem mais rápida e fácil…
    a vida não… a vida esta sempre pronta para te ferra na primeira oportunidade….
    gostei do conto…..
  37. Rebeca Macedo

    11 de agosto de 2012 em 18:17

    T-T…num acredito

  38. Emilly Patrice

    11 de agosto de 2012 em 18:13

    LoL que estranho.. um homem que odeia mulheres gostosas.

    • mavis vermilion

      12 de agosto de 2012 em 10:15

      gay gay gay

  39. Ana Caroline

    11 de agosto de 2012 em 18:11

    Adorei  *-* 

    Eu acho que foi umas das melhores até agora
  40. Rebeca Macedo

    11 de agosto de 2012 em 17:47

    Brasil ganhou medalha de ouro no vólei,uhu!

    • Gabriel Vieira

      11 de agosto de 2012 em 17:57

      Agora tem boxe, vo torce pro Brasil, esse ano o Brasil vai bater o record de medalhas em uma só olimpíada.

      • Gabriel Vieira

        11 de agosto de 2012 em 18:16

        PERDEU

      • Rebeca Macedo

        11 de agosto de 2012 em 18:03

        tbm,to assistindo agora…

      • Wagner

        11 de agosto de 2012 em 18:00

        Já bateu o recorde, só falta saber quais serão as medalhas, de ouro ou de prata

        • Gabriel Vieira

          11 de agosto de 2012 em 18:01

          Nunca se sabe se um meteoro caí e mata os atletas antes deles disputarem a final.

    • Jeff Dantas

      11 de agosto de 2012 em 17:55

      Sim, e com merecimento. Elas jogaram muito. ^^^

      • Rebeca Macedo

        11 de agosto de 2012 em 18:07

        vdd e muito mesmo….

    • Gabriel Vieira

      11 de agosto de 2012 em 17:50

      Era obrigação ganhar

      • Rebeca Macedo

        11 de agosto de 2012 em 17:53

        pq?….no começo o jogo tava ruim…..

        • Gabriel Vieira

          11 de agosto de 2012 em 17:55

          Eles só investem no vôlei e futebol, era obrigação ganhar o ouro

          • Rebeca Macedo

            11 de agosto de 2012 em 17:58

            pois é,mas o futebol ficou com prata….é foda ter levado o gol com 28 segundos de jogo.

          • Jeff Dantas

            11 de agosto de 2012 em 17:56

            Não é por nada não, mas esse Mano….Do jeito que está, sinto saudades até do Dunga. 🙂

            • Frozen Fire

              11 de agosto de 2012 em 18:36

              mano era pra ter saido há muito tempo

            • Gabriel Vieira

              11 de agosto de 2012 em 17:59

              Achei uma vergonha o Brasil ter ficado com a prata, eu gostei do Dunga ele só perdeu a copa e olimpíadas, o resto ele ganhou tudo.

              Pra mim Brasil só volta a ganhar uma copa quando o Muricy sei lá como escreve o nome dele assumir o Brasil.
  41. Thekiler Uchiha

    11 de agosto de 2012 em 17:45

    parece a infermeira de um jogo que eu joguei 

    • Wanderlan Alves

      11 de agosto de 2012 em 18:06

  42. Claire Redfield

    11 de agosto de 2012 em 17:42

    ~meus olhos! fiquei lendo esse tempo todo no escuro,meus olhos!~ Uhm… Gostei bem desse conto. Um assassino muito doido,que matava por prazer… Mas,espera,prazer sexual? Isso é um feitiche? OMG,então,o Jeff é fetichista e assassino,mesmo. O_O,Jeff!

  43. Gabriel Vieira

    11 de agosto de 2012 em 17:42

    Ainda prefiro meu conto, te prende mais e ainda tem muito mistério e mortes

  44. Rebeca Macedo

    11 de agosto de 2012 em 17:38

    muito legal o conto,mas ele falava q odiava tudo….

    • Harima Kenji

      11 de agosto de 2012 em 17:40

      e depois matava também … ele tinha raiva da vida.

  45. Power Ranger

    11 de agosto de 2012 em 17:37

    Único erro é que não é possível dissolver um corpo na banheira….

    a banheira ia dissolver tbm kk
    • Pedro Henrique

      20 de agosto de 2012 em 19:25

      o problema é ele ainda estar vivo porque quem escreveu oque ele estava pensando no momento de sua morte

    • Isabela Cabral

      12 de agosto de 2012 em 18:53

      kkkk não exatamente, banheiras não são feitas de pele, os ácidos agem de maneiras diferentes em superfícies e coisas diferentes ^^’

    • Black Vomit

      12 de agosto de 2012 em 16:37

      eu acho que depende do ácido e da banheira.

  46. Twilight Sparkle

    11 de agosto de 2012 em 17:29

    Se ficarem com medo, escutem isso: http://www.youtube.com/watch?v=wrPte1uijDw

  47. Harima Kenji

    11 de agosto de 2012 em 17:26

    A morte não melhora ninguém … mas as vezes parece melhor do que viver.

    • Wagner

      11 de agosto de 2012 em 17:28

      Só não falo isso porque nunca morri e ninguém ressuscitou para me contar como é estar morto U_u

      • Harima Kenji

        11 de agosto de 2012 em 17:34

        Eu te conto depois que fizer isso.

        • Wagner

          11 de agosto de 2012 em 17:43

          Ok, vou esperar

          • Harima Kenji

            11 de agosto de 2012 em 17:52

            Não vai ter que esperar muito 🙁

      • Jeff Dantas

        11 de agosto de 2012 em 17:32

        Ah, mas tem os casos de pós-morte. Por exemplo, quando a pessoa está em coma, e deixa o corpo… 🙂

        • Wagner

          11 de agosto de 2012 em 17:36

          Também não conheço ninguém que passou por isso rsrsrs

  48. Joey Jordison

    11 de agosto de 2012 em 17:18

    De longe a melhor história dessa série

  49. Estudante

    11 de agosto de 2012 em 17:16

    Cadê o Pinhead?
  50. Estudante

    11 de agosto de 2012 em 17:15

    Nunca havia matado uma velha antes…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

  51. Igor Henrique

    11 de agosto de 2012 em 17:12

    Nossa estou ofegante agora! Nunca pensei que uma historinha(textos) fossem me deixar assim um dia. ;0 

  52. Carolina Monteiro

    11 de agosto de 2012 em 17:05

    Muito massa não conseguia tirar os olhos da tela um dos melhores contos da serie

    • Otirra Madeira (C&A)

      11 de agosto de 2012 em 17:36

      e eu não consigo tirar os olhos de você

      • Raposa Pedreira

        11 de agosto de 2012 em 18:15

        isso ai mlk zika tem q pega as novinha e mete a pika

      • Vegeta

        11 de agosto de 2012 em 17:59

        Oh, Kagami seduzindo a mina ae

  53. Nosferatu Alucard

    11 de agosto de 2012 em 17:01

    achei foda que foi a primeira creepy do Minilua que conseguiu prender minha atenção, muito boa! / \

    #vampirobebao 
  54. Gabriel Vieira

    11 de agosto de 2012 em 16:55

    Muito bom, poderia entrar nos casos macabros, gostei bastante, personagem prende a atenção e o conto não cai na mesmice dos outros, parabéns gostei muito do seu conto.

  55. Igor Sousa

    11 de agosto de 2012 em 16:50

    grande d+, vou ler

  56. Wagner

    11 de agosto de 2012 em 16:46

    Desculpe-me o autor, mas vou ler depois u.u

  57. Jeff Dantas

    11 de agosto de 2012 em 16:46

    Que personagem tenso! Ele realmente te prende atenção. ^^

    • Mephisto Pheles

      11 de agosto de 2012 em 17:26

      Concordo =)

    • Monica Coelho

      11 de agosto de 2012 em 17:04

      Uhu tela preta \o/ e.e

  58. Jeff Dantas

    11 de agosto de 2012 em 16:44

    Contato do autor: 
    http://robsonslip.blogspot.com.br

  59. Edu (Gato do mal)

    11 de agosto de 2012 em 16:43

    Us gatos domina

103 Comentários
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