Os assassinos mais macabros da história #1

O simples ato de matar uma pessoa é inaceitável e hediondo, mas alguns monstros conseguem transformar esse acontecimento macabro em algo ainda pior:




Assassinatos de Snowtown

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Snowtown é uma pequena cidade do interior da Austrália, onde vivem pouco mais de 400 pessoas. O local é conhecido apenas regionalmente, por ser um importante fabricante de cerais. Entretanto seu nome chamou a atenção do mundo nos anos 90, quando uma série de assassinatos chocou o país.

Por acaso do destino, três homens, chamados John Bunting, Robert Wagner, e James Vlassakis, se conheceram e descobriram ter algo em comum: ódio por gays e pedófilos. Durante algum tempo, eles apenas proclamavam entre si sua raiva e indignação, porém isso foi crescendo até que eles resolveram transformar as ideias em atos.

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John Bunting, o líder do grupo, sofreu diversos abusos na infância, sendo estuprado pelos amigos de seu irmão mais velho. Como adolescente, era um apaixonado por armas e anatomia. Aos 22 anos de idade, ele começou a trabalhar em um frigorífico, abatendo animais. Seus colegas relataram que John adorava o trabalho e fazia as mais bizarras atrocidades com os animais.

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James Spyridon Vlassakis, que durante todo o tempo viveu com sua mãe e o meio irmão sem despertar suspeitas, era um dos mais sanguinários. No julgamento foi descoberto que ele matou seus dois irmãos.

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Robert Joe Wagner junto com Mark Ray Haydon foram cúmplices em diversos assassinatos, ajudando a esconder os corpos, torturar e escolher as vítimas.

Pensando em fazer justiça com as próprias mãos, os três homens fizeram uma minuciosa investigação e descobriram muitos pedófilos e gays na região. Logo, o “trabalho” começou. Seu método de ação não era simplesmente matar. Primeiro eles sequestravam o alvo, depois, em um lugar escondido, longe de tudo, iniciavam a tortura que levaria a uma dolorosa e lenta morte.

No início, algumas pessoas foram mortas a tiros, porém tudo foi piorando. Conforme iam ganhando confiança, os matadores começaram a prolongar e intensificar a tortura. Choques eram dados, queimaduras eram feitas com cigarros e estrangulamento era comum. No fim, eles começaram a comer a carne dos mortos, em banquetes pós-assassinato macabros.




A busca dos corpos

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Quando o primeiro assassinato ocorreu, ainda em 1992, ninguém suspeitava que o mais macabro grupo de serial-killers da Austrália estava começando seu domínio de 7 anos de terror, que totalizaram 12 mortes confirmadas.

No final dos anos 90, a polícia estava louca, mas as pistas começaram a surgir e uma descoberta chocou a sociedade. Em um antigo depósito de um banco foram encontrados diversos barris. Dentro deles havia um ácido poderoso. Bastou revirar um pouco para que ossos surgissem e as evidências de todas as mortes vieram à tona.

Alguns corpos estavam lá há tanto tempo, que não havia mais jeito de identificá-los. Na verdade, a polícia nunca soubesse exatamente quantas vítimas estavam dentro dos barris, mas suspeita-se que tenham sido pelo menos 10.

O mais estranho de tudo isso não foi o achado, mas sim o que ele fez à cidade. Poucos dias depois, pequenos cartões com os dizeres “Snowtown, você vai ter um barril de diversão” apareceram e milhares de pessoas viajaram de muitos países do mundo, apenas para ver o local onde os corpos destruídos foram encontrados. Da noite para o dia, uma cidade de centenas de pessoas começou a ter milhares e se tornou um ponto turístico bizarro:

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Para completar o cenário maluco, a polícia descobriu que os crimes não foram cometidos na cidade, porém, mesmo assim, ela ficou com toda a fama.




Julgamento

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O julgamento foi o mais longo do sul da Austrália e chamou a atenção do mundo. Bunting, o chefe do bando, foi condenado a 11 prisões perpétuas, sem possibilidade de liberdade condicional. Wagner recebeu dez perpétuas de pena, sem chance de colocar os pés na rua nessa vida. Logo após ouvir sua sentença, Wagner proclamou: “Pedófilos estão fazendo coisas terríveis com as crianças. As autoridades não fazem nada para deter isso. Eu decidi fazer. E eu fiz. Obrigado.”

Por último, Vlassakis foi condenado a 4 perpétuas, com chance de sair após 26 anos na cadeia.

Depois de tudo acabado, a cidade chegou a tentar mudar seu nome para ser esquecida, mas não conseguiu. O caso acabou ganhado um filme, chamada Snowtown, que conta em detalhes o que os assassinos fizeram.

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